SEMPRE E NUNCA MAIS
... e, de então em diante, o Universo,
Como se por magia se calasse,
Roubar-me-ia todo e qualquer verso
Que pela vida fora eu encontrasse
Deixando-me, na troca, o seu inverso,
Negando-se, fugindo ao novo enlace...
O resto todos sabem... se é perverso
Melhor fora um poema que o negasse...
Do rebanho que guardo ou como o faço,
A ninguém devo contas ou promessas,
Senão a quem me fez tal como sou!
De tudo o que nasceu deste cansaço
Nas horas a que já nem deito meças,
E ao que está por nascer... Deus mo legou!
Maria João Brito de Sousa
Um poema com vida...
ResponderEliminarE estas fotos antigas!!! são mesmo espectaculares...
Obrigada, Averse! Eu sei que tenho mais de mil fotos nos meus álbuns do sapo, mas não tenho acesso a ele neste momento e desde há alguns meses. Se clicar sobre a foto, vai lá ter... a não ser que também esteja num serviço público com filtros de acesso :)
EliminarNão estão nada bem organizadas, por falta de tempo e agora por impossibilidade total, mas algumas são mesmo muito antigas.
Abraço!
sempre que vejo assim fotos mesmo antigas de meus familiares, é automático, parece que nasce a acção na minha cabeça :D:D e revejo, qual narrador, todo o contexto em que foi tirada, invento à minha maneira quero eu dizer, :D
Eliminartenha uma optima tarde
Isso é óptimo, Averse! E é um privilégio! Nem todos têm essa capacidade que eu partilho e muito admiro!
EliminarUm abraço!
Dizer que gostei do poema é pouco
EliminarAdorei
Também gostei muito das fotos. Muito interessantes. Esta está um encanto. A luz que vem de trás e se espelha no mar é uma maravilha
Espero que estejas melhor
Um beijinho grande
Privilégio!?!? Nunca vi assim... apenas como uma situação engraçada, que me dá um certo goso...
Eliminaraiii... que agora me deixou a pensar :D :D
Obrigada, Landa! :) Estou "com mais olhos do que barriga" :)) ... quer isto dizer que estou com mais "vontade" do que "capacidade"... mas isso já vai sendo uma característica minha :)
EliminarAbraço grande!
Eu considero uma situação privilegiada tudo aquilo que podemos fruir e que a maioria dos da nossa espécie não consegue... quando era pequenina também não via certas coisas como privilégios, mas depressa percebi que eram mesmo! ;)
EliminarÉ de opinião que esta situação não acontece com toda a gente, ou pelo menos muita gente?
EliminarSou mais de ideia que acontece... mas as pessoas não o expressam porque não dão valor, embora tenha centrado a questão em "fruir", se não derem valor não existe fruir :D :D :D tou a dar um nó no cerebro
mas também, eu já não sou pequenino, mas ainda não sou assim graaannde :D
Não sei... quando era pequenina - uns 5 ou 6 anos - andava feita "inquisidora" de volta dos meus companheiros, a ver se :)) algum ou alguma tinham este tipo de "privilégios"... aquele das cores associadas aos números, às letras e às palavras todas era um daqueles em que eu insistia particularmente. Deve-me ter ajudado a explicar-me com alguma clareza, porque eu lembro-me muito bem de tentar e de formular as perguntas de forma a torná-las acessíveis... mas não obtive resultados positivos uma única vez... no início, sei que fiquei preocupada mas, com o tempo, fui descobrindo que era muito bom! Claro que me fazia pensar muito mais, mas só dava bons resultados... optei por acreditar que era mesmo um privilégio! :)) E continua porque o tal "fenómeno" não desapareceu com os cabelos brancos :))
EliminarAbraço gde!
5 ou 6 anos!!! tá explicado :D
Eliminara minha percepção não chega a tanto... :(
concordo com uma coisa, pensar mais dá bons resultados
e que agradavel conversa
Abraço!
Olá, Averse :) Obrigada!
EliminarHoje o Poetaporkedeusker faz três aninhos e eu não lhe vou "fazer as honras" com um soneto... parece-me que aquela nossa conversa de ontem, sobre as minhas "matutações" de infância, acabou por dar frutos, mas não me nasceram em decassílabo heróico:)
Nasceram-me umas sextilhas e é com elas que eu vou fazer o post do terceiro aniversário :)
Abraço gde!