SACIEDADE
Fico dentro de mim, onde o mar cresce
E, ao entardecer, o sol se põe,
Onde, aceso, o luar se sobrepõe
À penumbra da tarde que então desce.
A lua que me nasce é vagabunda
E sabe-me de cor, pede-me tudo...
Eu também a conheço e não me iludo
Mas aceito o luar que então me inunda.
Dou dois passos em frente e três atrás...
E finjo acreditar, faço-me louca.
Sigo as regras do jogo e dou as cartas
Porque, ó lua, afinal o que me dás
Não será o que eu quis mas coisa pouca
Sacia este vazio das almas fartas.
Imagem retirada da internet
Mª João
ResponderEliminarObrigada por te encontrares presente.
Gostei do teu soneto "Saciedade"
Fica dentro de ti, enquanto podes. Saudades aos bichinhos e para ti,
a minha Amizade.
com carinho,
Mª. Luísa
Obrigada, minha amiga. Peço desculpa por só agora responder. Esta gripezita desgastante fez-me "ir à cama" esta tarde e só saí para ir tomar um pingado no cafezinho da esquina. O Kico está melhor, mas a Minera nem por isso.
EliminarUm abraço grande.
Mª. João
EliminarMinerva não est´muito bem, mas Kico está
melhor.
Entretanto a dona está engripada.
Eduardo enviou o teu livro; adorei!!!
Bºs, Maria Luísa
Obrigada, minha amiga. Fico muito contente por me dizeres que gostaste. A revisão é minha e são da minha inteira responsabilidade as duas ou três "gralhazitas" que deixei passar sem dar por isso, mas creio que, no geral, não há grandes erros.
EliminarA Minervinha continua muito, muito magra e fraquinha. Tem até dificuldade em andar. Espero que, com o tempo, ela vá recuperando o peso e a energia.
Um grande abraço.
Lindo soneto! Lindo mesmo.
ResponderEliminarBeijinhos
Obrigada, Rosinha. Estou com as visitas e até as postagens um tanto ou quanto atrasadas. Espero que esteja tudo bem contigo.
EliminarAbraço grande.
Muito obrigada!
ResponderEliminarPor tudo!
Grande, grande abraço!
Grande, grande abraço desde aqui, Eva. :)
EliminarOlá amiga Maria João. A tua inspiração é como o mar imenso que não tem fim, cada poesia tua é sempre melhor que a anterior. Que essa tua inspiração te acompanhe por muitos e bons anos, é o que te desejo. Um grande abraço Eduardo.
ResponderEliminarObrigada, amigo Eduardo. Devo confessar que este soneto já tem uns mesinhos largos. Ontem, excepcionalmente, não me nasceu nenhum soneto. Hoje já nasceram alguns, mas só vou postar um deles.
EliminarUm abraço grande.
Olá amiga Poeta, de nome Maria. Devo dizer-te que continuas com um bom índice de produção, num dia não nasceu nenhum, no dia seguinte nasceram uns quantos, está a funcionar a lei da equivalência. por isso não está nada mal. Um Abraço Eduardo.
EliminarOlá meu amigo. Tens razão, isto bem distribuído acaba por dar mais de um por dia, porque só muito de quando em quando é que não faço nenhum.
EliminarUm grande abraço. :)
Amiga
ResponderEliminarNão podia deixar de lhe deixar um desafio no meu blog.
Bjs
Vou já, amiga. Deixa-me só responder a mais três e-mails que ainda não abri.
EliminarBjo grande.
Amo sonetos! Este "SACIEDADE" que você escreveu ficou simplesmente A-DO-RÁ-VEL!
ResponderEliminarParabéns!
Muito obrigada, Sandra. Seja bem vinda ao poetaporkedeusker.
EliminarUm abraço. :)