O RASTO DO COMETA IV


Deixa o rasto, cometa, deixa o rasto,


Porque um rasto, cometa, vale a pena.


A vida é dia a dia, mais pequena,


Quando se vai perdendo rota e lastro.


 


Deixa o rasto cometa. O tempo gasto


A fazer com que o rasto fique em cena


É o tempo em que a vida, mais serena,


Te deixa ser mais útil, se mais casto…


 


Deixa o rasto cometa. A tua vida


Estará, na dimensão do que sonhaste,


No rasto que de ti nos vai ficando.


 


Deixa o rasto na terra-prometida,


Nas letras das palavras que deixaste


Enquanto tu, por cá, foste passando.


 


 


Maria João Brito de Sousa - 14.03.2009 - 21.42h


 


 


 


 


Imagem retirada da internet


 


 

Comentários

  1. Mª. João

    Lindo poema, belo Livro.
    Parabéns, minha amiga.

    Beijos para todos os da casa e para ti.

    Mª. Luísa

    p.s. já tenho saudades tuas, no meu recanto.

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    Respostas
    1. Obrigada pelas tuas palavras, amiga Maria Luísa.
      Tens razão, ando muito ausente das visits habituais... mas vou já ver o teu cantinho.
      Um grande abraço.

      Eliminar
    2. Mª. João

      Obrigada por responderes; espero a tua visita.

      Beijos,

      Mª. Luísa

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    3. Já lá estive, amiga, e gostei muito do teu poema sobre a confiança.
      Beijo grande.

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