JOGO DE XADREZ NUMA TARDE CHUVOSA
O jogo recomeça… a tarde escura
Ameaçando chuva, o vento uivando…
Enquanto observo a rua, o céu, chorando,
Renova-me as fraquezas já sem cura…
A chuva, gota a gota, já perfura
O abrigo que me estive improvisando
Até que inteiramente o vai molhando
E dissolvendo a frágil cobertura…
Recolho o tabuleiro. A noite chega…
Mais gota, menos gota, eu acredito
Que a chuva possa ter o estranho fito
De dissolver tão só quem se lhe nega…
(se desisto de um jogo, assim, perdido,
jogá-lo nunca fez qualquer sentido…)
Maria João Brito de Sousa – 14.08.2012 – 20.44h
IMAGEM RETIRADA DA NET, VIA GOOGLE
“Promessas mil”
ResponderEliminarNão haverá mais regabofe
Na república das bananas
Não encaixa nesta estrofe
Nem nas ideias que emanas
Importante é não falhar
No controlo da despesa
Nem que tenham d’emigrar
E a malta fique toda tesa
Neste ano de transição
Qu’o seguinte já não será
De tamanha aflição
A esperança espreitará
Em vésperas de eleição
Promessas mil haverá.
Prof Eta
Ah, pois claro que haverá!
EliminarPromessas não faltarão
E até quem nada dá
Vai jurar que todos dão!
"Acima, acima, gageiro!
Acima, ao tope real..."
Hão-de "atirar-nos" dinheiro
Redimindo o capital...
Diga que é de transição!!!
Eu prefiro dar-lhe o nome
De crime de alta traição
Perpetuado por quem
Rouba mesmo a quem tem fome
Fingindo que não viu bem!
Este ainda me veio a correr, rsrsrs... aproveitei, claro!
As portas do inferno esperam.
EliminarBem... também existe a Boca do Inferno... e é um lugar lindíssimo! Vou ver!
EliminarO chá decidiu.
ResponderEliminarVou ver que decisão ele tomou... espero! O sinalzinho da ligação está mesmo, mesmo a desaparecer...
Eliminar“Sonho de menino”
ResponderEliminarO ministro desconhece
Documento desaparecido
Um ministro não esquece
Assim deverá ter sido
Foi ao fundo o documento
Tal e qual o submarino
Perdeu-se por um momento
Era um sonho de menino
Jogar à batalha naval
Com grandes embarcações
E poder de fogo real
Que nos custa uns milhões
Chefiou as negociações
P’ra orgulho do país natal.
Prof Eta
E eu pr`aqui preocupada
EliminarPor causa de uns manuscritos,
De uns papelitos de nada
Ao pé dos que são descritos!
Nem copiazinhas, ao menos?
Ele há sempre uns tais mistérios,
Uns grandes, outros pequenos,
A pairar nos ministérios...
Neste velho apartamento
Em que eu, agora, resido
Tudo aparece a seu tempo...
Se hoje não acho... lamento
Que ande tudo tão perdido...
Acharei quando o não tento...
O meu sinalzinho de rede está quase invisível..., Poeta... este é um triste sonetilho mas, pelo sim, pelo não, vou copiá-lo. Estou muito desinspirada e estive quase três horas ao telefone com uma tia velhinha que não vejo há um bom tempo... acabei por ficar tão ou mais cansada do que ela...
Abraço grande!
A ponte serenou.
ResponderEliminarVou até lá, Poeta!
Eliminar
ResponderEliminare como vai a partida ?
olá, um bom dia
eheheheh... sou muito apressada, nestes jogos de xadrez... perco a maior parte deles mas, volta e meia, ganho dois ou três de seguida, em cinco minutos ou pouco mais... por estranho que pareça, relaxa-me... ou melhor, quebra, de alguma forma, o ritmo da escrita, da leitura e a "dança da esfregona"... mas nunca jogo "a sério"... há sempre alguma coisa mais importante para fazer, por isso me habituei a usá-lo como... sei lá... "terapia do cansaço intelectual"? Naaa... não fica nada bem... deixa cá ver... olha, nem sei como lhe chame! Nunca joguei "a sério", nunca me senti com disposição para passar quatro ou cinco horas concentrada nisto, a ver se conseguia ganhar ao computador... raramente faço com que um joguito me dure mais do que 20 ou 30 minutos e, na maioria das vezes, são mesmo os tais cinco minutinhos...
