DE PASSAGEM V
De passagem me vivo e me acrescento
E, ao partir, estarei multiplicada
No eco dos meus passos nesta estrada
Que percorro sem sombra de lamento.
De passagem me sei e me procuro
Semeando de mim por terra e mar.
Por quanto recebi vos quero dar
Um pouco do que sou... enquanto duro.
De passagem. Estou sempre de passagem
E quase a terminar esta viagem
Que a última estação é logo ali...
Adeus! Talvez: - Até ao meu regresso!
A vós qu`inda ficais, eu nada peço
Senão quanta ilusão de vós bebi...
Imagem - "Pã e a Gravidade da Maçã Verde"
Acrílico sobre prancha
76x57cm
Maria João Brito de Sousa, 1999
Lindo.. lindo, mas parece uma despedida. Beijinhos
ResponderEliminarOlá Maria. Confesso que parece uma despedida, mas foi assim que ele "nasceu", nem sei bem explicar porquê... que foi sentido, foi, mas nem sei muito bem porque me estava a despedir . Talvez tiesse algum pressentimento, mas a única coisa que tenho é uma gripezita. Sinceramente não sei.
EliminarBeijinhos para si e para os seus tesouros!
" As amizades existem para que nossa PASSAGEM pela terra,não seja fùtil e sem graça "
ResponderEliminar(João Vitor Rocha)
Um abraço para si do " Belga"
Olá Carlos! É bem verdadeira essa citação de João Vitor Rocha. A amizade é um dos grandes "temperos" da nossa vida e reflecte as maiores virtudes do ser humano. Um grande abraço para si da "Poeta".
EliminarA sua passagem é muito bonita, e vai deixando a cada passo "Flores" que me alegram os meus dias, e de muito mais pessoas que como eu admiram a sua Poesia, e se Deus quiser a sua passagem vai ser demorada, porque tem ainda muito para dar, e também para receber,.
ResponderEliminarUm grande abraço
Ontem acabei por não publicar o soneto que me ofereceu, mas hoje vou faze-lo
Boa noite, minha amiga. Até me dava muito jeito ficar por cá mais uns bons anos. Esperemos que sim, porque, quanto mais não seja,ainda me sinto muito cheia de poesia por nascer, quero publicar toda a obra do meu avô e espero, um dia destes, conseguir "desenferrujar" um bocadinho e voltar a pintar. Ainda não sei se vai ser carvão, pastel de óleo, óleo, acrílico ou aguarela mas que o "bichinho" da pintura j´anda outra vez a mexer comigo, anda!
EliminarUm grande beijinho.
Que andas a fazer ás 23.04?
EliminarNão te tratas?
Ai , ai poeta......
Beijos grande e as melhoras!
Olha, ando aos pulinhos, a ver se consigo abrir a caixa de correio! Agora vou tentar com o Opera porque com o IE não dá. Então, já estás mais calminha, ou continuas zangada?
EliminarBeijinho!
Zangada com quê?
EliminarNão estava!
Tou cá amanha vou estar com a nossa amiga....!
Estavas pois! Até ficaste assim;
Eliminareheheh...
Beijinho!
Olá Maria!
ResponderEliminarGostei de ler este Soneto.
"Adeus! Talvez: - Até ao meu regresso!"
Não duvides!! Sei que como diz é seu orgulho, mas não será "talvez", será com certeza.
Acho que entendes o que estou querendo dizer.
E espero que ainda tenha muito tempo pára publicar os escritos de teu avô. Assim ele o quer... A publicação e quem sabe o reconhecimento.
Tudo vai dar certo.
Um abraço
* CORREÇÃO
EliminarEste acento no "pára" foi sem intenção, meus dedos devem ter escapados ao lado.
Desculpe.
Tudo bem Velucia? Também espero ter tempo e entendi o que disseste. O meu próximo soneto já está a nascer e vai ser dedicado a ti!
EliminarUm beijinho!
Bom dia Free! Obrigada por esse jardim que me desejas!
ResponderEliminarUm grande abraço para ti!