QUAIS BANAIS? QUAIS INTANGÍVEIS?
Quando o sol vem mostrar que bem-me-quer,
Tal como quer aos melros e pardais,
Respondo-lhe que o quero ainda mais,
Que, às vezes, sou mais ave que mulher…
Mas, se uma lua cheia acontecer,
Redonda em seus abraços vesperais,
Aceno-lhe a sorrir, faço sinais
Para que ela, ao espreitar, me possa ver…
Tão ave quanto as aves, mas sem asas,
Fico a vê-las voar por sobre as casas
Enquanto estes dois astros, impassíveis,
Iluminando todos por igual,
Não diferenciam homem de animal,
Nem cuidam quais banais, quais intangíveis…
Maria João Brito de Sousa – 19.05.2011 – 10.05h
E posto assim tais palavras,
ResponderEliminarQue mais posso eu dizer?
Excluo notas macabras,
E venero-o a meu belo prazer :D
Eu, para ser verdadeira,
EliminarDevo dizer que é um facto
Fazer mais, maior asneira
Do que o pobre do meu gato! :)))
Esta maluqueira foi só para te responder em quadra... não faço tantas asneiras como isso... mas também não sei caçar traças e o meu gato sabe! :)
Ahah, o teu gato já sabe mais coisas do que a minha gata (essa só me sabe arranhar :P )
EliminarSe calhar ainda é novinha e esquece-se de que tu não tens pêlo denso, como ela... o meu - tenho três, mas estou a referir-me ao Sigmund Freud - já é muito, muito velhinho... só ele é que pode dormir comigo... os três juntos nunca dá porque têm imensos ciúmes e disputam um lugar perto da minha cara... uma vez acordei toda arranhada porque eles não paravam de brigar entre si e as "casualties" eram arranhadelas em mim... eu tomo Varfarina - um anticoagulante - e qualquer arranhão me pode ser fatal. A partir desse momento, Beethoven e Garfield passaram a dormir fechados na sala...
EliminarSendo assim tens de ter cuidado :/
EliminarSim, é novinha ainda...vai fazer 3 meses :) essa anda dentro de casa (chamasse Nix ;P )... Depois tenho outra (a Fusca) que é meio bravia e tem de ficar na rua, se não vira tudo de pantanas --'
Fusca era o nome do primeiro gato que tive! Mal me lembro dele porque morreu quando eu tinha um ano de idade... mas lembro-me muito bem da Carocha, que veio logo a seguir! Tinha uma admiração enorme por essa gata que até sabia abrir a porta da rua, pendurando-se na corrente do trinco, sem ninguém a ter ensinado. Aprendeu só de ver como os humanos faziam. Era um espanto, a minha Carocha!
EliminarAté já!
Eu tive um que vinha à missa e ficava a porta à espera que saíssemos :')
EliminarCarocha é um nome giro ^^
Até já :)
Eles são inteligentíssimos e amigos do seu amigo! Não entendo que possa haver tanta gente a dizer mal deles... até já! :)
EliminarOi poetisa, belo soneto e bela tela. Está a correr melhor???Desejo que sim.
ResponderEliminarDe facto não tenho estado além da inspiração ter sido pouca. Tenho andado a escrever prosa e a ler.
Mille bacione.
:) Faz muito bem, Peter! A mim também já me têm sugerido dedicar-me mais à prosa... mas os poemas é que vêm ter comigo e, mesmo assim, estou a achar-me numa fase muito pouco produtiva. A prosa só me vem muito de quando em quando e eu, sinceramente, não acho que seja nenhum "génio" :)) em prosa... não escrevo mal, mal... mas também não me parece que seja muito boa... enfim, acho que os poemas é que se me impõem e não eu a eles... :)
EliminarBacini e obrigada pela visita!