HOJE A LUA...
Hoje a Lua está mágica e crescente…
Parece o astro-rei que, embranquecido,
Se tivesse entregado, já vencido
Por esse halo de prata transparente.
Hoje, a lua reluz omnipresente!
Seduz o astro-rei que, já rendido,
Parece ter-se, enfim, comprometido
Num enlace irreal, incongruente.
Hoje a lua – se é lua o que ali vejo –
Vestiu-se de brancura e de desejo,
Conquistou meia Terra e, já cansada,
Despediu-se de mim, roubou-me um beijo,
Foi-se deitar assim que teve ensejo
E deixou-me a sonhar estando acordada…
Imagem retirada da internet
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Só se diz bem o que se diz com verdade. (Santo Agostinho)
ResponderEliminarComeçamos um novo mês, querida Maria João! Que seja-nos pleno das bênçãos de Deus e que você continue a brindar-nos com tão sublimes sonetos!
É verdade, Sandra! É mesmo verdade! Que o mês te traga, também a ti, muita paz e felicidade! :)
EliminarUm grande abraço!
Sandra, escrevi um enorme commente no teu blog, naquele post sobre a morte do Duque, mas não deu para publicar... acho que este software está mesmo maluquinho!
EliminarSó te queria dizer que estou solidária com a tua dor, que sei muito bem o que isso custa. Coragem!
Abraço grande!
Mª. João
ResponderEliminarSem palavras para comentar teu soneto.
Belo de encantar - essa Lua que aqui vejo,
parece-me minguante e tenta aparecer, por entre prédios enormes.
Mas tive a graça de a ver!...
beijos,
Mª. Luísa - Brasil
Ontem estava mesmo magnífica, Maria Luísa!
EliminarCrescente (aqui em Portugal), enorme, com um magnifico halo leitoso em seu redor. Fiquei parada a olhá-la, quando fui passear o Kico e nasceu-me este soneto.
Abraço grande!
A LUA! Essa feiticeira que nos faz sonhar e a nós Poetas dá muita inspiração, e enfeita de Prata a noite escura.
ResponderEliminarUm abraço
É isso mesmo, minha amiga. E na noite de anteontem estava especialmente bonita. Fiquei imenso tempo sem poder tirar os olhos dela.
EliminarAbraço grande!