MAIS UM NATAL...
MAIS UM NATAL
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Natal! Como se o Céu pudesse, agora,
Modificar de um sopro a Terra inteira,
Reconstruindo o Mundo de maneira
A decidir quem nasce e a que hora...
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Como se o Sol, que a todos revigora,
Fosse o supremo fim desta canseira
E a luz que dele emana, a derradeira
Tábua de salvação de quem cá mora...
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Natal! Como se as águas não jorrassem,
Como se as terras virgens não pulsassem
Na floração selvagem dos seus lírios,
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Como se as pedras se desmoronassem
E as chamas, a tremer, não se apagassem
Já frias nos pavios dos velhos círios...
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Maria João Brito de Sousa
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18.12.2011 – 15.17h
Olá minha amiga, vim fazer uma visita e fiquei muito contente por ver que a sua inspiração está de boa saúde. Como sempre gostei de ler o seu soneto de Natal.
ResponderEliminarUm grande abraço e um feliz Natal
Olá, amiga Idalina! É um poema muito pouco "típico" do Natal, mas é um soneto de Natal, sem dúvida... talvez porque este Natal também esteja muito mais cinzento do que o costume... ou mais cinzento do que nunca, para muitos, muitos portugueses.
EliminarUm enorme abraço e muito obrigada pela sua visita!
“Radiografia do mundo”
ResponderEliminarO mundo vai deprimir
Como deprimiu outrora
Não vai ser muita a demora
Muitas vozes se vão ouvir
Muitas vozes se vão calar
O mundo não vai decidir
O mundo até se vai rir
O mundo pode esperar
Nós é que já não esperamos
Nós somos os que choramos
Atrás de nós outros virão
Será diferente a situação
Este império vai desmoronar
Boa sorte para quem ficar.
Há sempre "ascensão e queda"
EliminarQuando se fala de impérios...
Este, daqui não arreda
Nem desvenda os seus mistérios...
Tenciono ficar por cá
Enquanto o Tempo de Vida
Me quiser viva e não há
Vivência mais conseguida...
Nem mais nem menos doente,
Nem menos nem mais cansada,
Só mais tarde sorrirei,
Só no tempo de outra gente,
Só no tempo de outra estrada,
Só num tempo que eu cá sei...
Poeta, abraço grande!
As suas radiografias estão muito completas... a osteoporose é mais que evidente e só resta saber exactamente aonde se dará a primeira fractura...
“Um país viável”
ResponderEliminarO secretário de estado
Já o tinha mencionado
Nosso primeiro danado
Por não terem escutado
Veio reforçar a afirmação
Convido-vos à emigração
Para resolver a situação
Zona de conforto é que não
Se não nos prestam atenção
Repetiremos mais vezes
Nem sempre de forma afável
Vocês não são a solução
E Portugal sem portugueses
Tornar-se-á um país viável.
Prof Eta
E, já agora, os mais velhos
EliminarE os menos capacitados...
Estaremos nós de joelhos
Perante os rumos apontados?
Eu quero morrer por cá,
Nesta terra onde nasci
E em que sou! Tanto me dá
Que me escorracem daqui!
A quem me imponha a vontade
De deixar este cantinho
Em que se me cumpre a vida
Direi, em boa verdade
E nem sempre de mansinho,
Que estou quase de partida...
Olá, Poeta! Este já me saiu a custo. Continuo menos bem e a febre sobe-me sempre à noite. A infecção está cá e já começa a provocar-me dores a sério. Acho que vou mesmo de ter de ir ao hospital ou para o hospital se for mais uma daquelas que só são sensíveis a antibióticos de uso exclusivo das unidades de internamento, como a última.
Abraço grande e desculpe mas não consigo tentar responder ao outro sonetilho. Estou mesmo atrapalhadota.
