O MILAGRE DO MAR INTERIOR
E que me interessa a mim ir ver o mar
Se tenho um outro mar dentro de mim
Nas altas ondas que hei-de conquistar
Antes que o meu mar seque e chegue ao fim?
Não penses que me podes encantar
Com líquidas promessas de delfim…
Aquilo que me importa é navegar
E eu só sei navegar se for assim…
Por minutos, por horas [ eu sei lá…],
Posso dar-te atenção. Tento ajudar-te
Mais, talvez, do que tu possas fazê-lo.
Depois, é no casulo que se dá
O milagre do mar… tudo isto é Arte
E é neste mar que a Arte sabe sê-lo…
Maria João Brito de Sousa – 07.06.2010 – 19.17h
Imagem retirada da internet
Oá Maria João, já há muito não passava por aqui.
ResponderEliminarVejo que a sua inspiração, nunca tem fim, tal como a água do mar nunca acaba.
Beijinhos
Olha a minha querida Maria!!! Que bom ter-te de volta aos blogs! Por muito que me esforce, não consigo gostar do Face Book, amiga... não há nada como o nosso cantinho "blogal" :))
EliminarAbraço GDE!!!
Pena é que poucos tenham noção desse mar imenso que existe em cada um de nós.
ResponderEliminarVão-nos valendo as excepções como a Mª João.
Beijinhos
Beijinho, Fá! Ontem não consegui ir à homenagem a Camões, no Mosteiro dos Jerónimos, nem sequer consegui poetar... tenho estado muito pior da malvada sinusite e, com febre, parece que fico tontinha :)) nem um soneto me nasceu durante todo o dia!
EliminarEu ainda hoje dou um pulinho até ao cantinho da Bó Fá para ver as novidades desses dois pimpolhos felizardos!
Parabéns amiga e poetisa! Foi bem merecido o teu prémio nos Jogos Florais 2010 da AVSPE. Fiquei muito feliz por ver o teu nome lá. Beijinhos!
ResponderEliminarRosinha!!!??? Tu não me digas???!!! Ai, rapariga que me dá uma coisinha cardíaca!!! Estás a dar-me uma novidade que eu não esperava nada! Ai que já nem sei o que fazer primeiro... ainda por cima tenho andado feita zombie com febre e dores de cabeça... mas eu vou já, já à AVSPE!
EliminarObrigada do fundo do coração por me teres trazido as boas novas!
Um abraço enorme!
O mar, fonte de inspiração maior.
ResponderEliminarQuanta água límpida em espumas ou azuis! Outras ainda verdes ("verdes mares bravios de minha terra natal"). Tenho saudades das praias de minha infância, onde bravia era minha inocência banhando-se nas águas vorazes do mar que lavavam a praia.
Pretendo sentar-me defronte ao mar e aí esperar me venha inspiração para alguns versos.
Obrigado amiga, por me fazer recordar as belezas do mar.
Poeta, eu estou muito feliz pois acabo de saber que ganhei o terceiro lugar no Prémio da AVSPE na modalidade de soneto clássico.
EliminarEstava sem saber o que havia de publicar hoje no poetaporkedeusker pois tenho estado com febre e, ntem, não consegui escrever um único soneto, mas agora já sei o que vou publicar!
Enorme abraço!