TUDO O QUE HÁ-DE VIR, SE DEUS QUISER!
Na Era do Cansaço há céus que brilham
E muito que fazer nos arvoredos…
Despontam, devagar, novos segredos
Como rastos de estrelas que cintilam…
Depois deste cansaço, os passos trilham
O novo espaço cheio dos mil medos
E há, de novo, palavras nos meus dedos
Que as tocam, as soletram, as dedilham…
Ainda este cansaço, a letargia,
Apenas disfarçados na magia
De quem irá fazer o que puder…
Procuro o novo mel de uma alegria
Ou o alívio de uma anestesia
Em tudo o que há-de vir, se Deus quiser!
DE VOLTA AO TRABALHO…
Gostaria de abraçar-vos de verdade mas, em verdade vos digo, que nem forças para um “abraço real” me sobraram. Gostaria de vos prometer o mesmo ritmo de trabalho que em tempos tive, mas seria mentira… e eu não gosto de mentir. Nada vos posso prometer senão o meu melhor, estando bem consciente de que “o meu melhor” já não é o que era há uns meses atrás. Limitar-me-ei a prometer-vos a não desistência, não esquecendo que, por momentos, desisti mesmo de tudo. Desisti de mim mesma e só agora começo a sentir-me grata por esta vitoriazinha do meu corpo físico sobre uma vontade que se diluiu na desistência absoluta e consciente.
Obrigada a todos vós. Obrigada a todos os que mais ou menos directamente me ajudaram a voltar ao Poetaporkedeusker. Agradeço ainda ao Centro de Juventude de Nova Oeiras por me disponibilizar este acesso online, à Paróquia de Sto. António de Nova Oeiras, à Dra. Júlia Santos, ao Padre Aníbal Inácio, à Dra. Sofia Costa e a todas as voluntárias e funcionárias do Centro Paroquial que me tem fornecido o “pão-nosso de cada dia” e ofereceu as suas instalações sanitárias num momento em que eu estava incapaz de tomar, sequer, um banho sozinha.
Esta ideia de recorrer ao Centro de Juventude veio da Maria Helena, da Autores-Editora, a quem, mais uma vez agradeço do fundo do coração.
Todos os vossos telefonemas e sms`s contribuíram para me manter “à tona” e nunca, nunca os esquecerei. J
Gostaria – ó se gostaria! – de visitar os vossos blogs, um por um e sem excepção, mas sei que não será possível. A minha agilidade física e mental degradou-se extraordinariamente, nestas últimas semanas e o horário disponibilizado pelo Centro de Juventude de Nova Oeiras não é exactamente aquele de que eu dispunha quando trabalhava em casa.
Que, em tudo o que venha, possa vir também um dia-a-dia mais calmo e apoiado, para ajudar a estabilizar a saúde.
ResponderEliminarGD abraço
Pareço uma tontinha! Só consigo dizer que estou muito, muito feliz! :))
EliminarABRAÇO GRANDE!
Que saudades. Fica boa depressa
ResponderEliminarBeijinhos grandes
Também estava mortinha de saudades vossas, Fá! Continuo muito fracota, mas já estive muito pior e tenho esperança de voltar a ter um ritmo de vida quase normal. Amanhã vou ao Centro de Saúde de Oeiras, ver se arranjo Médico de Família, porque do hospital ainda não me chamaram para as consultas de Medicina Interna e Gastroenterologia. Isto está complicado porque o meu médico de família reformou-se e as consultas de recurso são mesmo só para urgências e eu, devido às patologias crónicas que tenho, preciso de fazer exames pelo menos uma vês por mês. Mas tudo se há-de arranjar!
EliminarAbraço grande!
Beijões Linda!!! Mesmo na desistência de tudo... alguém acreditou em Ti. Acho que não há contagem para tantos Amigos que tens!
ResponderEliminarOlá minha Carlita! Parece que ainda tinha coisas por fazer, é verdade... agora estou muito feliz por ainda estar por cá, mesmo com a minha vidita tão complicada. Vocês são uns amores!
EliminarBeijão!
