UM SONETO MANUSCRITO


 


Debulho-me em palavras… nunca choro


Senão estes sinais de tinta preta


Que traço quase sempre em linha recta,


Cuja meta me escapa e nem decoro.


 


Se pelas gargalhadas me demoro,


De novo outros sinais, traçando a meta,


Se impõem mal o riso me intercepta


E, atrás, surgirão mais, fazendo coro…


 


Se sinto – e tudo sinto intensamente! –,


São aos milhares, pulando, à minha frente,


Esses infindos signos do sentir


 


Que imprimem no papel, profusamente,


As mesmas emoções que tanta gente,


Sem tempo pr`ás provar, deixou fugir…


 


 


 


Maria João Brito de Sousa – 17.10.2012 – 19.41h

Comentários


  1. e só como quem o saber
    de dizer
    sabe exprimir seja que sentir...

    uma grande e feliz noite
    que depois da Latada muito molhada
    daqui a pouco vou prás Tunas...


    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Já deves estar nas Tunas, Anjo... cuidado com os destilantes! Tenho estado um tanto ou quanto inconstante nas minhas vindas à net... os meus amiguinhos continuam mal...

      Obrigada e que tenhas uma noite muito feliz

      Eliminar

    2. uma feliz tarde par eles
      pra ti também

      que eu tou mais pró ó ó...

      não bebi muito
      mas a molha que apanhei de tarde
      e depois a noitada

      até o almoço me soube a serradura...velhice

      Eliminar
    3. Ahahahah! Essa do "saber a serradura" é brilhante, Anjo!

      Eu estou que não sei como me hei-de "virar" com as minhas caixas do correio... há dois dias que ando a ver se consigo enviar uns mails e não arranjo tempo para o fazer... a do gmail já entupiu toda. Ontem tive de desfazer-me de algumas dezenas de mails que nunca cheguei a conseguir abrir... funciono a 0,01 à hora e as caixas estão sempre a abarrotar...


      Faz ó-ó que logo acordas como novo!

      Eliminar
  2. “D. Gaspar”

    Afinal era Gaspar
    E não D. Sebastião
    Andou anos a estudar
    Para salvar a nação

    Voltou pr’a aplicar
    Com grande convicção
    Uma receita de pasmar
    A toda a população

    Que andou a esbanjar
    Sem poupar um tostão
    Nem o futuro acautelar

    Casa, carro e televisão
    Vão ter que entregar
    Ou males maiores virão.

    Prof Eta

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Pobre da população
      Que, se esbanjou, foi pouquinho
      E não encontra perdão,
      Nem casa, nem pão, nem vinho...

      Que injusta contradição
      Nos impõem, de caminho;
      Tiram tudo - até o chão! -
      Ao pobre do Zé Povinho!

      Mais milhão, menos milhão,
      Levam-lhe o velho carrinho
      E ele que ande a pé, pois então!

      Se o povo, nesta aflição,
      Já nem produz dinheirinho,
      Como enriquece o patrão?!?!?


      Aqui vai, Poeta! Abraço grande!

      Eliminar
  3. ORÇAMENTO CONDENSADO

    O Orçamento de Estado
    não é nenhum calhamaço,
    numa pen condensado,
    quase não ocupa espaço


    Quem o fez, faz como eu faço
    se acaso estou cansado,
    avanço apenas um passo
    e fica o passeio dado.


    Mas a esse orçamento
    a regra que lhe aplico,
    é que ele é um ornamento


    onde cedo se descobre
    que quer o rico mais rico
    e o pobre ainda mais pobre.

    Eduardo

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Mas será muito eficaz,
      Caso levem por diante
      O plano, que os satisfaz,
      De ter um povo ignorante!

      Mesmo eu me julgo capaz
      De ousar um plano brilhante
      Que faça, como este faz,
      Dum país, inferno hiante...

      Nada, nada nele funciona
      Se aplicado ao que é real,
      Mal a vida se lhe soma!

      Mas pr`alguns há-de sobrar
      Porque o senhor capital
      Não vive apenas do ar...


      Obrigada por mais este excelente sonetilho, amigo Eduardo!
      Abraço para si e Maria dos Anjos!


      Eliminar
  4. Respostas
    1. Vou ver, Poeta. Ando um pouco irregular, ao nível da presença online, por causa dos meus dois amiguinhos estarem tão mal... e porque eu mesma não estou lá muito bem. .. olhe, muito bem não está ninguém, ou quase ninguém, neste país...

