À BLUSA QUE ME OFERECERAM E QUE EU VESTI SEM SABER QUE ERA TRANSPARENTE
Não fora eu distraída como sou
E não teria rido como ri,
Por isso, antes nem ver como ficou
A blusa transparente que vesti…
Pode ser criancice, mas estou
Ridícula… e não me arrependi
E se houve alguém que viu e não gostou,
Paciência! Só depois é que eu me vi…
Com tanto acto-falhado e tanta asneira
A vida até parece brincadeira
E muito raras vezes me arrependo,
Pois, sabendo aceitar a maluqueira,
Podemos rir-nos sempre, a vida inteira
[assim, amigos meus, se vai vivendo…]
Maria João Brito de Sousa
Maravilhoso minha amiga.
ResponderEliminarAssim mesmo é que é.
Beijinhos
:)) Olá, Fá! Este nasceu-me logo a seguir a ter descoberto que estava com uma blusa transparente, mas só o publiquei hoje :)) Já foi há uns três dias e como eu não tenho espelhos grandes em casa, nem reparei. Eu sou mesmo muito, muito distraída. Não o digo por dizer... mas aqui e no Centro Paroquial há espelhos e eu só dei por isso quando estava a lavar as mãos e vi a triste figura... mas ri-me a bom rir! De tudo... da minha proverbial distracção, da figura de palerma que estava a fazer... fiquei a tarde inteira a rir!
EliminarAbraço grande!
Pequenina Maria João...tão petiz com ar feliz,e contente sem saber que sua camisa era transparente...gostei de a conhecer,na idade dos porquês???
EliminarBj*
Eu era uma criança esquisita, Vítor... não era muito de perguntar, era mais de "descobrir" sozinha e de aprender fazendo. Aqui ainda era muito pequenina mas, poucos anos depois, era verem-me de volta das enciclopédias e diccionários que abundavam lá por casa e a que sempre me deram livre acesso. Ainda hoje mantenho essa característica. Quando as pessoas me querem falar delas, eu oiço com muita atenção, mas se não falam, parto do princípio que não o querem fazer e respeito-o.
EliminarAbraço grande!
Olá Maria João, que calor que está talvez por isso se tenha lembrado dessa linda blusa, agora não fazia diferença porque a moda são as transparências , para quem goste claro.
ResponderEliminarQualquer tema serve para fazer um bonito soneto, o que é preciso é imaginação.
Bom fim de semana.
:)) Mas olhe que eu andei mesmo um dia inteirinho com uma blusa praticamente transparente!!! Ofereceram-me e é daquelas que não parece transparente... a não ser depois de vestida! Eu ando sempre muito ocupada ou distraída, com versos e ideias a bailarem-me na cabeça, nem me lembro de olhar para o espelho... e vim com ela para o CJO e o Centro Paroquial. Só a meio da tarde, enquanto lavava as mãos, é que vi, no espelho, que estava a fazer uma triste figura :)) primeiro fiquei atrapalhada mas, depois, ri-me tanto, tanto que até acho que valeu a pena a distracção... mas não caio noutra! Nunca mais visto a bendita blusa sem pôr um top por baixo!
EliminarAbraço grande!
Olá Maria
ResponderEliminarNão acredito que a transparência tenha ficado como na foto.
E uma tgrtansparência de vez em quando não é mau.
Abraço.
Mas eu não sabia que aquilo era transparente, amiga... claro que não ficou como na foto, mas estava bastante transparente :))
EliminarAbraço GDE!
Nossa!!!!
ResponderEliminarEscrevi transparência tão mau que só depois de publicado que percebi.
:)) Esquece! É um erro tipográfico que acontece muitas vezes quando escrevemos depressa...
EliminarDê-nos mais a conhecer,Maria João...essa gracinha de criança!
EliminarBj*
Vítor, tanto quanto recordo, tenho 599 imagens no meu álbum do Sapo... muitas delas são fotografias minhas, de quando era muito pequenina. Clique na imagem e vai ver como vai lá dar! Mas não quer dizer que eu não venha a produzir muitos mais sonetos sobre a minha infância.
EliminarAbraço gde!
blusa fesca é saudade
ResponderEliminarda transparência atrevida,
ou olhos da nossa idade
na transparência da vida????
BACIONE
:) Lindo, Peter! Parece que voltámos ao S. João ;)) Mas o relato é verídico, muito embora a transparência não fosse assim tão, tão... total. :))
EliminarBacione!