“Humanidade fracturada”
ResponderEliminarRadiografias estão tiradas
Mostram-nos as debilidades
Articulações desconjuntadas
Entre outras contrariedades
Uma osteoporose acentuada
Faz parte desta realidade dura
Quem diz que não vê nada
Será surpreendido pela fractura
A fractura será generalizada
Porque esta maleita é global
E mesmo toda fracturada
Humanidade aposta decidida
Em tudo aquilo que é letal
Porque o lucro comanda a vida.
“São Julião”
ResponderEliminarFoi no forte de São Julião
Nos arredores da cidade
Que encontraram a solução
Só pode ser a austeridade
Por isso já sabes, aguenta
Ou recorre à caridade
Senão o estado rebenta
Por não ter capacidade
Em estádios somos primeiro
E auto-estradas igualmente
Nas bombas só topo de gama
São Julião, santo padroeiro
Afastai a austeridade da gente
Quem não chora não mama.
Prof Eta
“Não roubarás”
ResponderEliminarJá sabes o estado mata
Toma com moderação
Foge antes que te abata
Ou morres do coração
Já sabes não é universal
Qualquer direito à vida
Não é declaração cordial
É a esperança dissolvida
Tu és mero contribuinte
Para esta triste realidade
Em breve serás um pedinte
A deambular pela cidade
Ou viverás no alto requinte
De quem conduz a sociedade.
Prof Eta
“Inferno mais feliz”
ResponderEliminarAfinal ainda há esperança
Pois decidiram emigrar
Os da nossa governança
Vão o inferno governar
Até fizeram a promessa
De um inferno mais feliz
À espera qu’a gente esqueça
Aquilo que um político diz
O demo é que não gostou
De ver seu espaço invadido
Mas por fim lá concordou
Em ceder o seu pedestal
Por lhe terem prometido
Baixar a conta do gás natural.
Poeta, eu bem tentei... não dá mesmo. Ainda me sinto muito mal disposta e não consigo a mínima concentração necessária...
EliminarUm enorme abraço!
O importante são as suas melhoras.
EliminarBeijos e até amanhã.
Querida amiga! Achei um absurdo aquela dos trabalhos domesticos, ele há cada uma!!!! Vai ao Ligeirinha, preciso de ti..... Beijinhos grands!
ResponderEliminarNão haveria problema nenhum... se eu estivesse cheia de saúde, claro! É um trabalho digno como qualquer outro... eu é que há muito deixei de estar capaz para o fazer!
EliminarMinha Ligeirinha, vou a "correro"... não estou em grandes condições e, daqui a bocado, vou outra vez ao hospital fazer o controlo do INR... no centro de saúde só com marcação de consulta e teria de me deslocar lá várias vezes... bjo!
Desde que haja saúde e se tenha a família reunida, da minha parte não peço mais nada neste Natal :)
ResponderEliminarAhah, sim... outra das minhas paixões é o desenho :D
Desejo-te um feliz Natal Maria, junto de quem mais gostas :')
Olá, Paper. Desculpa a demora mas não tenho estado mesmo nada bem. Já estou no terceiro dia de antibioterapia e continuo sem me sentir melhor. Venho desejar um Feliz Natal e tentar responder aos comments porque não me sinto capaz de estar muito tempo sentada ao computador, a concentrar-me... para o Face e para responder aos sonetilhos, não dá mesmo...
EliminarFELIZ NATAL e que tenhas tudo o que mais desejas!
“Pira-te”
ResponderEliminarNão nos podem desiludir
Os políticos portugueses
Só nos conseguem iludir
Como fazem todas as vezes
Não são minhas as palavras
São do nosso presidente
Mas então o que esperavas
Ao teres que aturar esta gente
Pira-te para o estrangeiro
Há portugueses em excesso
Uma agência vamos criar
Que o cidadão está primeiro
Só queremos o teu progresso
E tudo faremos para te ajudar.
Prof Eta
Por mais que tente... não dá
EliminarPr`a conseguir responder...
Inspiração, já não há
E já mal dá pr`a escrever...
Tento, tento e nada sai
Que possa ser publicado!
Nem uma letra me cai
No poema mal esboçado...
