MORDER O ANZOL - sonetilho
Mordo todos os anzóis!
Em todos, não falho um só!
Se fico presa depois?
Pode ser, se tiver “dó”…
Venha mais um! Venham dois
Prender-me sob uma mó!
Caio em todos! [os heróis
mordem, por vezes, o pó…]
Tocam-me num “ponto fraco”
E dá-se a estranha alquimia
Da minha condenação,
Outras vezes, qual macaco,
Mantenho a cabeça fria
E… não cedo à comoção!
Maria João – 12.11.2010 – 19.39h
NOTA - O soneto de ontem à tarde, por qualquer falha técnica que não consigo identificar, não está na pen. Recorri a este sonetilho que já tem
quatro dias e que ainda não tinha sido publicado.
Comoção também a tenho,de ver tão ilustre criançinha,nuns braços de uma raínha com outra bem ao pé...e que agora bate o pé,pois crescida é,fazendo finca-pé...mesmo mordendo o anzol!
ResponderEliminarBj*
:)) Olá, Vitor? Ilustre, eu? Era uma criancinha muito maluca! :)) Apaixonava-me perdidamente por estátuas! Não podia ver uma que me não abraçasse logo a ela!
EliminarQuando era pequenina deitei-me a esmiuçar os meandros da escultura e fiz uma estatueta de barro que se acabou por estragar toda porque não foi devidamente cozida em mufla. Mas era uma bela estatueta, muito proporcionada e expressiva, representando um homem e uma mulher, abraçados. Não foi feita com o barro que se compra nas lojas e sim com uma amálgama que eu descobri no campo, perto do Estádio Nacional... estava destinada a uma vida intensa, mas breve. Esfarelou-se toda...
Abraço grande!
Olá, M. João. Os seus livros podiam ser-me enviados à cobrança? Se sim, dar-lhe-ei a m/ direcção.
ResponderEliminarTenha um bom coração.
:) Olá, Zilda! Parece-me que já só tenho um livro mas talvez ainda haja algum na Editora. Vou tentar contactá-la e penso que, amanhã, estarei em condições de lhe responder.
EliminarEste segundo livro que estava planeado, nunca chegou a concretizar-se. Se houver, será o Poeta Porque Deus Quer.
Tenha um bom coração! :)