EliminarUm feliz dia, Anjo!
Eliminare muito bem
penava que andavas envolvida
nalgum campeonato..."de pensadores"
que até parecem dormir ..hé hé hé
feliz tarde
A propósito de dormir... vou contar-te uma que me fez rir que eu sei lá! Conheces aqueles chás para "ajudar a dormir"? Sei lá como aquilo se chamava ou o que tinha... era "sonhos felizes" ou qualquer coisa parecida... pois bem, tinha-se-me acabado o cházito do costume e eu lá andei a rebuscar na despensa e encontrei o dito-cujo. Mal reparei no que era... sabia que era chá e eu tenho o hábito de escrever sempre com um copo de "água chalada" na mão ou, pelo menos, ao alcance dela... o que é certo é que todo o santo dia fui bebendo aquilo... que nem era mau de sabor. À hora do jantar já estava com uma soneira que mal me aguentava de pé e muito longe de me lembrar que pudesse ser do chá... olha, nem me lembro de me ter ido deitar! Só sei que me deitei porque, no dia seguinte, acordei na cama...
EliminarNesse dia fui às compras e lá adquiri a beberagem do costume. A outra ficou esquecida... e eu sempre sem saber que "mistério do sono" tinha sido aquele, até que um dia, ao arrumar o armário, me deparei com a caixinha e, pela primeira vez, reparei no tal nome que já nem recordo muito bem... "sonhos felizes", "noite descansada", sei lá... só então ficou resolvido "o estranho caso da noite em que nem sequer me lembro de me ter ido deitar", eheheheh... aquela coisa funciona mesmo!
Pelo sim, pelo não... foi para o lixo! Também já tinha ultrapassado o prazo de validade há uns bons anos e, se calhar, deu-se alguma modificação química na coisa...
Um abraço para ti, Anjo!
EliminarMarula...que só quem
na África se desdobrou também...ou não ...hé hé hé
feliz noite pra ti
Correndo o risco de parecer mais do que ignorante, confesso-te que não sei o que é Marula... também nunca saí deste jardinzito "à beira mar plantado"... posso imaginar que seja uma planta qualquer que tem propriedades soníferas... mas aquele era um chá de supermercado, não sei se teria essa plantinha...
EliminarMas olha que não és a primeira pessoa que pensa que eu já estive em África... penso que por causa das figuras das minhas telas... mas não, nunca lá estive...
Feliz noite, Anjo!
Eliminarhttp://www.youtube.com/watch?v=D5E5TjkDvU0
Ahahahahah!!! Obrigada, Anjo!
EliminarQue delícia! Olha que as figuras que eles fazem não ficam a dever nada às que nós fazemos com um copito a mais... e todos, todos, ficam num estado... bem... e o baboo com a mão na cabeça, por causa da ressaca!? Ahahahahah...
“Assassinar o mundo”
ResponderEliminarO mundo está insolvente
Mas liquidez não lhe falta
Só no pensamento vigente
Não há valores na ribalta
Até é moda nem pensar
Muito além do momento
Até é moda não estudar
Qu’esgota o pensamento
Vai de valores desprovido
E pensamento moribundo
Rodando em torno do eixo
Quase morto e assim despido
Querem assassinar o mundo
Podem fazê-lo qu’eu deixo.
Poeta, a net está maluquinha e parece apostada em contagiar-me... não sei se vou conseguir responder-lhe ainda hoje... um documentário - na RTP2 - acerca de coiotes e, a seguir, o HOJE, deixaram-me um tanto ou quanto KO...
EliminarAgora ri-me bastante com um vídeo que o Anjo da Esquina trouxe até aqui... é tão engraçado! Se puder vá lá espreitar porque o link está por aí, nos comentários... e vale mesmo a pena ver a figura que eles fazem com aquela frutinha!
Mas, apesar de me rir, estou um bocadinho mais desanimada do que o costume... a realidade não está nada "mansa"...
Se não conseguir, respondo-lhe amanhã.
Abraço grande!
A liquidez não lhe falta,
EliminarEstá é mal distribuída!
Quando a estupidez se exalta,
Temos a causa perdida...
Mas, do mundo, não desisto,
Nem destes seus habitantes
E, enquanto nele existo,
Estarei entre os militantes
Das Causas Não Desistentes,
Da Justiça e de uma Paz
Que, acredito, chegará!