      Eliminar
  5. Respostas
    1. Eu também não, Poeta... bem... à excepção de uma "argolada" que "meti" no Facebook e que me fez dizer uma mentira sem dar por isso... ainda estou com ela "atravessada", eheheh...

      Eliminar
  6. “Nova república”

    É república renovada
    Em nome do amor
    A par duma intifada
    Que iremos propor

    Contra regime atroz
    Quando nada faria supor
    Volta o dente contra nós
    Com enorme despudor

    E nós sem pudor nenhum
    Numa próxima madrugada
    Levantaremos o véu

    Que acabará com o jejum
    Quando já não sobrar nada
    Resta-nos pôr tudo ao léu.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Já me lembra harakiri
      Quando diz "pôr tudo ao léu",
      Mas a verdade é que aqui
      Já nem se vislumbra o céu...

      Outra vez sem ligação,
      Escrevo sem fazer reparo
      Mantendo a minha intenção
      De saber bem quando paro...

      A loucura desta gente,
      Que nos empurra pr`ó fosso,
      Não tem qualquer paralelo!

      Sorrirmos seguindo em frente?
      Um não o faz, eu não posso
      E, outro, nem sequer quer vê-lo!


      Obrigada, Poeta! O meu abraço grande, grande!

      Eliminar
  7. Respostas
    1. Ahahahah!!! Agora é que eu vi! Gosto imenso do Charles Walls, mas a ligação está outra vez maluquinha... ainda nem consegui abrir o vídeo...

      Eliminar
  8. “País marado”

    Governo não está a cair
    Diz o Coelho apressado
    O Portas não se vê sorrir
    Sabe que foi enganado

    Mas vai ter que engolir
    Este remédio estragado
    Pois não tem como fugir
    Sem que fique arruinado

    Estamos reféns da ruína
    No país mal governado
    Vou snifar a cocaína

    Hard rock é meu fado
    Faço uma trip de heroína
    Como o país fico marado.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Diga ele o que disser,
      Isto vai ter de cair
      E, haja lá o que houver,
      Não estaremos a dormir!

      Estamos fartos de o saber,
      Mais que fartos de intuir
      Que andam os dois a correr
      Pr`ajudar-nos a cair...

      Nesta instável ligação
      Que nunca sei se ligada
      Tudo parece questão

      De deixar que a intuição
      Me faça chegar à estrada
      Sem andar na contra-mão...


      Abraço grande, Poeta.

      Eliminar
  9. Respostas
    1. Vou testemunhar essa visibilidade, Poeta, se a quase ausência de ligação mo permitir...

      Eliminar
  10. “Chama-se Jesus”

    Chama-se Jesus
    História de amor
    Termina na cruz
    Com mágoa e dôr

    Trouxe-nos a luz
    Este testemunho
    Que o amor induz
    E um novo cunho

    Palavra renovada
    É pela sua acção
    Que eu me renovo

    Sigo esta estrada
    É minha intenção
    Ser um homem novo.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Poeta, já tentei responder ao seu pai, mas a ligação está tão inconstante que nem sequer sei se a resposta ficou publicada... para além disso - tem estado perfeitamente insuportável, a net - estou com a febrezinha dos últimos tempos a subir. Não me sinto mesmo nada bem.

      Abraço grande!

      Eliminar

    2. Esse, que sempre entendi,
      Morto por ter preferido
      Verdades que são daqui
      Ao que estava instituído,

      Aquele que albergava, em si,
      A opção de as ter traído,
      Mas manteve – eu não esqueci! –
      Um princípio indesmentido;

      Mãos nas mãos, seguindo em frente,
      Ousando a vontade imensa
      Do direito de ser gente

      Num caminho de igualdade
      Que em mil gestos se condensa
      E ascende à fraternidade

      Maria João

      Estou sem ligação... espero conseguir deixar-lhe este sonetilho e o meu abraço. Tive de o ir escrever offline... isto não dá de maneira nenhuma..

      Eliminar
  11. COM TEMPÊROS, MELHORA

    Em lume brando, guisado
    Ou então à caçador
    É sempre um cozinhado
    Que nos aguça o sabor.

    Deixa o ar perfumado
    Com um intenso odor,
    Não há petisco melhor
    Para ser saboreado.

    E, em vivo, o animal
    Apesar de ser vistoso
    Leva a vida a fazer mal

    Incontido roedor,
    No nosso horto viçoso
    Ferra o dente sem pudor.