O Beethoven foi-se embora
Pr`a ser eutanasiado...
Cá por dentro... tudo chora
Nesta noite de Natal
Saiu-me o presente errado
E ainda me sinto mal...
Acabou por sair... penso que porque o Beethoven acaba de sair. Vieram buscá-lo porque ele já estava a sofrer muito, coitadinho... assim é anestesiado e... pronto, escusa de estar ali naquela aflição enorme.
Meu querido e terno amigo de 17 anos! Desculpe este desabafo mas saiu... vou sentir muitas, muitas saudades dele.
Espero que vocês tenham uma noite feliz e sem nenhum dos contratempos que, este Natal, vieram cair-me no sapatinho...
Enorme abraço e muito, muito obrigada!
“Adeus Portugal”
ResponderEliminarUm povo empreendedor
Suas naus ao mar lançou
Império foi prometedor
Até que se desmembrou
De país em construção
Até ao país sem esperança
Que promete a emigração
Está a fé cega na finança
Vai muito além da troika
Alimenta muito parasita
Aos outros já não seduz
O que foi nação heróica
É agora pátria maldita
Último a sair apague a luz.
Poeta, acabei por responder a mais um sonetilho mas a net "fugiu-me" e perdi o poema... só agora voltou...
EliminarAbraço grande!
“Adamastor”
ResponderEliminarO Cabo da Boa Esperança
Conseguimos um dia alcançar
Cabo das Tormentas avança
Será pr’a nos atormentar
À espreita está o Adamastor
Pr’a toda a esperança afundar
Com seu aspecto assustador
Nenhum de nós vai poupar
Por fim surgem as sereias
Com a doçura do seu cantar
Ao abismo nos vão atrair
Última esperança é Eneias
E Afrodite para nos salvar
Se Aquiles não nos trair.
Aquiles nunca trairá
Eliminar- mas vai ser atraiçoado... -
O que esta vida nos dá
E por nós foi conquistado
Eneias já se cansou
E Afrodite adormeceu
Pois, de manhã, acordou
Mal o sol no céu nasceu...
Se o Adamastor vier
Nós haveremos de dar-lhe
Muito, muito que fazer!
Mas se, mesmo assim, quiser...
Podemos todos mostrar-lhe
Que sabemos combater...
Olá, Poeta! Não me sinto nada bem para continuar a responder-lhe mas ainda consegui este sonetilho. Também publiquei um soneto mas levei muito tempo a conseguir dizer exactamente o que queria... não é de interpretação imediata, é um daqueles que "pede" que o entendam... mas isso foi propositado. Acredito que "fazer pensar" é outra das grandes funções da poesia.
Este levou-me umas boas horas a construir e teve de ser muito bem "burilado" porque o meu lado espontaneísta fica sempre muito reduzido quando estou pior.
Um abraço muito, muito grande para todos vós!
Viva, até que enfim, eu sabia, o silêncio não ia durar para sempre, good as allways. Os meus pais gostaram muito da Natália Correia. O meu pai gosta mais dos seus sonetos do que dos dela. Bolas que isto já parece uma daquelas redacções dos meninos da 4ª classe.
EliminarBeijos de todos.
:) Caramba, Poeta! Tenho a caixa de correio tão desarrumada que me tinha escapado este comentário... Beijo enorme para todos! :)) Não, não parece nada uma redacção da 4ª classe!
EliminarEssa da Natália deve ser para me animar :)))
Beijinho!
Verdade acredite o meu pai foi espontâneo no que disse.
EliminarO seu pai estava a brincar consigo... :))
EliminarHoje fui à farmácia e fiquei "de gatas"... mas, amanhã, terei de ir pagar uma conta que se vence... a ver vamos se eu consigo ir...
Agora só prometo tentar responder ao sonetilho que o seu pai me enviou. Custa-me estar sentada... olhe, custa-me estar de qualquer maneira se não for por um curto lapso de tempo...
Abraço grande!