Olá, minha Carlita! Parece que ainda tinha umas coisitas por fazer, cá deste lado... vocês são uns amores!
EliminarBeijão!
Boa tarde amiga, que bom "tê-la" de volta, com sonetos muito bonitos e que falam sempre de realidades..
ResponderEliminarFiquei contente por saber que já se sente melhore que as coisas estão a estabilizar.
Para o mês que vem vou fazer-lhe a tão desejada e prometida visita, já arranjei quem me leve de carro, que é mais fácil , agora é só marcar o dia com a minha neta, que agora com os exames não pode pensar noutra coisa.
E do livro ainda não soube mais nada, mas espero que esteja a andar
Um abraço e até amanhã, e "FORÇA"
Está a andar sim senhora! Já entreguei tudo e vai ver que vai ficar um belo livro!
EliminarA Maria Helena tem sido incansável e eu lá fiz tudo a passo de caracol, que é como eu ando agora. Faço tudo muito devagarinho, como se estivesse a sair de uma anestesia qualquer... é estranho. É como se tudo em mim funcionasse num tempo diferente... mas o que interessa é que ainda vai funcionando!
Um grande, grande abraço!
Agradeço muitíssimo a Deus por você estar se recuperando. Peço a você, querida Maria João, que tenha em mente sempre o seguinte pensamento: É DAQUI PARA MELHOR, COM JESUS ADIANTE!
ResponderEliminarAbraços.
Obrigada Sandra! Sempre terei isso em mente. Sempre! Agora disponho de muito pouco tempo para estar convosco, mas é uma maravilha poder voltar!
EliminarUm abraço grande!
Olá poetisa! As palavras sempre estiveram nos seus dedos, ansiosas por pertencerem a um dos seus sonetos. E os amigos, que são mais que os dedos de duas mãos, sempre estarão de braços abertos para ler as suas palavras. Abraço grande.
ResponderEliminarp.s. um passo de cada vez até ao regresso à normalidade, ok?
Pois é mesmo um passito - e pequenino! - de cada vez, Manu. E, às vezes ainda me desequilibro um bocado. Mas cá vou conseguindo vir até ao CJO e garanto que já estive muito, muito pior do que estou... embora ainda esteja com ar de fantasma. Já me disseram que parecia uma morta-viva... respondi que seria bem pior se parecesse uma morta-morta e acabou tudo em gargalhada... mas devagarinho porque até rir me cansa.
EliminarEstou a ver que hoje mal tenho tempo para vos responder... mas ainda vou tentar umas visitinhas rápidas.
Abraço grande!
Olá poetisa! As palavras sempre estiveram nos seus dedos, ansiosas por pertencerem a um dos seus sonetos. E os amigos, que são mais que os dedos de duas mãos, sempre estarão de braços abertos para ler as suas palavras. Abraço grande.
ResponderEliminarp.s. um passo de cada vez até ao regresso à normalidade, ok?
Hoje quebro o meu silêncio. Tenho vindo aqui frequentemente colher notícias sobre a evolução da sua situação (anteriormente também vinha, mas para ler os seus poemas) … Agora, que tudo começa a encaminhar-se para uma “normalidade” quero dizer-lhe que tem demonstrado muita força e também muita vontade de se agarrar a todas as “tábuas de salvação” que lhe foram surgindo pelo caminho! Ainda bem que existem “tábuas de salvação” e ainda bem que a Maria João teve força para as agarrar… Quero ainda acrescentar que desejo a continuação dessa força interior, e o crescimento da força física, até ao dia em que chegará a completa normalidade. Um forte abraço! E obrigada pela escrita que nos oferece.
ResponderEliminarMaria de Jesus
Obrigada Maria de Jesus! Obrigada pelas suas visitas e por esta quebra do silêncio. Tem razão, tenho sempre conseguido agarrar a tábua de salvação, mesmo quando tudo parece mais do que perdido... mas isso é porque alguém mas vai estendendo e eu estou muito, muito grata por isso.
EliminarAbraço grande!
Querida João
ResponderEliminarQue felicidade estares aqui novamente, escrevendo os poemas que tanto nos encantam.