    Eduardo

    ResponderEliminar
  12. Respostas
    1. Espero que não esteja tão impossível quanto esta minha ligação que tem de ser "tirada a ferros" a cada dois minutos, Poeta... vou tentar ir até lá...

      Eliminar
  13. “Os moirais”

    Mete nojo, ou não sei
    Esta gente inventada
    Qu’estando acima da lei
    Vão tocando a manada

    A teta já quase secou
    Espremem a última gota
    Portugal já descambou
    Está à beira da bancarrota

    Sofre esta contrariedade
    Povo que mostra indignação
    Contra o poder instalado

    Que impõe a austeridade
    Como única solução
    Pr’acabar com este gado.

    Prof Eta

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. "Querem" tocar a manada
      Porque estão é a perdê-la!
      Depois já não tocam nada...
      Já vão tendo medo dela!

      Já está a teta tão seca
      Que não dá pr`a mamar mais
      Nem que vão de Seca a Meca
      Sempre a armar-se em canibais...

      Qualquer humano mortal,
      C`um pingo de inteligência,
      Descobre que isto, afinal,

      Está longe de ser normal,
      Fica a dever à prudência
      E há-de acabar muito mal!


      Abraço grande, Poeta!

      Eliminar
  14. “Pedrada filosofal”

    Eles sabem e sonham
    O lucro comanda a vida
    E sempre que não lucram
    É oportunidade perdida

    E se os lucros aumentam
    É felicidade atingida
    Mais lucros fomentam
    Nesta escalada incontida

    O mundo pula e avança
    Entre as mãos do banqueiro
    Que esta alegria preserva

    Faz a gestão da poupança
    Para o lucro vir primeiro
    E proteger a reserva.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Muito, muito bem "apanhado" este sonetilho, Poeta! O meu primeiro impulso foi rir... mas olhe que isto, bem pensado, deveria era fazer-nos chorar...

      Não duvido, não senhor,
      Que o lucro comande a vida
      No sistema em que vivemos!
      É, dos "sonhos", o pior
      Porque já não tem saída
      - que é coisa que já nem vemos... -

      De tal forma a questão monta
      E este "tricot" dos interesses
      Se agiganta entre os demais
      Que ninguém descobre a ponta
      Do novelo das benesses
      - nem a veremos jamais! -

      Quem procure a dignidade
      De um futuro em Portugal,
      Pode até ter de emigrar
      Porque encontrar a verdade
      Vai fazer-lhe muito mal
      - e até pode nunca a achar... -


      Pronto, Poeta! Abraço grande!





      Eliminar
  15. MINISTRA DA ESCURIDÃO

    Uma ministra com cristas
    Julgando-se em assunção
    Quis assumir funções mistas
    E em todas foi decepção.

    Se farejasse outras pistas
    Podia até ter razão
    E ser, com largas vistas,
    Ministra da escuridão…

    Agricultura, não temos,
    Pesca e outras, também não,
    Ordenamento, ainda menos

    Desculpe estes dislates
    Ministra Dona Assunção,
    Mas nós nem temos tomates!

    Eduardo

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Temos, em compensação,
      Buracos por toda a parte...
      Já os não tapa Assunção
      Que lhe falta engenho e arte...

      Temos descontentamento
      E até vamos tendo fome...
      Pr`ós tapar, quanto lamento,
      Vamos-lhe gastando o nome...

      Sem as gónadas, contudo,
      Bem se esforça o português
      E sai-lhe o protesto mudo...

      Toda a "estória" nos satura;
      Dia a dia, mês a mês,
      Vai-se ao fundo a agricultura...


      Obrigada, amigo Eduardo!
      Continuo com grandes dificuldades de ligação mas ainda consegui que me saísse esta "brincadeirinha"...
      Abraço grande para si e Maria dos Anjos!






      Eliminar

  16. só deixar o desejo de uma bela e feliz noite
    e uma festinha também aos quadrúpedes...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Ah, Anjo... acho que adivinhaste que eu estou a passar uma noite menos fácil, quase sem ligação e - o que para mim é uma provação... - sem cigarritos

      Obrigada. Vou tentar ir aí... mas deixo-te já o desejo de uma noite feliz, para o caso de a ligação não me deixar...

      Eliminar
    2. ai os cigarritos...

      uma bela e feliz tarde

      Eliminar
    3. Custa, custa... e olha que eu já aprendi a abdicar da maioria das coisas de que ninguém abdica... mas eles estão subjacentes ao meu trabalho poético...