Da Maria Luísa,
ResponderEliminarM.Luísa Adães a 23 de Dezembro de 2011 às 17:57
Poeta amigo
Longe de todos e do meu Portugal. Tem sido uma luta pela saúde!
Cada um tem a sua luta...esta tem sido a minha e nao é fácil...
Tudo muito complicado...
Obrigada pelos comments.
Beijos à M. Joao e Feliz Natal !
E para ti, o meu carinho e Um Bom Ano.
Abraço grande
Até sempre, M.L.
Um enorme abraço também para ti, Maria Luísa!
EliminarA minha saúde também se tem vindo a deteriorar muito nestas últimas semanas... mas continuamos sempre enquanto em nós houver um sopro de vida.
Um abraço grande e que possas melhorar rapidamente!
M. João
Cara amiga,
ResponderEliminarHá muitos anos que os meus Natais são tristes (já devia ter escrito a história no Livro).
Vim desejar-lhe os Feliz Natal na companhia da sua família e amigos, incluindo os de quatro paras.
Grande abraço.
Amigo Artesão, não querendo fazer deste Natal um mar de lágrimas, é-me completamente impossível sentir-me muito contente enquanto um desses meus amigos de quatro patas agoniza -embora muito queninho e com uma botijinha de água quente- na casa de banho, para estar afastado do Kico e dos outros gatos. É o Beethoven que está mesmo, mesmo a despedir-se da vida e, embora sabendo que isto estava para acontecer mais dia menos dia, continuo a achar que não é o mais agradável dos presentes de Natal...
EliminarDesejo que o seu Natal seja, pelo menos, um pouco mais alegre que o meu e que tenha muita e muita inspiração para continuar a escrever nos seus blogs.
Muito obrigada pela sua visita e um abraço fraterno!
"Roubar"
ResponderEliminarDizem que roubar é errado
Mas eu descobri que não
Quando roubas um bocado
Ao teu próprio coração
Coração assim roubado
Pode ajudar-te a crescer
Pois andas por muito lado
E a outros podes oferecer
Ofereces um simples gesto
Quantas vezes um sorriso
Podes pensar, é modesto
Mas p’ra aquele a quem dás
Será tudo o que é preciso
Para lhe devolveres a paz.
Poeta, tive uma noite atribulada com imensas cãibras nas pernas, fui pagar aquelas contas de que falei ontem - a D. Isa levou-me - e agora estou com tantas cãibras nas mãos que nem me atrevo a responder mais do que o estrictamente necessário.
EliminarAbraço grande!
PS -Estou com o cabelo curtinho... a D. Isa deu-me uma tesourada e... pronto, teve de ser... :))
Quero ver o novo visual, deve estar good looking.
EliminarAs fotos ficaram horríveis... como vai sendo costume :)) mas vou ao correio e tento enviar-lhe uma ou duas! Até já!
EliminarCara Maria João sei que o Natal não tem sido o melhor mas vou continuar a insistir porque apesar de tudo a vida continua, espero as rápidas melhoras e que os desgostos em breve se transformem em saudades.
ResponderEliminarBoas festas.
Continue, Poeta! Eu espero conseguir responder a alguns, assim que melhorar de todas estas coisas... neste momento, das cãibras. Já fiz a medicação com magnésio mas não passam com nada...
Eliminar“Feliz Natal Portugal”
ResponderEliminarHoje ao país vou falar
É a mensagem de Natal
Façam favor de escutar
Gentes do meu Portugal
O que tenho pr’a dizer
Não é aquilo que direi
Gentes fiquem a saber
Que nunca vos enganei
A verdade não será dita
Pois seria muito cruel
A mentira também não
Prefiro manter-me fiel
Ao discurso por omissão
Em breve sentirão na pele.
Prof Eta
Já nem sei o que pensar
EliminarDos discursos ao país...
O que se está a passar
Não fará ninguém feliz
E, no entanto, as promessas
Continuam, como dantes,
A fluir, sem quaisquer pressas,
Em frases muito confiantes...
