SOLTAR AS PALAVRAS
Já emendei
PEDIDO DE DESCULPAS - Suponho que tenha havido um mistério qualquer - que pode muito bem ser fruto da minha proverbial distracção crónica - com o penúltimo verso da última estrofe deste soneto. Talvez o nosso batráquio tenha engolido algumas palavras só para me contrariar... sei lá... já emendei. Melhor, já soltei as palavras que tinham sido "sequestradas"...
Soltemos as palavras sem fronteiras
Com o fogo, o calor de uma paixão,
Com criatividade e correcção
Mas sempre genuínas, verdadeiras.
Palavras. Mil palavras prisioneiras
Esperando o mundo livre da ficção
Ou, tão-somente, a simples descrição
De um momento de fugas derradeiras.
Soltou-se uma palavra e mil se seguem
Imparáveis, libertas, contundentes,
Mas sempre susceptíveis de leitura…
Pessoais pois são elas que nos medem
Quando em nós se tornarem mais urgentes,
Mais ricas, mais fluidas e mais puras.
Olá Minha querida Amiga João. Que alegria. Já não me lembro que tivesse adicionado algo teu, e hoje apareceu-me algo belo obrigado. Abraço Eduardo.
ResponderEliminarObrigada, amigão! E já que gostas tanto das minhas redondilhas, também me nasceu uma em directo no http://asmontanhasqueosratosvaoparindo.blogs.sapo.pt/ ... foi só ir tomar um cafezinho ao pátio e elas lá vieram, como se me estivessem a ser transmitidas pelas três andorinhas que me sobrevoavam...
EliminarAbraço grande!
Amigo Eduardo! Adicionaste um poema que tinha perdido algumas palavras... só agora dei pelo erro e já emendei.
EliminarAbraço grande!
Magnífico soneto, admirável poeta!
ResponderEliminarQue Deus continue iluminando-a sempre!
Obrigada, Sandra! Deus deixou-me descansar um bocadinho, depois desta crise grande, mas está tudo a voltar, devagarinho, devagarinho.
EliminarUm grande abraço!
ResponderEliminarSoltemos as palavras...
e me aparece a "saudade"
Que fazer? Como entender?
Dividida em duas partes,
partida aos pedaços,
Lembranças minhas
de tão longe
e tão perto
dos teus poemas
e da minha forma livre
de dizer...
da amiga,
Mª. Luísa - Brasil
Amiga Maria Luísa, a saudade é um belo sentimento, só temos de aprender a lidar com ela. Não podemos deixar que tome as rédeas e se torne tirana. Se a materializarmos em palavras ela torna-se tão terna, tão cúmplice...
EliminarEstou com alguma dificuldade em abrir os vossos comments e entrar nos vossos blogs. Esta net só fornece uma velocidade de dois Megas a cada um dos pcs e os blogs t~em uma dinâmica que exige uma maior velocidade, para se poderem comportar como "blogs educados"... que posso fazer? Estrebucho e... nada! Só abrem quando o rei faz anos...
Um grande abraço para ti e para todo esse Brasil irmão!
Olá Maria
ResponderEliminarEu sempre prefiro o mundo não fictício.
É pena que ainda há pessoas que preferem
ignorar este mundo real e viver de mentiras, ilusões, e ainda fazer e escrever os sentimentos alheios colocados com uma mentira.
Meus poemas nunca forma fictícios. Sempre foram muito reais.
A pena minha é que há pessoas a enganarem as outras.
Ps. Desculpe o desabafo, mas acho que me entende.