Não das palavras dementes
Do "deixa-estar/tanto-faz"
Do pior que por cá há...
Se a ligação se mantiver "sereninha", vou agora levar-lhe a minha resposta, Poeta!
Também serenou em inglês a ponte.
ResponderEliminarOlá, Poeta!!!
EliminarVou lá ver!
ResponderEliminarfeliz e bela noite
Feliz e bela noite também para ti!
Eliminar
ResponderEliminardeixo uma flor
uma noite feliz pra ti...
Obrigada, Anjo! Outra para ti
EliminarPS - A minha ligação está um desastre! Tem estado péssima nestes últimos dias... vem e vai, vai e vem...
Eliminarchatices de fornecedores... que nos lixam...
uma feliz noite...
Feliz noite, Anjo
Eliminar
Eliminarhoje a coisa também não funciona muito bem
enfim...
uma bela tarde
Agora melhorou... pode ser que seja só por um bocadinho, mas melhorou! E eu que tenho tantas coisas para ler, responder, actualizar... preciso mesmo que ela se aguente...
EliminarBelíssima tarde!
Eliminare eu fiz um filme dedicado à minha Mãe
88 anos...hoje.
feliz e bela tarde pra ti
Já o vi, Anjo! É uma bonita senhora, a tua mãe!
EliminarObrigada por ma apresentares e parabéns aos dois!
Eliminarpor cima é surda
imagina o berreiro para comunicar...
bela e feliz noite
Faz parte da idade avançada... eu nunca lá chegarei, nem surda... mas está mesmo muito fresca e com um rijo aspecto, Anjo!
Eliminar
Eliminarmais ou menos...
um belo e feliz dia
Um belo e feliz dia para vós, Anjo!
EliminarO chá é infinito.
ResponderEliminarSó agora cá chego, Poeta A ligação só agora parece ter serenado um pouco...
EliminarE muitas vezes os jogos que aceitamos, mesmo que involuntariamente, jogar não fazem qualquer sentido. Há que dizer XEQUE MATE!
ResponderEliminarBijinho
É isso, Golimix!
EliminarAqui juntou-se tudo, eheheh... é um soneto cheio de "segundas intenções"... segundas, terceiras, quartas, enfim...
Por acaso tinha estado mesmo a jogar xadrez com o 2008 - o computador - quando o escrevi. Também é verdade que estava a chover e eu, congelada, com o Kispo apertado até às orelhas em pleno pino do Verão... isto só eu! Sempre fui um bocadinho friorenta, mas nunca pensei chegar a este ponto!
Por outro lado também lembro, neste soneto, algumas das minhas fragilidades... essa do frio, especificamente, mas não só... e podem nem ser só minhas, essas fragilidades... num pulinho podem ser transpostas para o nosso país... noutro pulinho, estamos perante uma decisão - que nunca será minha, nem eu tenho qualquer peso sobre ela - de desistir de compactuar e servir os interesses dos grandes grupos económicos... eu sei lá! Tenho uma imaginação sem limites, nem queiras saber a quantidade de coisas que me passaram pela cabeça enquanto escrevia isto...
Mas vou até aí!
“Ímpetos”
ResponderEliminarFoi o ímpeto reformista
Que impediu de reformar
Sem nunca perder de vista
Milenar arte de aldrabar
E nós assim aldrabados
Teremos que aguentar
Os impostos aumentados
Se o ímpeto não terminar
Os discursos produzidos
Não afastam a recessão
Que veio p’ra ficar afinal
Com os argumentos falidos
Não veremos a inversão
Que se prometeu no pontal.
Prof Eta
Reformar os reformistas
Eliminar- com pensão bem reduzida
porque foram vigaristas! -
Talvez seja uma saída...
Pensar que o capitalismo
Possa um dia ser curado
É como aceitar que um sismo
Fique a meio, ali, parado!
Afinal todos sabemos
Que esta recessão não pára,
Qu`inda está a começar...
Amanhã... o que faremos
Se, hoje, ninguém der a cara,
Se ninguém se revoltar?
Até já, Poeta!
Nunca tinham vindo À ponte... uahuuu!
