FORA DO SISTEMA...

 


Este post vai ser publicado com a opção “pré-datação” e constantemente actualizado em termos de horário, de forma a que, quando esteja visível possa significar que fiquei sem acesso à internet.


Tenho, com efeito, um acesso de banda larga, USB, da TMN em atraso de pagamento. Não houve desleixo. Houve apenas uma tentativa de chegar até onde pudesse e, por vezes, um pouco além. De ser profunda e intensamente “Eu mesma”… aquela qualidade da qual Deus, mais tarde, me pedirá contas…


Penso que não seja novidade para ninguém que estou a auferir de um subsídio da Segurança Social, no valor de 181,91€… foi aumentado, este ano, para 187 e alguns cêntimos de que não consigo, neste momento, lembrar-me com matemática exactidão. A Crise, – o raio da crise! – pelos vistos, anda a fazer grandes estragos em muito boa gente e as beneméritas que me auxiliavam com os animais não lhe escaparam… diminuíram consideravelmente os donativos para o “hospital veterinário” aqui do 4º Frente.


Também não é novidade – penso eu… - que de vez em quando tenho de comer qualquer coisinha. Opto, quase sempre, por uma sopa ou uma meia-de-leite no cafezinho da esquina, por razões que, a mim, me parecem óbvias… mas que talvez só o sejam… para mim. Para mim que pago, sozinha, as contas de água, de gás e de electricidade. Para mim que tenho de distribuir pelas 24 horas que os dias ainda têm – pelo menos para mim e para os animais que comigo coabitam… - o cuidado, higiene e tratamento de 15 criaturas vivas. Contando comigo.Para mim que, estando em casa, não paro um minuto para descansar porque assim o exige esta minha pequena multidão. Para mim que, de alguma forma, estou convicta de ter sido algo dotada em termos de escrita e traço e me encontro, portanto, na obrigação moral de partilhar esses dons. Para mim que, muito ao contrário do que possa parecer, até não sou estúpida de todo e considero que uma vida vale muito mais pela sua qualidade do que pela sua quantidade. Para mim que me sinto, também, na obrigação – alegre obrigação porque é com muito gosto que dialogo através da escrita – de responder aos comentários que diariamente vão deixando nos meus blogs


E, quantas vezes, não tenho de “inventar” horas sobressalentes para “colar” aos dias em que, ininterruptamente, trabalho . Todos os dias.


 


Toda esta prosa para vos dizer que o meu acesso à internet foi cortado, que tenho mais dívidas do que aquelas que gostaria, sequer, de imaginar e que não senhor. Não sou calona nem gastadora. Desenganem-se os descrentes. Não uso a internet para me divertir ou namorar. Não vejo filmes. Não jogo jogos. Não.


 


Eu tive, sempre, a certeza – ou a ilusão? – de ter usado a internet para trabalhar. Para crescer enquanto ser vivo e para, na minha opinião, contribuir para que outros pudessem melhorar um pouco. Penso ter dado o meu melhor. Penso que nada mais – e nada mais importante – se pode exigir a um ser humano. Malgré tout.


 


FORA DO SISTEMA.


 


 


 


PS - Dentro ou fora do sistema, seja qual for a minha orientação espacial ou espácio-temporal, estarei, sempre, profundamente grata a todos os que contribuíram - muito ou pouco, não interessa! - para que os meus dias online não tivessem terminado mais cedo.


Um muito obrigada e um grande abraço de cometa.


 


 


 


 


... era uma vez um cometa que passou e deixou, atrás de si, algumas centenas de sonetos, muitos abraços - todos os que tinha -, sorrisos, algum espanto e também algumas lágrimas.Porque é este, afinal, o destino de todos os cometas.