Beijinhos
Desculpa eu ainda não te ter visitado, Maria. Há pouquinho dei um pulinho ao Amador do Verso e a maquineta ficou toda confusa e não me queria deixar voltar para responder aos vossos comentários... está tudo a funcionar em câmara lenta, principalmente eu mesma...
EliminarUm grande abraço!
Como te deves sentir orgulhosa, tantos amigos sinceros que tens, que sempre esperam por ti, e aguardam ansiosos os teus belos sonetos.
ResponderEliminarOrgulhosos também ficamos, pela força que tens, e pela amiga querida que tu és de todos.
Não tens que agradecer... nós sim .
E aguardar que tudo passe um pouquinho a cada dia , para te sentirmos com melhoras.
És uma querida
Um beijinho grande, gostei muito do poema
Tu também és uma querida. Vais ter de arranjar muita paciência para aturar os meus novos ritmos. Pareço um caracol acidentado, porque um caracol normal é muito, muito rápido, ao pé de mim!
EliminarNão sei quando conseguirei retomar as visitas... estou aqui, sem publicar nada, e ainda não respondi nem a metade dos vossos comentários...
Um beijo grande!
Querida amiga,
ResponderEliminarFeliz por vê-la de volta, triste pelas limitações existentes.
Possui uma coragem e força de vontade que eu não tenho (nunca tive), mas para já o que interessa é que já regressou.
Faço votos para que consiga recuperar mais.
Como fiz noutras ocasiões «roubei» um soneto.
É difícil resistir.
Um abraço
Obhrigada meu amigo! E obrigada, também, por me "roubar" um soneto! Sabe que eu fico toda "babada" quando sou roubada dessa maneira. Peço desculpa por não ter tempo para fazer visitas, mas hoje ainda nem consegui publicar nada. Por enquanto estou muito, muito "atadinha" e muito lenta. Tão lenta que mal dá para acreditar.
EliminarUm grande abraço!
Cara amiga,
EliminarO que importa são as suas melhoras.
Nada tem que me agradecer ; é uma
forma modesta de prestar merecida homenagem.
Não precisa gastar energia a responder.
Primeiro está o seu trabalho.
As melhora e um abraço
Olá, poetisa:
ResponderEliminarSeja bem-vida! Não precisa de contar o que lhe aconteceu. O que importa realmente é que está de volta, com energia renovada nos seus dedilhados versos.
Um enorme abraço cheio de força e saúde para si
António
Ai, Poeta! Eu estou lenta, mas esta maquineta também está! Fiquei que tempos a tentar abrir a caixa de diálogos... já nem sei se a culpa é toda minha. Só sei que hoje nem consigo publicar, quanto mais fazer-vos uma visitinha... só espero poder vir a retomar o meu ritmo anterior.
EliminarUm abraço enorme!
Convite pessoal
ResponderEliminarÉ com muito prazer que vos convido a participarem em:
*Dancing in the Moonlight* by:
http://free-stile.blogs.sapo.pt/
Free! Dançar ao luar? Isso é lindo, lindo, mas eu estou mais viradota para "desmaiar ao luar"... vamos lá ver o que eu consigo fazer. Caramba! Parece que hoje nem consigo postar!
EliminarUm abração grande... mas devagarinho porque eu estou sem força nenhuma, nenhuma.
Descubro que voltaste e fico feliz.
ResponderEliminarInformo que a vergonha me invade...
De não ser mais assídua ao teu blog
De estar a zeros monetários
De querer e não poder.
Somos o que resta da nossa força de vontade
Somos o que nos vai dando a sociedade
A amizade e o bem querer...
Somos o espelho do que por aí vem.
Um grande abraço e ainda bem que voltaste e que há boa gente sempre pronta a ajudar. Para esses o bem-haja de sempre.
Amiga Azoriana! Olha que um dos meus problemas é mesmo estar muito abaixo do zero monetário... mas nem quero pensar nisso agora! Ainda estou viva e isso já é uma benção! Tenho muito pouco tempo para estar convosco e, ainda por cima, como estou lentíssima, parece que não rende nada... mas hei-de melhorar!
EliminarUm abraço grande, grande!