DESCOBERTAS
Montando o meu corcel de ondas celestes
- se a Pátria se render, a culpa é minha! –
Traço na Troposfera uma só linha
Nestas andanças lúdicas, equestres…
Depois do Norte-Sul, vêm os Lestes
E, talvez, a Poente, uma adivinha:
De quanta imensa onda se avizinha,
Qual é a que me leva, um dia destes?
Descubro e reinvento horizontais
Atenta ao doce canto dos jograis
Que vêm festejar o estranho evento.
Alguém, que me avistou, faz-me sinais
Mas eu navego ainda e quero mais!
Hei-de voltar se, um dia, tiver tempo…
Imagem retirada da internet
Tão lindo Poeta!!! Este é dos que têm força para nos transportar. Lê-lo é abrir os nossos horizontes e viajar.
ResponderEliminarVejo que está no bom caminho, minha amiga e isso deixa-me imensamente feliz.
Beijinho
Estou mais produtiva, amiga, estou... mas desde ontem que estou cheia de dores nas mãos, nos pés, na cabeça e nas costas. Não consegui pregar olho durante a noite por causa da porcaria das ca~imbras e não adianta tomar magnésio, porque isso já eu tomo há anos... mas isto não é nenhum muro das lamentações... desculpe. Estas coisas saiem-me quase sem eu dar por isso. Hei-de melhorar!
EliminarAbraço grande!
Que bonito amiga,cada vez que passo aqui, fico encantado com tanto talento.
ResponderEliminarTenho pena, que por um motivo que aqui não importa,esteja seriamente, a pensar abandonar.
Há gente que não nos merece e eu embora escreva poesia á trinta anos, á minha maneira claro,nunca á maneira que os outros, entendem que deveria ser, as regras para mim, são feitas por mim .
Eu, não vivo disto felizmente, embora seja uma paixão antiga, erdada de meu PAI que deixou cerca de sessenta mil quadras feitas, que nunca publicou.
Isto minha amiga, para mim era um passa tempo.O livro que escrevi foi por minha conta. Graças a Deus não preciso disto para viver,vivo bem.
Desculpe minha amiga,não tinha que estar a levar com este desabafo,não sendo nada consigo.Estou nervoso.
Perdão! Casimiro costa.
Meu amigo, eu não estou mesmo a pensar em deixar! O mais certo é que eu venha a ser obrigada a deixar por motivos muito alheios à minha vontade, garanto-lhe. Mas também posso garantir que tudo farei para manter os meus sonetos online!
EliminarEu sei que essa herança lhe veio do seu pai. Que pena ele não ter chegado a publicar nada! Não gosto muito de dar sugestões, mas se guarda essas quadras consigo, porque não cria um outro blog para as publicar? Seria uma bela maneira de as dar a conhecer.
Hoje o CJO está com um problema grave no servidor. Estou a responder porque o Pedro, o controlador do gabinete de informática, foi um querido e deixou-me usar o "computador-chefe", o que controla os outros todos, mas é só por um bocadinho...
Abraço grande!
Olá minha amiga, eu não me fiz entender bem.Quem está a pensar abandonar,sou eu,não a amiga.
EliminarUm abraço.
Casimiro costa
Peço desculpa. Sou eu que estou meia tonta com estas confusões todas nos computadores. Explicou-se muito bem, eu é que entendi muito mal...
EliminarÉ uma pena que abandone a blogosfera, meu amigo. Tenho uma excelente impressão sobre ela, no que respeita à divulgação da poesia, mas o meu caro poeta terá as suas razões. Espero, do fundo do coração, que tudo corra bem consigo e que, quem sabe, possa mudar de ideias.
Um grande abraço.
Olá minha grande amiga Maria João A Poeta. Um grande abraço. Estou de regresso. Olha minha amiga. Eu tenho que te pedir desculpa e a todas as pessoas pelo que muito lutaram e eu sempre calado. mas tinha que ser. Agora estou aqui de regresso e de boa saúde. E adorei o poste e adicionei. Para começar em grande. Mas olha amiga, eu não consegui atingir o alcance das tuas palavras, espero que tudo esteja muito bem contigo, porque eu fiquei muito nostálgico depois de ler o teu poema Espero que consiga decifrar melhor com o tempo. Talvez tenha parecido que eu me esqueci. Mas não aconteceu tal. Vocês, para mim estão no meu coração sempre. E eu tenho uma grande admiração por ti. E tu sabes disso. Um grande abraço para uma grande amiga. Eduardo.
ResponderEliminarMeu amigo! Caramba! Já tinha saudades! Fico muito, muito contente por estares de boa saúde!
EliminarBem, este poema tem um bocadinho dos "temperos" da vida humana e a nostalgia é um deles... mas é mais alegre do que triste, pelo menos para mim.
Estou para aqui no meio de um problema com o servidor do CJO. Se eu para, não será propositadamente, mas pode acontecer.
Abraço grande, grande!
POIS AMIGA. Tu é as mãe e a mãe é quem melhor entende o seu filho. Eu achei o poema nostálgico em demasia, mas eu também mereço o benefício da dúvida, porque não tenho vindo aos treinos. Um abraço Eduardo.
Eliminar:)) Pois! Tu tens faltado aos treinos...
EliminarMas não te preocupes que eu não estava nostálgica... ou estava? Na! Acho que não!
Estou só atenta às minhas falhas de memória. Talvez tenha alguma saudade do tempo em que não me esquecia tanto de todas as coisas... olha, nem sei bem. Também estou contente por estar a produzir mais, em termos poéticos... está tudo equilibrado!
Abraço grande, amigo!
Olá amiga João. Olha minha querida, desculpa de eu ainda não ter ido ver o teu blog, mas é tanta coisa agora e eu meio atrapalhado com tudo que ainda não deu. Um abraço. Deste amigo Eduardo.
EliminarVai com calma, amigo! Vens quando puderes, não te preocupes com isso. Eu também ando por aqui à velocidade do caracol... ainda hoje não publiquei nada. Vamos lá ver se o faço agora.
EliminarAbraço grande!
E vai daí, diz o roto ao nu. Abraço grande. Eduardo.
Eliminar:)) Tens razão! Eu pensei exactamente nisso, quando publiquei este comentário!
EliminarClaro que eu tenho razão quando falo verdade. Um Abraço. Eduardo.
EliminarSolta as velas, arranca a âncora, quebra o mar,
ResponderEliminarQue nunca foi mais do que um lamento,
Para quem nunca o soube libertar,
A quem tanto importou somente o tempo.
Navega sempre no que tu quiseres,
A Quem te avistou, sopra-lhe um A-deus ,
Nas descobertas, tantas, que fizeres,
Está o Amor Infinito do teu Deus!
Beijões!
Minha Carlita! Está bem forte, bem "temperado" de vida e imagem, este teu poema! Muito obrigada por ele!
EliminarUm abraço grande, grande! :)
Olá poetisa! Que grande soneto este, minha amiga. Com a sua permissão, vou levá-lo para a minha galeria de favoritos. A amiga supera-se a cada poema. Abraço grande.
ResponderEliminarObrigada, Manu! Hoje estou numa situação algo confusa, em termos informáticos. Não sei se conseguirei postar alguma coisa, mas irei tentar assim que acabe de vos responder!
EliminarUm grande abraço!
este poema é lindissimo não tenho vindo ao seu blog mas agora vou vir mais vezes,é fantastico...obrigada por esta maravilha!!!
ResponderEliminarEu é que fico agradecida, Rosa! Seja sempre muito bem vinda ao Poetaporkedeusker!
EliminarUm abraço