O MOSQUITO NA MESA DO CAFÉ
A culpa não é dele! É toda minha!
Vem-me um medo irreal, que nem defino,
Quando vejo um mosquito pequenino
A pousar na cabeça da vizinha…
Eu grito, eu pulo como uma tontinha!
Eu entro num completo desatino!
Pode ser erro meu ou do destino
Mas é mesmo a verdade – verdadinha!
Pousa um simples mosquito na parede…
Eis-me numa aflição querendo fugir,
Qu`rendo guardar distância desse ponto…
Perdi, já, toda a fome e toda a sede,
Levanto-me num salto, estou “no ir”…
Foge o pobre mosquito em voo tonto...
:)
Fantastico Poeta. Gosto tanto dessa boa disposição...
ResponderEliminarBeijinos
As coisas não estão lá muito boas, Fá... um sorrizinho ou mesmo uma gargalhada, são sempre muito bem vindos. Ajudam a levar as coisas menos boas com alguma bonomia. Este episódio é verídico! Eu tenho imenso medo dos insectos hematófagos! :))
EliminarUm grande abraço!
Boa tarde Maria João, este soneto está genial, até os mosquitos tem direito a sonetos, e ainda dizem que a vida está má.
ResponderEliminarUm grande abraço e continue com essa boa disposição
Olá Idalina! As coisas ficaram um pouco mais negras do que o habitual, mas sorrir só pode ajudar! :) Não se assuste. É mesmo só um problema de atraso dos CTT... penso eu.
EliminarSeja como for, não posso fazer nada para o evitar e de nada me serve ficar tristonha.
Um grande abraço!
Apesar de no desenho estar tão atraente, ninguém gosta do mosquito. Apesar de me não picar (não gosta de mim), eu que tb não gosto dele, trato de o sacudir do lugar onde estiver.
ResponderEliminarO poema está muito engraçado: é tão fácil para si poetar que nos deixa alarmados!
:)) Eu é que fico alarmada sempre que o bicharoco me vem visitar à mesa do café, Zilda!:)) Esta descrição não tem nada de fictício ou fantasioso... estas são as tristes figuras que eu vou fazendo de quando em vez...
EliminarAbraço GDE!