SONETO? NENHUM!


 


Não sei o que fazer… nem um soneto,


Por mais pobre que seja- ou menos bom… -,


Por mais “de pé quebrado” ou incompleto,


Se digna bafejar este meu dom!





Portanto, saia lá o que sair,


Por pura teimosia, eu vou escrevendo


E se não for soneto, este “sentir”


É, ao menos, aquilo que eu pretendo…





Papagueada a métrica insegura,


Agrupados os versos dois a dois,


Vou preparando os tercetos finais





E, não estando impecável a estrutura,


Não vos posso jurar que vá depois


Dedicar-me a escrever uns versos mais…


 





Maria João Brito de Sousa – 21.07.2010


 




A precisar de férias…mesmo!

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