RESPOSTA A UMA PERGUNTA POR FAZER

Sem dúvida partilhas, como tantos,
Um espaço noutro espaço intemporal
Onde o saber se torna visceral
E promete, à razão, novos encantos…
Sem dúvida viver pode ser mais
Do que este andar por cá sem ter noção
Da longa estrada dessa dimensão
Que se abre para além destes portais…
Sem dúvida… tens dúvidas, não tens?
Sem saberes a razão por que aqui vens
Precisas de entender mais do que entendes…
Resta-te o sonho antigo e derradeiro,
O último, apesar de vir primeiro…
E basta-te saber que te não rendes!
Poeta caso queiras,
ResponderEliminarno perfil do mê Free tem o link da flor cintilante
beijinho cintilante
Decerto direccionado, li e reli. Terá sido para mim, que também aqui venho? rsrsrs
EliminarTécnica perfeita como sempre.
Beijinho
Sustelo
EliminarA propósito de "render-se" se me permite, deixo-lhe aqui este
RENDIÇÕES
Atrás de escura nuvem se escondeu
Adivinhando a chuva que aí vinha
O sol envergonhado lá no céu
E foi-se embora o brilho que ele tinha
Fenómenos que são tão curiosos...
A minha mente quase nem entende...
Astro tão forte, raios luminosos,
Esconde-se envergonhado... até se rende...
Será por ver na chuva que o céu chora
Que a culpa é dos seus raios que hão lá posto
Nas nuvens, água que há evaporado?
Também te fiz chorar... fui sem demora
Secar-te duas lágrimas no rosto
Depois eu me rendi, envergonhado.
Joaquim Sustelo
(em OUTONO DA VIDA)
Beijinho
Se, rendido, o sol vai descansar
EliminarPor trás da negra nuvem que o escondeu,
Amanhã nos mostra que aprendeu
Como é muito importante ir repousar...
E surge então, sorrindo, a deslumbrar
O mundo de que nunca se esqueceu
E reina então, senhor do mesmo céu
Que por vezes parece abandonar...
E nós, os pequeninos, os mortais,
Renascemos com ele numa alegria
Que nunca tem limites nem fronteiras!
Depois, como outros tantos animais,
Lembramo-nos da velha nostalgia
Dessas tardes cinzentas das canseiras...
Obrigada e um enorme abraço, Joaquim!
Estava a exercer o meu direito a alguma excentricidade, Joaquim. Deixei-me levar pela fantasia, imaginei uma resposta a uma pergunta que nem sei exactamente qual é e com um destinatário que, muito possivelmente, nem existe. Garanto que não lhe foi pessoalmente dirigido. Tanto quanto eu pude consciencializar, esta é a razão do nascimento deste soneto um tanto ou quanto abstruso...
EliminarAbraço GDE!
Se hoje ainda tiver tempo, ainda vou até lá, Florzinha! Pelo perfil não consegui entrar...
EliminarBjo!
E eu já lá vou, Florzinha! Ando um desastre em termos de visitas, eu sei... e também em matéria de inspiração poética. Saí, há bem pouco tempo, de uma fase de intensa produtividade para esta fase palerma em que os sonetos parecem ter ido "descansar" um bocadinho... :)
EliminarBjo!
Sabes o que te digo, Florzinha? Este Websense ou lá que raio é que me não deixa ver nem as minhas próprias fotos, pôs o teu blog branquinho, branquinho, branquinho! Não deu para ver nem uma letrinha! Hoje estou amuada com este equipamento palerma... mas não posso ficar amuada durante muito tempo porque ainda nem sequer fiz o soneto de hoje e já está quase na hora de ir almoçar... :)
EliminarBjo!
Poeta, vou ensinar-te uma coisa( caso nao saibas, digo sem intensão de ofender ok?)
Eliminarpassas com o rasto clincando do lado esquerdo por toda a minha páfina ficará tudo em azul apenas as letras ficarão em branco, assim conseguirás ler tudo que lá estiver, por xs tb a mim me acontece nao conseguir ver as imagens ,mas principalmente a imagem de fundo que axo lindissima é uma senhora onde so aparece a parte do vente com uma rosa vermelha na mão.
beijinho cintilante***
rato*
Eliminar( onde diz: rasto)
Ah! Não levo nada a mal! Até te agradeço muito! Estou a lembrar-me de que uma vez também me aconteceu exactamente o mesmo com um comentário que fiz! Só passando com o rato é que se conseguia ler!
EliminarObrigada! :)
Eu percebi! :)) E deu resultado! Já lá estive e tudo!
EliminarNeste belo poema cabemos todos.
ResponderEliminarRoubei-o para o meu blogue, que está cada vez mais murcho.
Um abraço
Ainda ontem dei um pulinho até lá e não me pareceu nada murcho! Mas, como sempre, muito obrigada!
EliminarAbraço grande!
Oi Maria
ResponderEliminarBonito soneto!
Este soneto é um recado para alguém não é?
Abraço.
Posso não parecer sincera, mas vou ser sincera mesmo. Deve ser... mas eu não sei bem. Tive a sensação - ou fantasiei, sei lá! - de que alguém me tinha feito uma pergunta e respondi antes de a ter ouvido... ou então apenas senti que alguém que eu garanto não saber quem é, poderia fazer-me uma pergunta a que este soneto respondesse... mas tudo isto anda no campo das suposições... e acredita que não estou a ser nem sequer irónica. Foi exactamente isto o que se passou.
EliminarBeijinho!
Olá amiga, belo soneto! Este pode ser entendido de varias fomas, pode até estar a dar um recado a algum de nós, de uma forma muito inteligente.
ResponderEliminarGostei!
Um abraço
Casimiro Costa
Não é conscientemente direccionado, acredite. Acho que é um exercício qualquer do meu inconsciente... nem eu lhe sei explicar muito bem, meu amigo. Só lhe sei dizer que, agora, quem está a entrar numa fase de falta de criatividade poética, sou eu! Ontem não me nasceu nenhum! Claro que eu poderia fazer um daqueles sonetos forçados, mas não me pareceu bem... eu gosto que eles fluam quase espontaneamente. Talvez seja porque eu ando mais ocupada com outras coisas, ou seja apenas uma fase... mas eu estou bem disposta. Não ando nada triste.
EliminarUm enorme abraço.