 


 


 


 


 


 


 


 

Comentários

  1. E eu que não consigo entender este sitema de internet de vocês!
    Eu pago sempre o mesmo tanto de acordo com meu contrato.
    E olha que é Brasil, onde tudo se paga, imposto pra cá, imposto pra lá, e assim vai.
    Mas também tenho internet banda larga, a qual não utiliza a linha telefônica, mas não é fixa; com isto tenho 500 minutos de telefone local (com excessão de interurbanos nacionais e internacionais) e a internet por R$ 90,00 (noventa reais) já incluído o modem. O quê encarece a internet em Portugal?
    E os blogs não são gratuítos?
    Comentários não são gratuítos?
    Ou poderiam ser a quantidade de e-mails que aumenta o valor?
    Alguém pode responder? Já que a Maria (poetaporkedeusker) está sem a internet e não mais poderá publicar os tão belos sonetos.

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    1. Olá Vera. excepcionalmente, embora o prazo tenha terminado ontem, ainda estou online. Peço-vos que me desculpem alguma tristeza nas respostas que conseguir dar. A Lupa morreu às 5.30h da madrugada e já a vieram buscar, do canil. Eu não me sinto nada bem e não sei explicar isso da internet. Não sei mesmo. Parece que tem a ver com downloads e uploads, mas não entendo muito bem.
      Um beijinho grande. Tentarei responder enquanto tiver rede e deixei alguns posts em pré-datação. Penso que mais dois ou três, mas não me lembro bem.

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  2. Bem...que dizer perante estas palavras?

    Digo que já me faltas e que pareçe que não estou a acreditar que não vais voltar, alias, quero pensar que é apenas um momento passageiro e que mais dia menos dia aqui estás de volta com a beleza e humanidade dos teus sonetos.

    Volta depressa, eu não te esqueçerei NUNCA.

    Beijos e ( quase de certeza ) ATÉ BREVE

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    1. Olá Free. Ainda tive acesso, nem sei como pois o prazo de corte já foi ultrapassado. A minha amiga Lupa morreu e eu não me sinto muito bem, mas tentarei responder-vos enquanto puder.
      Um grande abraço.

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  3. Fiquemos por um até breve se não puder ser um até já!
    E fiquemos com as palavras aqui postadas que enriqueceram os nossos dias e nos ajudaram a ser melhores.
    Obrigada!

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    1. Aconteceu ser um "até Já", Eva, mas por muito pouco tempo, com certeza, pois o prazo de corte já foi ultrapassado. Tentarei responder enquanto puder e deixei dois ou três posts em publicação pré-datada. Não estou muito bem. Não foi fácil a partida da Lupa, esta madrugada.~
      Abraço grande.

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  4. Vou digerir...Beijinhos!
    Já soube da partida da Lupa, foi melhor para ambas.....e fizeste TUDO o que podias! Beijinhos grandes

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    1. ...porque os poemas nascem, alimentam-se, crescem, reproduzem-se e não morrem, um até breve.
      Abraço forte!

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    2. Um abraço grande Carla. Não sei como, mas ainda estou online. A minha companheira e amiga morreu hoje às 5.30h. Peço desculpa. Não me sinto muito bem.

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    3. Minha Ligeirinha. Ainda tive acesso, nem entendo como. A Lupa já está a repousar. Quando eu era pequenina, teria seis ou sete anos, fiz um longo poema a um velho gato preto e à sua partida. Não me lembro dele todo e perdeu-se como tantas coisas, mas sei que acabava assim: "E o velho gato preto vai para o céu dos animais. " Lembro-me de que o ilustrei, com uma estilizaçao de um gato num telhado, árvores ao fundo e chuva... caía a noite quando esse gato morreu. Terei ficcionado, provavelmente, mas lembro-me de ter chorado enquanto o escrevia... senti-me assim, outra vez, nesta madrugada que passou.
      Beijinho grande.

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  5. Olá minha grande amiga, Maria João. Eu não quero acreditar no que acabei de ler. E espero nunca vir a acreditar, porque é mau de mais para ser verdade. Tu tens que continuar, tens que voltar, eu vou continuar a comentar e tu vais constatar isso quando voltares, eu espero religiosamente por ti. Um grande abraço Até breve. Eduardo.

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    1. Um abraço grande, Eduardo. Ainda estou online, mas nem sei como. Podes telefonar quando quiseres os livros, só te peço que me dês uns dias porque a Lupa morreu esta madrugada e eu não me sinto nada bem.

