POETA, VIDA E OBRA
Não separes a vida de um poeta
Do poeta que vive a sua vida
Pois todo o seu percurso se completa
Em sequência causal, sempre incontida.
Se entendes que é inútil, incorrecta,
O erro será teu. Ela é cumprida
Até ao fim da página secreta
Do livro dessa sua intensa lida.
Não separes os dois. Não os separes,
Se acaso te passar pela cabeça
Vir a julgar o quanto sente e exprime.
Poeta, vida e obra… se os julgares,
Repara que ele, sem medo, se confessa
Quando uma insana culpa, a ti, te oprime…
Poeta, Vida e Obra é de Maria João?
ResponderEliminarLindo soneto!
Abraço.
Maria João,e a poesia...símbiose perfeita...que a vida vos continue a unir.
EliminarBj*
Olá, amiga. Aqui, o sujeito poético é muito abrangente... refere-se a mim, mas não só. Esta é a minha opinião - e não só minha - acerca dos grandes poetas de sempre. Desde os meus tempos de liceu tenho tecido este tipo de conjecturas sobre os artistas e as suas obras, baseando-me em casos que conheci pessoalmente e em biografias que li.
EliminarBjo.
Esperemos que sim, Vitor :) Vontade não me falta! Como vai essa saúde? A minha dorzinha do costume parece estar menos forte hoje, mas ainda me custou vir até cá. Eu sei que ela passa quando estou deitada, mas é para mim um verdadeiro pesadelo ter de ficar deitada durante o dia. Só mesmo para dormir é que vou para a cama.
EliminarAbraço.
Obrigada pela informação.
EliminarÉ bom porque sempre vou aprendendo.
É tão bom estarmos nessa constante posição de aprendizagem! Eu também estou sempre disposta a aprender... bem, quando as dores são mesmo muito intensas, até me esqueço de aprender, mas só nesse caso.
EliminarBjo!