ResponderEliminarVou já... hoje estou demasiado virada para as patologias da emoção... deixei-lhe um testamento lá, no Chá... cá tenho as minhas razões e espero ter conseguido ser clara nas minhas palavras e no "exemplo" que fui buscar. Assim, em público, não falo de terceiros que não tenham partido há muito tempo. Ninguém mo impôs. É um princípio que sempre utilizei na vida real...
EliminarO chá está verde.
ResponderEliminarTambém há desse, também! Vou ver!
Eliminar“Imagina-te”
ResponderEliminarImaginação sem limites
Não consegue imaginar
Por vezes só dá palpites
Outras nem consegue dar
Não perguntem razões
Deste vazio imenso
Onde habitam alucinações
Num deambular intenso
Sei que existe fronteira
A separar hemisférios
Só não tenho a certeza
Quem da loucura se abeira
Ao deixar o reino dos sérios
Se imagina com clareza.
Imaginar não faz mal...
EliminarÉ, muito pelo contrário,
Um belíssimo sinal
Deste nosso... imaginário...
O que me chama a atenção
É tão só a dor imensa
Que há na imaginação
De um ser vivo que mal pensa...
Sofrimento! É essa a linha,
Se se fala de fronteira...
Nenhuma razão mesquinha
Me poderia levar
A falar desta maneira
Se não fosse pr`ó lembrar...
Abraço grande, Poeta!
Caiu uma granada na ponte.
ResponderEliminarEspero que seja muito, muito metafórica... vou lá ver!
EliminarFalta uma peça é o chá.
ResponderEliminarPobre Chá... vou ver!
Eliminar“Adeus velha Europa”
ResponderEliminarDesagregação anunciada
Que só por hipocrisia
Não foi já consumada
Vai acontecer nesse dia
Quando não houver nada
Que possa ser mais valia
Da agregação planeada
Onde este fim se inscrevia
Após a efémera duração
Europa eu de ti me despeço
Sempre alegre e a cantar
E após esta bela canção
Só mais uma coisa te peço
Leva o coelho e o gaspar.
Prof Eta
Eheheheh... a isto é que eu chamo "rematar com Chave de Ouro", Poeta! Refiro-me ao último verso, claro!
EliminarEuropa, já te imagino
Como a outra, a orbitar
Congelada e sem destino,
Numa mudez milenar...
Mas brinco, Europa... só brinco!
Sei bem dos povos que, em ti,
Trabalharão com afinco,
Viverão como eu vivi...
Mas... que estranha nostalgia
Me invadiu, tão de repente,
Tolhendo dedos e voz?
Se o "esquema" se te avaria,
Sobra-te sempre esta gente...
Sobramos-te todos nós!
Está meio tonto... comecei por imaginar a Europa a vogar pelo espaço, gelada... como o satélite de Júpiter que tem o mesmo nome... mas veio-me logo a "pieguice" à flor da pele, eheheh... nem eu nem ninguém pode saber exactamente como se irá comportar a Europa, em termos económicos... é uma daquelas crises que se estão a complicar de tal forma que não deixa grande oportunidade a previsões que possam vir a coincidir com a realidade... o que é certo é que nem a brincar eu consigo deixar a Europa vazia e gelada... pelo menos hoje, não estou a conseguir "brincar" com essa ideia...
Abraço grande, Poeta!
A ponte está frustada.
ResponderEliminarE eu ensonada... mas vou até lá
EliminarÉ um chá de letras.
ResponderEliminarVou ver o nosso Chá de letras!
Eliminar“Inimputável”
ResponderEliminarO bem estar social
Não parece razoável
Por isso o presente sinal
P’ra torná-lo insustentável
P’ra concretizar sem prurido
Empobrecimento é inevitável
É lícito e para ser cumprido
Eu sei que não é agradável
Pobrezinho e agradecido
Por te deixarem viver
Neste equilíbrio instável
Agradece por teres morrido
Muito digno e a padecer
Na sociedade inimputável.
Inimputável? Não sei...
EliminarInventemos novas vidas
Regidas por nova lei
E pelo sonho movidas
Porque o Homem continua
E o mundo não se dissolve...
Muito menos pr`a quem sua
A ver se "isto" se resolve...
E, nesta diagonal
Que o Tempo traça ao passar
Sobre as mãos de quem trabalha,
Terei de ir ao hospital,
Amanhã, se lá chegar...
Nisso, não há quem me valha...
