TÃO NATURAL COMO A SUA SEDE...


 


Tão natural, tão surgida do nada,


Como nova excrescência do teu ser


Surge-te uma vontade inesperada


Que não pensas, sequer, em descrever…




Tão premente qual meta inalcançada


E urgente no chegar e no nascer,


Tão natural como uma gargalhada


Que, de súbito, em ti, queira irromper,





Renova-se o poema, esse imparável


No instante preciso em que o não esperas


Mas que de forma alguma irás negar.





Assim se te apresenta; invulnerável,


E capaz de vencer quantas quimeras


O mundo em tuas mãos  tente deixar…




 





Maria João Brito de Sousa 18.08.2010 – 22.28h




 


 


Dizia Louis Pasteur; "Ayez le culte de l`esprit critique"

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