OS MERCADORES NA FEIRA
São dias de ir ao banho e pôr os laços
Os tais dias de feiras e mercados,
Em que homens e mulheres, engalanados,
Irão vender o fruto dos seus braços…
Já se trocam batatas por nabiças
E há beijos mordidos pelos cantos…
[no meio da balbúrdia caem mantos
às cachopas que vendem hortaliças…]
São os dias de Feira nas aldeias.
O mulherio esforçado só se anima
Quando o coreto arrosta em sinfonias
Com os pregões acesos nessas veias.
À tardinha o poeta acende a rima
E afogam-se, no vinho, as “valentias”…
Fiquei imaginando esta feira portuguesa a qual já tive oportunidade de conhecer.
ResponderEliminarE o poema "os mercadores na feira" ficou ótimo.
Eu imaginei eu nesta feira comprando.
Abraço.
Eu sou um bocadinho mais "antiga" do que tu e recordo-me daquelas feiras do antigamente, com muito povo, muita fruta, muita música... acabou por sair este soneto... a ver vamos se consigo um para amanhã... ainda por cima tenho consulta no protésico, de manhã, e na estomatologia, à tarde. Vai ser um dia complicadote!
EliminarBjo!
Tenho saudades tuas! Depois de amanhã faço anos! Não digo quantos porque me assusta!
ResponderEliminarNão me sai nada de poesia, encravei..... mas há-de vir....eu sinto.... Beijinhos grandes!
O Cá te espero não me liga nenhuma.......
Ai! Só não te dou já os parabéns porque não ficaria bem... mas espera... depois de amanhã é sábado... não! É sexta! Lá estarei!
EliminarQuanto à inspiração, minha querida amiga, parece-me que andamos as duas em baixa... desde sábado só produzi três sonetos e fraquitos... bem, mas já consegui vencer o 2008 quatro vezes, no xadrez. A média é um desastre; por cada 20 ou 30 jogos, ganho um, mas o rapaz está num nível adiantado e eu ainda não consegui descobrir a janelinha para o pôr no primeiro nível...
O nosso amigo Cateespero também não me tem comentado nadinha, mas eu sinto que ele anda por aí.
Beijo GDE!