Vera, eu já estava preocupada! Nunca ninguém levantou a voz contra ti nos meus blogs! Eu agora tenho muito pouco pouco tempo para visitar outros blogs, mas tenho a certeza de que ninguém, nunca, disse mal de ti nos meus blogs! Sei que existem muitas pessoas que não medem as palavras e outras que até podem tentar fazer a sua maldadezinha, mas eu não tenho conhecimento disso, em relação a ti. Comigo passou-se aquela maluqueira toda que tu já conheces, mas também admito que reagi de forma exagerada e que fiz dum ratinho um elefante. Além do mais fiz deduções erradas porque estava num estado emocional deplorável. O poetaporkedeusker sempre foi para mim "o meu trabalho" e eu estive mesmo alguns dias sem conseguir ter acesso à net. Aquilo foi terrível para mim. Explodi, fui mal educada para muita gente, abri garras de gato assanhado e ataquei quando pensei estar a ser atacada. E fui mesmo, mas penso que foi uma coisa mínima que eu deixei que se agigantasse. Neste momento não faço a menor ideia do que se terá passado contigo mas espero, do fundo do coração, que tudo tenha serenado.
EliminarUm abraço grande, grande.
Olá Maria
EliminarTudo bem. Sempre tive em teu blog inspiração para escrever, mas estou dando um tempo para mim depois que aconteceu tantas coisas comigo, principlamente quando cheguei na cidade do Porto. Você não tem idéia! Quem sabe um dia conto! Mas há quem sabe! Eu pude sentir e ver tudo que fizeram e agora, só tenho pedidos a fazer, e este pedido será para uma pessoa que também tem um blog. Ela poderá fazer por mim, e também, não sei o porquê isto deve ser feito. Só sei que preciso fazer algo aqui em Portugal antes de partir para o Brasil, só assim tudo estará serenado.
Ore por mim! No momento é o que preciso.
Posteriormente talvez escreva em livro contando tudo o que aconteceu desde que comecei a escrever aquelas poesias, como Velucia e como Re-nascer; isto é, se ninguém roubou meus poemas. E peço imenso perdão por não poder ir conhecê-la.
Ps. Grande abraço.
Não tens de pedir perdão, Vera. Com certeza que orarei por ti e espero que te recomponhas depressa. Espero que ninguém tenha roubado os teus poemas! Eu sei que há muito plágio por aí, embora agora não tenha nem tempo para me preocupar com isso. Ainda bem que a maioria dos meus estão escritos em papel e já forma lidos, muitas vezes em cima do seu nascimento, por amigas minhas. Talvez não haja razões para te inquietares. Espero bem que não.
EliminarUm abraço grande e fica serena. Pareces-me muito triste e um pouco assustada. Que tudo se resolva e que possas cumprir o que quer que seja que vieste fazer a Portugal.
Bonito soneto, eu tambem gosto de soltar as palavras, e deixá-las ir em liberdade, dando a conhecer ao mundo um pouco de nós, que embora ás vezes seja mal intreperdado por alguns, mas vale semprw a pena soltarmos as palavras.
ResponderEliminarBoa noite até amanhã um abraço
Minha amiga, já vi o seu livro e deixei um comentário no blog da Autores. Espero que ainda não tenha desistido da ideia de vir tomar um cafezinho aqui a Nova Oeiras! Eu gostaria muito de a conhecer pessoalmente. E tem razão: não há nada tão belo como soltar as palavras!
EliminarUm grande abraço!
Minha querida amiga
ResponderEliminarSolta toda a beleza das tuas palavras e não te arrependas, porque adoramos chegar a ti e encontrar tão belos sonetos, no caso de hoje redondilhas, para mim é igual, é teu é belo e não me faças soltar as minhas, senão passo aqui a tarde.
Beijinho grande
Natália
Observa como a amiga M luísa tão longe se lembrou de nós, é linda, beijo para ela.
A Maria Luísa é um amor de pessoa! Solta-as sempre que puderes, amiga! Eu é que hoje estou "algemada" da parte da tarde. A minha esperança é que me deixem aceder à net no pc do Centro Pastoral Paroquial. Amanhã, de manhã, terei de ir à Segurança Social e não sei se posso aceder aos blogs...
EliminarBeijo grande!