PORTUGAL X BRASIL
Enquanto a bola rola no relvado
E as respirações, entrecortadas,
Mostram bem a tensão que, em cada lado,
Arrosta multidões entusiasmadas,
Eu devo confessar ter reparado
Que ninguém meteu golo e, nas bancadas,
Se grita: - Portugal, tem lá cuidado,
Não vá entrar-te um golo às três pancadas...
Não acabou ainda, ainda há esp`rança
De meter um golito - um só que seja! -
Pr`animar estes lusos navegantes
Naquele rola-que-rola com pujança,
Que - como diz Camões... - o mundo inveja,
A tentarmos vencer outros gigantes!
Maria João Brito de Sousa, quase no final do Portugal x Brasil
Oh meu Deus. Que rica cabecinha.
ResponderEliminarParabéns minha amiga!
Beijinho e bom fim de semana
Olá, Fá! :) Só agora cheguei do hospital, mas não podia deixar de vir até cá! Este fim de semana foi "de arromba"! Fiz alguns vinte poemas e só não fiz mais porque é aos fins de semana que eu aproveito para dar um jeitinho à casa e passar mais tempo a brincar com os meus velhotes de quatro patas... ainda me dói a cabeça, mas a inspiração "disparou" sem se importar com isso :))
EliminarBjo gde e obrigada!
E dói a cabeça e tem febre, imaginem se tivesse com a saúde a 100%.
ResponderEliminarLindo este soneto dedicado ao "Desporto Rei"
Eu não vi o jogo, mas sei que empataram e que isso significa que "nós " seguimos em frente, vamos ver até onde vão os "nossos navegantes".
Um bom fim de semana.
Pois, minha amiga... mas imagine que me parece ter acabado de escrever o soneto no preciso momento em que o jogo acabou! Quando fui à entrada, espreitar o televisor, já tinha acabado...
EliminarHoje estou "toda partida" porque fui ao hospital e trago um saco tão cheio de medicamentos que mais parece ter ido a um supermercado...
Obrigada e um abraço grande!
Adorei osmeus parabens
ResponderEliminarOlá, Tibéu. Obrigada e um abraço!
EliminarMaria João, mas não há tema nenhum para si difícil, que até de futebol faz um poema maravilhoso e harmonioso.
ResponderEliminarAdorei. BJSSSSSSS
Eu garanto que pensava que jamais conseguiria escrever um soneto sobre este tema, Alfa... este nasceu-me em cima da hora, nem sei como!
EliminarAbraço grande!
Olá desculpa entrar assim, muito bem posto na forma brilhante de descrever. Adorei. Bjs com respeito.
ResponderEliminarOlá, Alice! Eu não mordo :), não tens de pedir desculpa por nada. Sê muito bem-vinda!
EliminarAbraço!
Eu é que lhe agradeço ter respondido muito obrigado. Um bj
EliminarOlá, amiga poetisa.
ResponderEliminarOra aqui está um belíssimo soneto futebolístico. Não lhe conhecia esta faceta. O resultado do jogo acabou por ser simpático para ambas as selecções e que o golito agora apareça contra nuestros hermanos ".
Grande abraço para si
António
:)) Nem eu, Poeta! Nem eu conhecia esta minha faceta! E, sim senhor, que venham os golitos contra "nuestros hermanos"!
EliminarAbraço grande!
PS - Tive uma "inspiritite" aguda durante o fim de semana e escrevi mais de vinte poemas, acredite! Há muito tempo que não tinha uma "crise" destas, mas, embora cansada, estou muito satisfeita. Assim se comportem os nossos rapazes no relvado! :))
Para mim isso é um feito extraordinário, amiga. Já não tenho esses momentos de excessiva lucidez há muito. sinceramente, é uma alegria muito grande quando ainda nos conseguimos surpreender, e por acréscimo, as pessoas que nos vão lendo. Acabei de ler o seu último sobre os lagos e concluo que a Maria João tornou-se uma águia.
Eliminarabraço e espero que possa voar durante muitos anos com saúde
Não sei exactamente que bicho sou, Poeta, mas sou muito bicho com certeza! Eu costumo dar-me muito bem com o animalzinho que há em mim e esta coisa de ser "bicho" já me vem da infância... e não é só por causa do Torga. O meu avô, quando chamava "grande bicho" a alguém, era porque admirava muito o génio dessa pessoa e eu tenho reflectido muito sobre isso... o bicho em mim é um animal pacífico mas muito pertinaz, brincalhão e territorial :)) hummm... acho que sou mesmo gato! :))
EliminarAbraço grande!