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    2. Olá amiguinha. Quanta alegria, por te saber on, Fiquei muito triste por ti sabendo que a lupa já te deixou, mas muito feliz por te saber ainda no ar. Quanto à lupa, pois tu já sabias que era esse o caminho esperado, Agora tens que encarar as coisas com coragem e tens um pró, que é teres mais animais que chegam ainda para te dar que fazer. Pior ficou a nossa amiga Luísa, que ficou sem nada, e ela com muitas dificuldades lá tem conseguido ultrapassar, tem que ser assim. Olha amiga com os livros não te rales, que eu tenho tempo Um desses que eu vou comprar, é para a amiga Luísa, mas ela também não está aflita com pressa do livro. Um abraço Para ti e tudo de bom. E tem paciência com a tua cruz. Eduardo.

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    3. Estou serena, Eduardo e já nem me espanto muito por ainda estar online. O Kico também está doente e está muito saudoso da sua companheira. Tenho de lhe dar ainda mais atenção e carinho, mas ando muito cansada porque ela andou meses a declinar e estava constantemente a precisar de ir á rua, mesmo durante a noite. Acumulei dívidas e cansaço que davam para um batalhão e preciso de descansar um pouco. O poetaporkedeusker foi cedidoà Editora e eu confio nela. Quando deixar de responder é porque o acesso foi cortado.
      Abraço grande.

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    4. Olá amiga João. Tu tens razão para estares um pouco descorçoada com a tua vida, mas tens que tentar ser positiva, para o teu próprio bem, quanto ao Kico. Sabes que podem ser só saudades a doença dele. Já não é o primeiro caso de morte por saudades nos animais. É muito mais frequente nos animais que nos humanos, Nos humanos houve o caso de Teresa e de Simão, Romeu e Julieta, e pouco mais. Nos animais acontece muito isso em especial com pena do dono, quando o dono, ou por morte ou por outra causa qualquer se afasta, Se ele também morrer, pensa que é a previdência divina que te está a aliviar dessa grande carga que tu tens. Amiga eu queria muito encontrar-me contigo, porque se não fosse assim eu podia mandar vir os livros, mas se tu vês que é para ti um incómodo muito grande, diz-me que eu mando-os vir em primeiro que tudo está o teu descanso e o teu sossego. Um abraso

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    5. Não é incómodo nenhum, Eduardo. Hoje é que penso que não vai ser possível porque estou ainda meia "tonta" com estas duas ausências e porque a Minerva tem de ir ao veterinário, mas eu já cá tenho os livros que encomendei para ti. Pode ficar para amanhã, amigo? E poderíamos encontrar-nos aqui, em Oeiras?

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    6. Olá amiga João. Olha é assim eu estou como o Raul Solnado, com os comprimidos para as pestanas, Ainda há duas oras que eu tinha disponibilidade em qualquer um dos dias, e agora há cerca de meia hora recebi a noticia que vou cá ter amanhã duas netinhas uma de 9 e outra de 5 anos e só vão embora na segunda feira, por essa razão eu só poderei ir ai na Terça feira mas se nada mais se alterar, eu na terça feira saio daqui a seguir ao almoço e quando for umas 3,30 4 horas estarei em Oeiras e depois eu telefono-te Porque eu vou de comboio, e quando chegar a Oeiras telefono-te. se algo surgir até lá eu digo-te ,está certo?. Um abraço Eduardo.

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    7. Está bem, amigo. Fica, em princípio, para 3ª Feira. Se eu, entretanto, ficar sem net, tenho o número de telemóvel aí no blog, no perfil.
      Fico contente por teres as netinhas contigo. Depois combinamos.
      Abraço.

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    8. Olá amiga. Obrigado pela tua compreensão. Eu estava preocupado se tu tivesses, que pagar estavas com o dinheiro empatado e a fazer-te falta, mas como só pagas depois não estou preocupado. Eu na segunda feira contacto contigo. Um Abraço Eduardo.

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  6. Querida Poeta. Olhe, já me fez chorar. Que coisa... pensar que vamos ficar privados da sua companhia, ainda que virtual, é damasiado triste. A nossa esperança é que consiga "dar a volta por cima" e volte ao nosso convívio. Rápidamente, se possível.
    Beijinhos

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    1. Olá Fá. Não sei como, mas ainda estou online, apesar do prazo ter terminado ontem. A Lupa morreu e eu não estou muito bem, mas tentarei responder enquanto tiver acesso à net.

