NA ESTRANHA ARQUITECTURA DOS MEUS DIAS
Na lucidez das horas que constroem
A estranha arquitectura dos meus dias,
Os minutos que sobram pressupõem
Espectros sedimentares de fantasias
E quando outros desenhos se me impõem,
Despontando, quais suaves melodias,
Eu recomeço e logo se compõem
Mil notas de outras tantas melodias…
Alegre e desatenta ou desinteira,
Serena ou semelhante a tempestade,
Roçando uma harmonia quase pura,
Percorre-me inteirinha e, sem canseira,
Traçando uma tangente à divindade,
Transcende-me, esta estranha arquitectura…
Maria João Brito de Sousa – 05.07.2010 – 21.18h
IMAGEM - Uma chama de esperança contra o cancro.
Que cada um de nós possa, à sua maneira, deixar uma oração, um pedido por todos aqueles que, neste momento, sofrem.
Esta vela foi-me entregue pela Maria Luísa, do http://prosa-poetica.blogs.sapo.pt/ e convido-vos a levarem-na convosco e a
passarem a mensagem.
Mª. João
ResponderEliminarEncontrei o poema, a vela, a dedicatória,
só não encontrei "Humanidade, "Amor ao Próximo" e "Interesse" da parte dos amigos
virtuais.
"Posso acreditar que venha a encontrar"
e aí ,
nesse instante, eu peço mil desculpas.
Mas se não encontrar, predomina o que escrevo acima e lamento não por mim,
mas "Pelos Indiferentes".
Possa eu, não ter razão!
Obrigada, Mª. João
Maria Luísa Adães
Ah! Encontraste-a finalmente. Também está no Facebook, mas como quase nunca vou até lá, nem te sei deixar o endereço... esperemos que alguns - pelo menos alguns - se tenham juntado a nós nesta oração.
EliminarUma amiga daqui do Centro Paroquial enviou-me outra vela, também com a mesma mensagem. Hoje não a posso publicar pois já tenho os blogs todos ocupados com posts que crei no fim de semana, mas hei-de publicá-la depois.
E tu, como te sentes hoje? Ainda há algum edema ou o joelho readquiriu as dimensões e aparência normais? Vais ver que tudo voltará ao normal. Dá tempo ao tempo.
Abraço grande!