Ninguém parece saber
Do efeito cumulativo
Desta recessão social
Ou, então... tentam esconder,
Pensam que "basta estar vivo"...
Isto não é bom sinal!
Até já! :)
“Tempo”
ResponderEliminarPassa sempre depressa
O tempo que já passou
Por isso não tenhas pressa
Vive o tempo que sobrou
Num compasso sereno
Mas de forma decidida
Chegará teu fim terreno
A morte não acaba a vida
É um tempo sem tempo
As almas são soberanas
O compasso a eternidade
Por isso vive o momento
Aprecia coisas mundanas
Não recuses a felicidade.
... mas se o tempo não passasse
EliminarEm dias, horas, minutos,
Se um segundo nem contasse
E se imóveis, impolutos,
Se cristalizassem todos
Os momentos que passaram...
De que jeito ou de que modos
Coisas que se renovaram
Poderiam ter nascido?
Sem "antes" e sem "depois",
Como haveria "durante"?
Quisera nem ter vivido,
Sem estrelas, luas nem sóis...
[nunca quis ser diamante!]
Até já, Poeta!
ADEUS A PORTUGAL (em contraponto a um do Pedro com o mesmo título)
ResponderEliminarAquela néscia alcateia
Que gasta os passos perdidos,
Simulacro de Assembleia,
Organizada em partidos
Que usa sapatos polidos,
Em São Bento serpenteia
E, em inflamados sustenidos,
Rosna, de volta e meia,
Apregoa a austeridade
Com os bolsos a abarrotar
Confrange de falsidade.
Tal coro miniatural
Só lhe resta emigrar
Com um adeus a Portugal.
Eduardo
Amigo Eduardo,
EliminarSó lhe respondo amanhã porque ainda não me sinto nada melhor e já me esforcei demasiado para publicar um soneto, hoje. Corro o risco de ficar aqui até às tantas sem conseguir uma rima... é estranho, mas garanto-lhe que o meu "lado espontaneísta" é o que fica mais "avariado" quando estou mais doente...
Deixo-lhe um enorme abraço, que estendo à sua esposa, e um bem-haja por mais este magnífico sonetilho!
Maria João
Quando fala em alcateias
EliminarNão consigo imaginar
Simulacros de assembleias
Com alguns a discursar...
Lobos, pr`a mim, são amigos,
Companheiros de jornada
Que, comigo, entre mil perigos,
Caminham na longa estrada...
Mas sei bem compreender
O que me quer transmitir,
O que me tenta dizer...
Muitos são, tal qual descreve,
Tecnocratas pr`a servir
O que o capital nos deve...
Meu amigo Eduardo,
Desculpe-me a "desinspiração" deste sonetilho. Está a ser difícil estar sentada ao computador... mas penso que posso tentar explicar-lhe aquela aparente incoerência das primeiras estrofes; sempre tive dificuldade - isto dura desde a minha infância - em associar os erros humanos a comportamentos animais... talvez seja por ter lidado com eles toda a minha vida, talvez sejam vestígios indeléveis que me ficaram do Torga e do Rudyard Kipling... sei, sem sombra de dúvida, que os animais podem ser de uma dedicação tão completa que nós, humanos, dificilmente os conseguimos igualar... mas entendo muito bem a imagem que fez passar.
Um abraço grande para si e esposa.
PS - A minha caixa de correio está demasiado desarrumada para eu poder encontrar seja o que for mas penso que a Maria Vitória não estará em condições de me responder... vá-me, por favor, dando algumas notícias através do Pedro. Muito obrigada!
Cara amiga,
ResponderEliminarSó agora respondo porque o meu Natal foi um bocado atribulado.
A sorte do Beethoven já esta decidida?
Um abraço
Já, meu amigo. O Beethoven partiu na noite de Natal, mas estará bem vivo, no meu coração, enquanto eu viver.
EliminarUm abraço e muito obrigada por se recordar daquele meu amiguinho de veludo negro e olhos doirados.