Foi o que me ocorreu... embora me pareça uma tontice misturar, num único sonetilho, alguma especulação (?) sobre o futuro da humanidade e o meu futurozinho imediato... mas estes sonetilhos nunca tiveram outras pretensões que não a de tagarelar um pouco consigo, Poeta. Apenas lhes impus o improviso. Por isso mesmo é que gosto de os deixar tal como "nascem", mais palavra, menos palavra, mais pequenina emenda, menos pequenina emenda...
Abraço grande!
Até quando haverá ponte?
ResponderEliminarNão sei, Poeta, não sei... mas vou tentando descobrir...
EliminarO chá sorri.
ResponderEliminarE eu só agora vou ver o sorriso do Chá, Poeta... só agora cheguei
Eliminar“Donos da república”
ResponderEliminarPor dinheiro desvairado
Sem trazer nada de novo
Assim anda o nosso estado
Esquecendo este seu povo
Muito poucos vivem bem
À conta da despesa pública
Tratam os outros com desdém
São os donos da república
Com uma história infinita
De muito episódio atroz
Esta república madrasta
Onde a crise é congénita
E ninguém levanta a voz
Dizendo republicanos basta.
Prof Eta
Poeta,
EliminarHoje não lhe consigo responder "à letra"... estou exausta e ainda faço questão de ir um bocadinho a
http://horizontesdapoesia.listen2myradio.com/
Um dia lhe contarei pormenores... mas não me sinto nada bem e é mesmo por causas muito físicas e visíveis... mas não se assuste que eu acho que não morro desta
Abraço grande!
Move-se o mundo, lá fora...
EliminarJá não é tempo de heróis,
É tempo de todos nós
Pois tudo se passa "agora"
E aquilo que vem "depois"
Pode bem tornar-se atroz...
Arrumemos nossa casa
Sem esquecer a sintonia
Com tudo o que nos rodeia...
Contra nós, o ferro em brasa
De opressiva tirania
Que promete a Panaceia...
Contra nós, esta loucura
De nos dizerem que nada,
Ou quase nada nos cabe
Estamos contra a ditadura
E essa história mal contada
Que quer que tudo desabe!
Saiu em sextilhas, Poeta... vez por outra, lá vem assim...
Abraço grande!
PS - Continuo menos bem. Estou a esforçar-me por pôr tudo em dia, mas...
Mestria à viola na ponte.
ResponderEliminar... mas ainda vou à Ponte!
EliminarO chá não está louco.
ResponderEliminarEheheheh... acredito, Poeta! Mas achei graça a esta "constatação" porque foi o primeiro link que abri e... não estava à espera... acho que é uma daquelas curtas frases que ninguém está à espera de ler ou ouvir, assim, de repente, descontextualizadas...
Eliminar“Navegantes”
ResponderEliminarNavega a favor dos ventos
Qu’eles mostram o caminho
Ainda que só, por momentos
Nunca te julgues sozinho
Tens o vento por companhia
Que a bom porto te levará
Se navegares em harmonia...
Tempestade um dia surgirá
Então não esqueças os valores
Aprendidos durante a bonança
Recusa essa frase repetida
Põe de parte os rancores
Coloca nos pratos da balança
As diversas fases da vida.
Rancores? O que são rancores?
Eliminar- sei-o bem, mas nunca os sinto... -
Naveguem, navegadores!
Mente, Fernão, que eu não minto...
Apesar de habituada
Às "loucuras"de improviso
Fiquei um tanto espantada,
Tive um ataque de riso
Ao escrever o que senti
Logo na quadra primeira...
Divagando é que o escrevi,
Nem sei bem por que tonteira
Pois mal o fiz e reli,
Vi que tinha feito asneira...
Ah, Poeta... acho que a primeira quadra é mais aquilo que se pode chamar um "reflexo" ocasionado pela leitura do seu sonetilho, do que uma resposta... estive mesmo, mesmo para apagar e refazer... mas a verdade é que foram exactamente essas, as primeiras palavras que me vieram. Um tanto ou quanto surreal... mas genuíno.
Abraço grande!
Poema na ponte.
ResponderEliminarVou ver, Poeta!
EliminarO chá move-se.
ResponderEliminarTambém eu, Poeta! Muito empenadita, mas lá me vou movendo, rsrsrs...
EliminarVou já ver o nosso Chá!