A JUSTIFICAÇÃO DA SAUDADE
Vem-me da Lusa Mãe, este mistério
Que, ao inundar-me a alma como um mar,
Me deixa nesta condição lunar,
Apanágio dos vates deste império...
Herdei do fácil verbo o ministério
Das mil coisas que estão por inventar
E esta introspecção, este sonhar,
Que um dia há-de levar-me ao cemitério...
Esta alma lusitana que me invade,
Preenche as mil lacunas do meu ser
E faz justificar esta ilusão;
Se fomos criadores da tal "Saudade",
Sejamos também donos do poder
De transformar em "Causa" uma paixão.
Na foto - Minerva.
Lindíssimo poema.
ResponderEliminarE quanta saudade tenho do meu bichinho de estimação.
Sem querer eu chamo o outro meu cãozinho, pelo nome de snoopy, aquele que já se foi.
Vi teu gato e lembrei do meu cão.
Abraço.
Esta também já se foi, amiga. Acreditas que me morreram cinco animais no espaço de um ano? Foi muito duro. Começou com a velha Lupa, logo a seguir foi a E.T., a Minerva e, este ano, a Hope e o Spirit. Nem sei onde arranjei forças para me aguentar. O Kico também esteve paralisado durante dois ou três dias... cheguei a pensar que também ia partir, mas lá se aguentou e já retomou a marcha. É um cãozito muito rijo!
EliminarAbraço grande!