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    2. A partida de um amigo é sempre dificil de digerir, eu sei por experiencia própria.
      Mas temos que pensar um pouco neles também e saber que eles estão bem, seja lá onde for, tem que nos reconfortar de alguma forma.
      Beijinho

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    3. Beijinho, Fá. Foi uma agonia muito prolongada, não foi fácil. Agora está em paz.

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  7. Amiga João

    Duas tristezas num só dia é muito.

    A alupa prtiu, mas foi melhor assim, tem mais descanso.
    Agora essa de não poder aceder´â nete essa não consigo digerir, de chegar aqui e não ver mais os seus belos poemas.
    Até já, Amiga João, pois não quero acreditar que assim não seja.

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    1. Ainda tenho acesso, nem sei como, minha querida Maria. O prazo de corte terminou ontem. Tentarei responder enquanto puder.
      Um beijinho grande.

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  8. A morte da nossa querida Lupa, e agora esta noticia também... Estou muito emocionada e não tenho sequer palavras. Sabes que gosto muito de ti e que és,e serás sempre a Minha Poeta!
    Ate breve!
    Bj grande da Paula

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    1. Um beijo também para ti, Jo. Eu, por enquanto, ainda tenho acesso, mas a qualquer momento posso deixar de ter. Enquanto puder, respondo e ainda tenho uns posts em pré-datação.

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  9. neste exacto momento queria estar aí....juntinho a ti.
    Nem precisava de dizer nada, apenas te queria abraçar e deixar o pranto rolar. Sim, que isto de gostar de alguém é mesmo assim, não são só sorrisos, as lágrimas tambem nos unem.
    Eu sei, tu SABES que nada na vida é por acaso, e as montanhas que nos obrigam a palmilhar sofridamente tem um objectivo. Eu não acredito que nada te irá calar.
    Beijo e que o rasto do teu cometa nunca perca o fulgor

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    1. Obrigada, Flor. Eu ainda estou com acesso, mas depois não sei... o rasto já ficou por aí e a minha forma de estar continua a ser a desse mesmo cometa que deixou os tantos sonetos. Ainda tenho muitas vidas pequeninas a precisarem de mim, aqui em casa...
      Um grande abraço.

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  10. Olá poetisa! Fiquei chocado com o que li. Custa muito acreditar que a minha primeira amiga aqui na blogosfera vai deixar de nos deliciar com a sua mestria. Do fundo do coração, espero que este afastamento forçado não se prolongue no tempo. A poetisa faz-nos muito mais falta do que imagina. Até já minha amiga. Receba este meu beijo de esperança.

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    1. Por enquanto estou com acesso, Manu, embora a data tenha expirado ontem. Mas não entendo porque razão faço assim tanta falta... o Peter também é um excelente sonetista. O asescondidas também... e na poesia de rima livre temos o Manu e tantos outros.
      Abraço.

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    2. Também os acompanho com muito gosto e dou-lhes o valor devido mas a sua falta não se resume à poesia. A pessoa que você é, é que nos faz falta. Abraço.

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    3. Obrigada, Manu. A minha pessoazinha está um tanto combalida, mas há-de voltar a sorrir, de certeza. :)
      Um grande abraço.

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  11. Fui apanhada, e fico chocada com tudo isto. Nem quero acreditar, no que te está a acontecer. Será que não vêem dias melhores?!
    Não posso acreditar, fazes-me falta, mas não estou só a pensar em mim, fico preocupada contigo. Qual a forma de te poder ajudar?!

    Um abraço forte

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    1. Nada, amiga. Desta vez só quero mesmo é esperar que me cortem o acesso. Pela Lupa ninguém mais pode fazer nada. O rasto do cometa fica por aí e eu cedi acesso à editora. Pode ser que ainda apareçam mais alguns sonetos, para além dos qu ficaram em pré-datação. Um já saiu, é o "Caravelas. Tantas caravelas...".
      Abraço grande.

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