UM VOO DE PARDAL * Eu, que tanto o pratico, sei tão mal As razões de voar do próprio engenho… Sinto que é muito meu, mas sei-o estranho E chego a acreditá-lo original Por vezes, volitando, é um pardal Que por mim passa a ver quando o detenho, Sabendo que eu, sem asas, não desdenho Um timorato adejo ocasional… E logo as mãos me adejam no teclado Por causa de um pardal me ter tentado, Por obra de tão parca tentação Que é caso pra dizer que ter voado Tem sempre uma razão, sempre um culpado E as culpas nunca são da própria mão… Maria João Brito de Sousa – 05.09.2012 – 20.10h Imagem de pardoca, retirada da net, via Google
Obrigado pelo filme que me enviou, é muito bonito.
ResponderEliminarEntão como foi a sua noite de Natal, espero que que tenha sido boa e que esteja melhor, eu neste momento estou com a minha família , e a pensar que há muita gente que não tem a mesma sorte.
Um abraço e um resto de dia de Natal com muita Paz.
Olá, minha amiga. A noite, aminha noite, aquela que o meu corpo viveu enquanto estava cheio de febre, não foi lá muito boa. Estive em casa, a "curtir" uma gripe daquelas... hoje continuo com gripe, mas fui almoçar com um casal amigo e vi um pouco de televisão, coisa que já não fazia h´muitos meses. Ri-me com o Mr. Bean. Agora, tirando o facto de me doer o peito quando tusso e de estar com febre, sou feliz, como habitualmente.
EliminarEste vídeo que aqui deixei tem uma história e uma música que eu cantava muito às minhas filhas. Acho-o muito bonito e serviu-me para colmatar a ausência de inspiração que esta gripe me trouxe.
Um abraço grande!
As suas melhoras, Boa Noite e até amanhã
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