ENCONTRO DE POETA(S)
Olho este céu e toda eu me encanto!
No canto magistral do rouxinol
Vejo uma flor que brilha como o sol
E que a envolve inteira como um manto...
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Há charnecas em flor nas suas mãos
E um sobreiro, cansado e sonolento,
Desperta para olhar esse momento
Do encontro entre a poeta e seus irmãos...
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Com olhos deslumbrados de desejo,
Eu quase juraria que então vejo
o seu vulto, o seu rosto, os seus vestidos,
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Na mesma luz claríssima a que almejo,
A Florbela, adornando esse Alentejo
Dos mais belos sonetos já tecidos...
Maria João Brito de Sousa - 11.04.2008 - 10.47h
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Dedicado ao meu amigo Frágil, a Florbela Espanca e ao sol do Alentejo.
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Não sou alentejano, mas adoro o Alentejo! E agora fui lá dar um passeio tão agradável!
ResponderEliminarBeijinho
Meu amigo! És um anjo!
EliminarGosto muito do alentejo:)
ResponderEliminarbj e bom fds
Ainda bem que gostas, Estrelinha! É uma terra linda, cheia de gente boa!
EliminarBeijinho!
E eu também gosto do Alentejo, gosto muito de Florbela Espanca... E sou fã da Poetaporkedeusker !! Parabéns , mais uma vez, pelo belíssimo soneto!! Bj da Jo
ResponderEliminarObrigada ó magnífica açoriana! Sortudos os americanos que abrigam portuguesas desta estirpe!
EliminarUm grande abraço!
Muito obrigada, oh magnifica poetisa!!:)) Jo
EliminarOh magnifica prosadora! E viva o EAA em rima ou em prosa!
EliminarVivaaaaAAA !!... Já viu que o dito cujo anda outra vez a rondar-me a porta? Jo
EliminarVade retro!!! Vai-te aguentando aí com o Martim que eu já vou ajudar! Estou aqui aflita porque tenho de fazer cópias de segurança dos meus ficheiros todos! Parece que vamos ter de organizar o EAV (esquadrão anti-vírus!) também...
EliminarVim aqui só pa esprêtári
ResponderEliminarE olhem que tamanha surpresa
Tinha acabado de jantári
E já nem quero sobremesa
Foi mesmo pra me encatári
E pra me dêxar ainda mais “Frágil”
É que eu na sou bom a rimári
Porque esta porra na é fáçil
Mesmo assim na me vou rendêri
Porque se fala do mê Alentejo
Á ganda PoetaPorkeDeusKéri
Que pago-te uma açorda com poêjo
Cá pra mim até podem rir
E dizer que ê na sei rimári
E que pareço uma porca a parir
Que ê na me vou importári
Até fiquê com o pêto inchado
Com esta dedicatória
Fiquê todo babado
E atrofiousse-me a memória
É que isto do pensári
Na é pra alentejano
Porque pensa-se devagári
E pode demorar um ano
Na sei como lhe agradecêri
Pelo que me dedicou a mim
Já na sei o que dizêri
E vou rimar com “patim” IoI
Diga lá minha amiga
Nem me estou a sair máli
Rimo até com órtiga
E pareço um animáli
Ainda na me esqueçi do gelado
Nem da vodka pa lhe juntári
Posso até ficar marádo
Mas na me vou embebedári
Mais uma vez obrigado
Por se lembrar deste xapárro
Dêxou-me mesmo honrado
Ainda te ofereço um Tárro
Um Tárro fêto de cortiça
E do alentejo souvenir
Só na te mando uma linguiça
Porque demora muito tempo a ir
E a ir estou eu agora
E hoje na sei se voltári
Pra dormir ainda na é hora
Mas eu vou-me preparári
Bêjuuuuuuuuuuuuuuuu
EliminarAi agora ri-me mesmo a sério!
Tu és fantástico! E improvisas que é um mimo!
ABRAÇUUUUUUUUUUU
Ó Frágil! Olha que essa poesia alentejanaaaaa ainda vai ficar na história!
EliminarEstou a adorariiiiiiiiiii!!!!!!!!
Toma lá um abraçuuuuuuuuuu
Q`agora vou-me dêdatariiiiii!
