NINGUÉM...
Nem eu sei, nem tu sabes, nem ninguém
Conhece, de si mesmo, o tal sentido
Que faz valer a pena ter vivido
Quando o que aqui se faz, se faz tão bem.
Trabalha-se, constrói-se e vai-se além
Daquilo que foi feito e concebido
Porque nenhum de nós terá esquecido
A força que, cá dentro, a vida tem.
Construir, ser feliz, ter liberdade
De sonhar como sonha a Criação
De tudo o que existiu e há-de existir;
É essa a verdadeira felicidade
Que move cada ser em gestação
E o único objectivo a perseguir.
O que é o Bar da Nuvem? Estou tão fora disto tudo....Quero saber tudo , corrigido e aumentado!
ResponderEliminarEu sou uma testemunha imparcial, Ligeirinha:))) Não corrijo nem aumento! Eu só sei que o Bar da Nuvem é no http://trapezio.blogs.sapo.pt/ e que eu adoro ir até lá de quando em quando, beber um shot virtual com a mana Florbela! :) É frequentado pelas mais consagradas figuras da nossa História e... é o fim do mundo :)) Estou muito bem "entalada" desta vez... mas hoje não abro a boca! nem para bocejar...
EliminarBjo GDE!
Ao deparar-me com seu blog e ao ler seus poemas senti-me mais humano, feliz.
EliminarParabéns pelo seu estro.
Muito obrigada Poeta-irmão do Brasil! Fico muito feliz por isso!
EliminarUm abraço!
Adorei. A mensagem que ele transmite, deve ser uma lição de vida. Sonhar, construir, ser feliz.
ResponderEliminarQuem tem liberdade de sonhar é concerteza feliz. Basta tão puco.
Beijinhos
Olá, Fá! Como vai a pequenada? Eu hoje estou particularmente contente, mas também tenho muito pouco tempo... esta semana ainda vai ser mais "curtinha" do que a anterior! Espero conseguir, pelo menos, votar para as histórias da semana, na Fábrica de Histórias!
EliminarUm grande abraço!
Maria João adorei este soneto, que de uma maneira muito inteligente ,como são todos os seu sonetos descreveu o que somos afinal de contas muitos de nós, e que sem ás vezes sabermos somos "especiais"e fazemos coisas que depois de feitas , perguntamos a nós mesmos se foram realmente feitas por nós, e é isso que nos dá motivação para continuar-mos a escrever e quando não o fazemos sentimos que alguma coisa nos faz falta.
ResponderEliminarUm grande abraço.
É isso mesmo, minha amiga! Haverá sempre qualquer coisa que nos transcende, que nos impulsiona para além dos nossos próprios limites. Para mim é essencial construir algo que justifique esta nossa passagem e enquanto construímos, sentimo-nos mais próximos da plenitude.
EliminarUm grande abraço!
PS - Nem queira saber o que o sr. Spirit me fez ontem à noite... tenho um furo no braço direito que até devia ter levado um pontinho e vi-me "grega" para estancar o sangue. Se calhar ainda hoje terei de ir ao Centro de Saúde...
Poetaporkedeusker:
ResponderEliminarSonhar, ser livre e construir são realmente o complexo que constitui a vida, ou a fórmula do normal viver, ou a felicidade possível e que não envergonha.
Bom soneto, sim, senhora, aliás como sempre, brotado de qual inesgotável fonte do Parnaso.
Bom soneto de raízes e ramos psico-sociais.
Não a tenho visitado porque estive ausente um tempinho.
Um abraço.
Mírtilo
Olá Poeta Myrtillo! Sabe, eu ando a sentir-me mesmo um pouco pressionada, sobretudo por uma das minhas amigas de café... deveria dizer "provocada"... por muito que eu tente sentir-me um pouco útil à sociedade, ela tomou a postura de embirrar comigo de cada vez que digo que "trabalhei muito hoje!". Eu digo isto sempre que um destes meus dias tenha sido produtivo em termos de poesia, sempre que consiga alcançar todos os meus objectivos do dia em termos de publicação e actualização dos blogs, das visitas, etc. Mas a senhora, fatalmente, ri-se e diz "Isso não é trabalho!" e "De graça nem o cão vai à caça!"... eu gosto muito dessa pessoa e sou muito paciente, mas ando a ouvir isto diariamente há meses e... sabe como é... "água mole em pedra dura, tanto dá até que fura...". Mas ainda não deixei de acreditar que isto que faço me vai justificando a existência. Tudo isto para lhe dizer que, muito provavelmente, é daí que vêm os tais ramos psico-sociais que detectou.
EliminarUm abraço GDE!
oi poetisa...Boa afirmação...mas agora há por aí novas teorias dos genes deterministas...criação, pura!!!!
ResponderEliminarUm bacini.
Genes deterministas? Ah! Mas isso parece-me interessantíssimo! E uma coisa não impede a outra, Peter! Eu gostaria de saber muito mais de tanta coisa... a genética é um campo que sempre me fascinou! Desde muito cedo! Quando andava nos primeiros anos do liceu já "devorava" tudo o que encontrava e que abordasse o assunto... e a Criação também! Não consigo separar uma coisa da outra...
EliminarBacio!
Ó minha amiga que soneto maravilhoso,quanta inteligencia resumida num só soneto.
ResponderEliminarEstá divino!
Um abraço amiga.
Casimiro Costa
Um grande abraço, meu amigo Poeta! Nem queira saber o estado em que eu hoje estou... tenho um braço todo furado pelos dentes do Spirit - o gato mais novo - quando fui separá-lo dos outros que lhe estavam a bater. Depois lhe escrevo!
EliminarUm grande abraço!
ResponderEliminarNão sei se é neste local que devo dizer algo.
E o que queria dizer é o seguinte: deslumbram-me os seus sonetos: pelo conteúdo, pela arte em apresentá-lo, pela rima (2ª quadra em consonância com a 1ª, que muita gente já não faz), pela perfeição dos versos camoneanos , pela sensação de felicidade que transmitem ao lê-los.
Força amiga! Que escreva assim por muitos anos!
Um beijo
Joaquim Sustelo
Não estou a ver quem é... lá na APP .
Muito obrigada pelas palavras de estímulo, meu amigo. Não se deve lembrar de mim porque eu só costumo ir às palestras das quintas feiras culturais, na Verney, em Oeiras.
EliminarNunca consigo ir às reuniões no VáVá nem no Palácio Galveias... quase nunca tenho dinheiro para os transportes e uma deslocação a Lisboa deixa-me sempre muito exausta. Apareça, para o mês que vem, na Verney! Talvez este mês eu consiga ir a uma reunião do VáVá, mas nunca posso prometer porque tenho um montão de consultas hospitalares marcadas para Novembro...
Um abraço grande!