MAR, CÉU E NATUREZA

 


De quanta coisa neste mundo amares


Ama a centelha viva acesa em ti...


Nas coisas que estiverem por aqui,


Ama-te nos reflexos que encontrares,


 


Pois se te vês naquilo que conheces


O Mundo serás tu e tu o Mundo...


Em verdade te digo que confundo


O próprio Mundo com as minhas preces...


 


Se te encontrares no Céu, na Natureza,


Se o Mar amares serás, tenho a certeza,


Alguém que encontrou já o seu caminho


 


E, então, serás reflexo da beleza,


Desse estranho ideal que me tem presa,


E nunca mais te irás sentir sozinho...


 


Soneto dedicado ao meu amigo Fisga (Eduardo)


pois nasceu de um comentário feito por ele, em que afirmava amar o Mar, o Céu e a Natureza.


 


(Imagem retirada da internet)


 

Comentários

  1. Olá Jo. Passei como sempre. Desta vez deixo um beijinho.

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    1. Boa noite, Bó Fá. Seja muito bem vinda... aos comentários, porquanto me diz ser visita habitual do poetaporkedeusker. Comente sempre que muito bem entenda! Eu gosto muito deste feedback e é sempre um prazer encontrar "gente nova"!
      Um abraço!

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  2. Olá Maria João

    Maravilhoso soneto e o ?Fisga deve ficar muito feliz por isso.

    Parabéns mais uma vez.

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    1. *Correção.

      Esta interrogação é minha mão que deslizou na tecla. Foi um erro.

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    2. Olá Velucia. O Fisga, hoje, não estava muito animado. Pensei poder animá-lo um pouquinho, mas penso que ele não viu ainda a dedicatória. Ele costuma comentar diariamente e hoje ainda não comentou...
      Um abraço grande!

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  3. Bonita dedicatória vai ser muito bem recebida pelo "Fisga"ele vai ficar todo contente, eu até estou admirada de hoje ainda não ter aparecido, espero que não lhe tenha acontecido nada.
    Para si minha amiga vai um abraço, boa noite

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    1. Também estou admirada e um pouco preocupada pois no post de hoje ele dizia que não se sentia muito bem. Pensei que o pudesse animar um pouco, mas penso que ele nem leu...
      Esperemos que esteja apenas ocupado com as suas novas pesquisas.
      Um grande abraço para si!

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  4. corri a bom correr para me sentar e aplaudi-la. Já sentada estava toda a gente, mas ainda cheguei a tempo de dizer que, mais uma vez, este soneto é belíssimo.

    abraço do tamanho deste soneto, minha amiga

    António

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    1. Obrigada, Poeta. Eu num palco... fraca figura a minha, a falar de coração nas mãos, sem recorrer a papéis, a perguntar à directora do espectáculo se já era "hora de me calar"...
      estou a tentar descrever a minha "actuação" durante a pequena homenagem que me foi prestada pela APP...na! Não sou um "animal de palco"! Mas agradeço a sua "corrida de fundo". Acabou por ver uma Maria-Sem-Camisa a fazer o papel de si mesma...
      m grande abraço!

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