Que bela maneira de agradecer o soneto que lhe foi dedicado.
EliminarNão sei se é alentejano ou não, mas para saber o que é um tarro, deve ser.
Achei divertido o seu jeito de agradecer.
Boa noite
Olhe que ele é alentejanuuu de gema! Gosta mais da terra dele do que de gelado de limão com vodka!
EliminarAté ê me admirê
EliminarCom o que consegui fazêri
Olhem que ainda na me detê
E posso continuar a escrevêri
Até fiz rir sem ser palhaço
E na sei o que me deu
Com versos á “kalhamaço”
Ias-te mijando óh “meu”
Se quiseres que ê vá pá frenti
Tens que pagar de bubêri
Que ê vô rimando prá genti
Nem que isto fique a ardêri
IoI
Aliás enfêta o tê banco
EliminarCom um raminho de hortelã
Pinta-o de verde e branco
E na digas que vais daqui hããã
Diga lá minha senhora
EliminarO qué que ê na hei-de saberi
Fragilizo sem demora
Tudo o que a senhora quiséri
Vejo que sabe o que um tárro
E vocemessei sabe o que é um coxo?
Digo-lhe que na öi de bárro
E nem parecido com um môxo
IoIoI
éi*
Eliminar
EliminarAnda lá beber a Vodka, mas o banco fica vermelhinho, que está muito bem!
Ainda não há é gelado!
Contentamo-nos com as azeitonas!
Abraçuuuuuuu
Sei sim senhor o que é um coxo , um coxo é feito de cortiça, daquelas saliências que os chaparros têm.
EliminarEu tenho um coxo em casa que era do meu Pai, e eu gostava de beber água por ele que era mais fresca, e naquelas fontes que havia nos campos do Alentejo , havia sempre um coxo para as pessoas que lá passassem beberem água.
Agora sem rimar....
EliminarAxo que estou numa de me divertir por dois motivos...
primeiro pk chegou a hora de tirar a mascara ...
Segundo pk tou todo baboso ( axo que ninguem notou, até pk eu na sou de fazer publicidade 9 mas o "Frágil teve direito a "destaque" na pagina de um jornalista, volta là ao Frágil onde acabas-te de comentar, clicka no link "Coisas" e dà uma olhadela.
Abraçuuuuuuuu
Parabéns Frágil!!! Eu já lá vou! É que acho que ainda "na instalê" o anti-vírus todo e prometi dar um saltinho à Califórnia para combater um "anômio" descarado do blog da Jo!
EliminarAi o gâaajo que num avisa os ôtros...
EliminarVais apanhari, ó meu,
C'as casquitas das alcagoitas
tu nã te lembrasti de mim
vais levar umas açoitas
Tás para aí a rimari,
como um disco arranhado
e eu aqui a pensari
num chaparro ilumindo
Iluminado sim, pela mão da Poeta minha
Que te trouxe uma charneca
mai linda que a "Francezinha"
Já num te mando um bêju,
não tenho tempo de amandari
vou é ali ao teu blogui
e o destaque espreitari
Tu és doido, ó Lento...jano
mas eu gosto bênh de ti
ao ler-te os meus olhos choram
mas a minha boca sorri
Ai o gâaajo que num avisa os ôtros...
EliminarVais apanhari, ó meu,
C'as casquitas das alcagoitas
tu nã te lembrasti de mim
vais levar umas açoitas
Tás para aí a rimari,
como um disco arranhado
e eu aqui a pensari
num chaparro iluminado
Iluminado sim,
pela mão da Poeta minha
Que te trouxe uma charneca
mai linda que a "Francezinha"
Já num te mando um bêju,
não tenho tempo de amandari
vou é ali ao teu blogui
e o destaque espreitari
Tu és doido, ó Lento...jano
mas eu gosto bênh de ti
ao ler-te os meus olhos choram
mas a minha boca sorri
tou de fugida, assim que te poder responder em condiçoes...respondo, tb gosto mto mto mto mto de te ler e tb já chorei e ri ao ler-te.
