(Soneto em decassílabo heróico) Meu espanto, como bicho degolado, É este quase-nada, este destroço, Que embora reduzido a pele e osso Faz frente a quem o tenha encurralado, É este não temer ser confrontado Com força natural, fera ou colosso, Que nega a frustração do “já não posso!” E muda, à dura sorte, o resultado. Meu espanto mora em mim, comigo vive, Mas pode exacerbar-se onde eu nem estive Se as asas dum poema o transportarem, Porque traz quanta força eu jamais tive Se enfrenta humilhação que o esgote ou prive Da voz que os sonhos meus lhe não negarem. Maria João Brito de Sousa – 30.10.2013 – 15,16h Imagem retirada da página do Partido Comunista Português
Obrigado pelo filme que me enviou, é muito bonito.
ResponderEliminarEntão como foi a sua noite de Natal, espero que que tenha sido boa e que esteja melhor, eu neste momento estou com a minha família , e a pensar que há muita gente que não tem a mesma sorte.
Um abraço e um resto de dia de Natal com muita Paz.
Olá, minha amiga. A noite, aminha noite, aquela que o meu corpo viveu enquanto estava cheio de febre, não foi lá muito boa. Estive em casa, a "curtir" uma gripe daquelas... hoje continuo com gripe, mas fui almoçar com um casal amigo e vi um pouco de televisão, coisa que já não fazia h´muitos meses. Ri-me com o Mr. Bean. Agora, tirando o facto de me doer o peito quando tusso e de estar com febre, sou feliz, como habitualmente.
EliminarEste vídeo que aqui deixei tem uma história e uma música que eu cantava muito às minhas filhas. Acho-o muito bonito e serviu-me para colmatar a ausência de inspiração que esta gripe me trouxe.
Um abraço grande!
As suas melhoras, Boa Noite e até amanhã
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