OUTRO MISTÉRIO DE LISBOA
Sou do Tejo no abraço em que Lisboa
Se dá ao mar e, desse mar, reclama
Esse amplexo ideal, que não magoa,
Que nasce do poema, quando a chama
Virei dessa atracção sem raciocínio
Com que ela seduziu um mar vadio
E nascerei, também, do seu fascínio
Sempre que à noite a canto à beira rio…
Esta minha cidade é como eu sou,
Tem a mesma magia em que me dou
Nos versos que lhe escrevo em cada dia…
Mistérios não se devem desvendar
Mas sei que a cada abraço do seu mar
Reinventa o mesmo amor que a principia…
Maria João Brito de Sousa
“Outro mundo”
ResponderEliminarUm dia mudei o mundo
Mas ele não quis mudar
Hei-de continuar a tentar
Nem que seja um segundo
Eu não quis mudar um dia
Mas o mundo é que mudou
Todo a gente o acompanhou
Só eu à mudança resistia
Já cheguei muito atrasado
Nem reflectir conseguia
Fiquei todo baralhado
O mundo tinha mudado
Por outro caminho seguia
E deixou-me aqui estagnado.
:) Olá, Poeta!
EliminarTodos mudamos o mundo
Quer o saibamos, quer não...
Vive e respira bem fundo
Pois tens o mundo na mão!
Cada ser que por cá vive,
Cada pedra e cada flor...
Cada um de nós decide
Fazer um mundo melhor...
Poucos terão reparado
Que o mundo inteiro é mudança,
Nada é estático ou seguro
Alguns outros, por seu lado,
Abdicam da segurança
Sempre em nome do futuro...
Abraço grande!
Linda homenagem a Lisboa :D
ResponderEliminarOntem fui votar Maria, e hoje também já fui ^^
Como estás? :)
:) Olá, Paper!
EliminarHoje estou cheia de dores de cabeça e cólicas, mas nem vou ralar-me com isso! Ontem tive de sair mais cedo e nem sequer cheguei a poder ir ao meu correio do gmail, ao Poetas, ao Horizontes... hoje também tive de esperar que vagasse um computador porque o CJ anda cheíssimo!
Mas diz-me... porque será que eu não consigo votar no teu poema? Eu entro normalmente, faço login e, quando tento votar, dizem que sou um utilizador não conhecido e impedem-me de o fazer... já há vários dias que isto acontece...
Abraço e até já!