EliminarVolto assim que pudériiiiiiii
Bêjuuuuuuuuuuuuu
pahhhhhh, peçam instruçoes a algumas pessoas que te comentam aqui, eu sei que hà aqui pessoas que sabem mto mto mto de informatica e.....se precisares de ajuda, eu tb sei algo.
EliminarBêjuuuuuuuuuuuuuu
Obrigada Frágil! O BlueEyes já me ajudou! Eu acho é que instalei todas as coisas possíveis e imaginárias que havia para instalar lá no sítio que ele me apontou... espero que uma delas seja o anti-vírus!
Eliminar, aiiiih!
EliminarBêjuuu para ti cumpadri do mê coração!
EliminarAdorei o soneto, est à lindo. Sou Fã da Florbela Espanca e uma apaixonada pelo meu Alentejo, tal qual era a Florbela, sempre que posso dou uma espreitadela à p à gina onde estão publicados os seus Poema para me deliciar com eles, e alimentar a alma.
ResponderEliminarUm abraço.
Eu sempre tive uma paixãozinha pelo Alentejo...
EliminarUm abraço amigo!
( `♥.¸*O*
ResponderEliminar`♥.¸ )**P*
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Ai os "bonitos" que tu fazes! B()M FIM DE SEMANA para ti também, Estrelita!
EliminarBom fim de semana amigo Mário. Não entendi muito bem essa das abelhas e melgas. Sair de casa? Agora só o indispensável! Medo? Não tenho!
ResponderEliminarDa última vez que fui ao Estreladosul fiquei encantada com a alegria que por lá pairava. O meu poetaporkedeusker está hoje um bocadinho louco... não repare. É da Primavera...
Abraço!
EliminarAmiguinha, esse comentario pertencia a outro blog. Peço desculpa. Mas se calhar apagaste o que nao era. Mil desculpas.
Um bom domigo
Bjinho amigo
Mario Rodrigues
Bravo Maria João!
ResponderEliminarO teu blog é um verdadeiro sucesso!!!!
Até o futebol vai lá parar!
Parabens!
Passo por cá todos os dias, mas agora ando com preguiça de escrever....tenho frio....
Beijinhos!
Olá Ligeirinha! Vim só publicar o post de hoje. Duas amigas daqui levaram-me a passear até Colares. Estou muito contente, mas exausta! Agora tenho de passear os cães.
EliminarAgasalha-te bem e não deixes que o frio leve a melhor sobre a tua boa disposição!
Abraço grande!
ResponderEliminarAmiguinha, esse comentario pertencia a outro blog. Peço desculpa. Mas se calhar apagaste o que nao era. Mil desculpas.
Um bom domigo
Bjinho amigo
Mario Rodrigues
Não apaguei nada, amigo! Só cá chegou este e ainda cá está!
EliminarAbraço!
Não apaguei nada, amigo! Só cá chegou este e ainda cá está!
ResponderEliminarAbraço!
EliminarEntao vou la escrever o devido, e depois apagas esse amiguinha.
Um lindo Domingo
Bjinho amigo
Mario Rodrigues
ResponderEliminarEntao vou la escrever o devido, e depois apagas esse amiguinha.
Um lindo Domingo
Bjinho amigo
Mario Rodrigues
ResponderEliminarAmiguinha, está lindo este poema. Sou de Almada, mas num passado muito recente vivi 6 meses em Aljustrel. Só te digo que adorei. O povo alentejano, é magistral. Dado, simpatico e com um sentido de humor extraordinario.
"Nenhum caminho é longo demais
quando um amigo nos acompanha"
Um optimo Domigo
Bjinho amigo
Mario Rodrigues
Obrigada Mário! Eu sou de Oeiras, mas semprei tive uma tremenda atracção pelo Alentejo!
EliminarAbraço!
O Fragiu me de o endereço
ResponderEliminarE aqui eu poderi entrari
Posi duvidei da escrita
Achando que me gozari
É que sou brasilera sim
E virei fã do fragiu
Pensê quê era mentira
Daquilo que me farari.
Andando por lá
E andando por cá
Percebiri que era verdadi
Aquilo que ele me farari.
Jinhos
Beijinho prá você também, Velucia. Isso é que é espírito de "Acordo Ortográfico"! Sê muito bem vinda! Acho até que já "conheço você"...
EliminarAbraço!