A TODOS OS PRÍNCIPES DO NADA
São Príncipes do Nada, nada têm
Senão essa vontade de viver
Que os move em direcção ao que não vêem
E os faz não desistir até morrer
São apenas crianças, mas contêm
A fórmula secreta do que é ser
E, mesmo quando morrem, sobrevêm
Porque não cala a morte o seu viver.
Anónimos, ou não, têm um nome,
Brincam, jogam, alguns sabem cantar
E muitos, sem remédio, passam fome…
São tímidos, alguns, outros, risonhos,
Procuram quem não podem encontrar
Onde pousarem seus pequenos sonhos!
Maria João Brito de Sousa – 01.03.2011 – 22.13h
Mª. João
ResponderEliminarVê por favor se os Prémios têm o perfil
privado (só faltava isso).
Aguardo a resposta!
M. Luísa
Vou já ver! Esta conversa toda que temos tido já deve ter dado um recorde de comentários... :))
EliminarEstá privado, sim, Maria Luísa! Nem consigo entrar nele... mas estás doente e não deves preocupar-te demasiado com o blog! Repousa agora e, dependendo do quadro clínico, reformulas o blog amanhã ou depois...
EliminarAbraço grande e as tuas melhoras!
Os Príncipes do nada são aos milhões.
ResponderEliminarBom dia, meu amigo Artesão. Sim, são aos milhões e morrem antes de se poder afirmar que tenham podido começar a viver. Custa-me a acreditar que o mundo ainda esteja dividido desta forma, entre os que morrem de fome e os que se afogam em luxos... custa-me, mas sempre soube que era assim. O que me parece impossível é que continue a ser assim por muito mais tempo.
EliminarUm abraço grande!
Já passei para o meu blogue.
EliminarEra inevitável, uma obrigação .
Abraço
Muito obrigada, amigo Artesão!
EliminarAbraço grande!