MONÓLOGO DO GATO VADIO
Depois desta incerteza, que tristezas
Virão ainda perturbar-me o sono
Nas noites de luar deste abandono
Das caçadas e de outras incertezas?
Não quero os ideais de outras grandezas!
Repudio a ideia de ter dono
E só Deus, lá no alto, é meu patrono!
A Ele devo estes céus de horas acesas…
A Ele devo esta força que comanda,
A cada movimento, o meu caminho
E o pêlo de cetim com que me aqueço!
Por Ele esta existência, esta demanda
E a glória de reinar, sempre sozinho,
No espaço onde procrio e me abasteço!
Lindo gatinho vadio, mas cheio de força,
ResponderEliminaraceitando seu destino. Bom!
Espero por ti no m/ blogs, quando possível.
As melhoras,
Mª. Luísa
:) Olá, amiga! Vou lá, num pulinho, pois terei de sair dentro de minutos. Volto à tarde, se deus quiser!
EliminarAté já!
Ai! Não podia deixar passar isto! Se Deus quiser! Uma coisa é o título do blog, que, está todo construído em minusculas, mas isto é diferente. Desculpa!
Eliminarde acordo, só deixas passar o que abençoar
Eliminaro "Monólogo do gato vadio".
Mª. Luísa
:)) Já estou de volta! Um dos senhores que, pontualmente, almoça no Centro Paroquial, interessou-se pelo "Gaivotas na Praia". Se calhar vou ter uma palestrazinha sobre poesia, lá na Paróquia. Uma das senhoras também ficou a ler alguns dos meus sonetos. É bom. É muito bom mesmo!
EliminarVolto já ao teu blog!
EliminarMuito bom esse conviver; dá alegria e
felicidade. Bom para ti, bom para todos.
Aproveita essas pessoas interessadas. Quem
sabe o que está escrito no tempo?
Bºs, Mª. Luísa
Fiq8uei mesmo muito contente, amiga! É bom partilhar poesia ao vivo!
EliminarBeijinho!
Que lindo minha amiga. Tenho a certeza de que os gatos, se ler soubessem, sentir-se-iam orgulhosos e ao mesmo tempo gratos e honrados por terem alguém que os entende dessa maneira.
ResponderEliminarBeijinho
Obrigada, Fá! :) Eu sinto que os entendo às mil maravilhas e eles retribuem-me sempre com muito carinho. Foi sempre assim entre mim e essa magnífica espécie animal. E a forma que eles têm de criar, cuidar e ensinar as suas crias? É um espanto! Mesmo o meu Sigmund, depois de castrado, foi pai adoptivo da Minerva e da E.T. Cuidava delas com uma ternura que me deixava completamente rendida!
EliminarAbraço grande!
Olá
ResponderEliminarConcordo contigo é mesmo muito bom partilhar poesia ao vivo, tenho essa experiência todos os meses tenho sessões de
poesia ora livre em que podemos ler a nossa,
sobre um tema e aí há sempre alguém que escreve.
Hoje achei-te bem disposta, ainda bem. graças a Deus, sempre o teu grande amor aos
bichinhos, eles te agradecem. Olha amiga o meu Jymm está deitado na mala com que transporto o computador, e tem a cama aqui ao lado, tudo o que é da dona é melhor.
Agora ao que vim: ler o s teus últimos sonetos
que estão lindos e deixar-te um abraço
natalia
:) Esse teu Jymm é tal e qual o meu Sigmund! Os outros não são tão agarrados às minhas coisas, mas aquele...
EliminarDesculpa-me por ter andado tão ausente. Hoje vou ver se arranjo um bocadinho para te visitar.
Abraço muito grande e obrigada!
Olá…
ResponderEliminarO *FreeStyle* ( BLOG ), paga uma „flauta“ de Champanhe, hoje, aqui:
http://free-stile.blogs.sapo.pt/
Abraços
Aiaiaiaiai... uma champanhada?! Ainda bem que é virtual, senão a hepatite dava conta de mim! Vou já, já, já!
EliminarBêjuuuuuuuuuuuuuuuu!