      Rede louca, esta!!! Eu, que costumo ter uma paciência de Job, estou quase a perdê-la... só não sei se perco primeiro a paciência ou a ligação, heheheh

      Valha-nos o sentido de humor que surge sempre nos momentos das pequenas/grandes indecisões, eheheh

      Eliminar
    4. Viva o nosso bom humor que é um belíssimo remédio contra a desistência, Anjo!

      Eliminar


    5. interessa-lhes...uma feliz noite

      Eliminar
    6. ... nem que eu me desidrate toda em suor para conseguir uns segundos online, não me calo!
      Posso é não conseguir dizer nada que jeito tenha... mas não me calo!!!

      Eliminar
    7. lutar
      e contornar...

      uma tarde feliz pra ti

      Eliminar
    8. Claro, Anjo... a ligação está mais preenchida agora - vejo-o no íconezinho da barra inferior - mas, agora, é o computador que fica "engasgado" com os scripts e pára... paciência, tenho que arranjar mais umas toneladas de paciência...

      Feliz dia chuvoso!

      PS - Os dias chuvosos também podem ser bem bonitos, sobretudo quando há uma ou outra abertazita e vemos o sol a espreitar de vez em quando

      Eliminar

    9. tá mesmo escuro com nevoeiro e chuvoso...

      e há 20 minutos fui à janela
      não é que estava um carro de rodas para o ar na estrada ?

      fiquei parvo...depois o INEM, Polícia...e lá continua...

      feliz tarde

      Eliminar
    10. Caramba! É este piso escorregadio com lama e chuva miudinha...

      Eliminar

    11. é que aqui é tudo a descer
      e todos os santos ajudam...

      Eliminar
    12. Pelos vistos... ajudaram demais Espero que só tenha havido feridos muito ligeiros... deduzo que tenha havido, pelo carro do INEM...

      Feliz noite, Anjo!

      Eliminar

    13. não houve nada de grave
      mas

      aparatada daquelas...como só a velhice
      sabe fazer...hé hé hé

      feliz noite

      Eliminar
    14. Coitados... mas ainda bem que não foi grave!

      Obrigada pelas notícias! Noite radiosa e feliz!

      Eliminar
    15. foi mais o susto...

      um bom dia que por aqui
      chove e choveu torrencialmente toda a noite

      Eliminar
    16. Ó, ó! Por aqui também... agora mesmo, como se me quisesse desmentir, espreitou um raiozinho de sol... mas já desistiu. O mau tempo está para durar, nesta tarde cinza e mal disposta...

      Eliminar

    17. é o Inverno
      que depois de um Verão
      quentinho
      nos dá este frio de esconjurar...

      feliz tarde



      Eliminar
    18. Eheheheh... eu sou tão friorenta que já ando com três camisolas... quatro! Já me esquecia de uma T-shirt por baixo das outras todas

      Feliz noite, Anjo

      Eliminar

    19. e chuva com mais chuva...é o que há por aqui...

      uma muito bonita noite

      Eliminar
    20. São quase três da madrugada e está mais sereninho, o tempo... hoje estou atrasada - ou adiantada?! - na hora, eheheh...

      Feliz madrugada e um dia radioso para ti!

      Eliminar
  17. Respostas
    1. Também a minha ligação, Poeta! Está incertíssima... nem sei se consigo ir ao Chá...

      Eliminar
    2. Olá poeta! Estas melhor? eu nem por isso ,mas são males de alma.....!!!!
      Beijo grande!

      Eliminar
  18. “(A)normalidade”

    Anda comigo
    Ver os anormais
    Estão de castigo
    À espera de sinais

    De quem governa
    Uns tipos bestiais
    Com visão moderna
    A seguir virão mais

    São predestinados
    A cargos governamentais
    E bem remunerados

    Por serem eventuais
    São depois dispensados
    Com benesses senhoriais.

    Prof Eta

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Nos laboratórios
      Dos seus gabinetes,
      Muito peremptórios
      Dizem fazer fretes...

      Saltitam, debitam
      Verborreia intensa
      Para os que acreditam
      Que essa gente pensa...

      Parecem sinceros;
      Por mais que se neguem
      Dizendo mentiras

      Com rostos severos
      Os poucos que os seguem
      Fazem coisas "giras"...


      Cá vão, com cinco sílabas métricas, os meus versos de resposta. Abraço grande!



      Eliminar
  19. Respostas
    1. Ah, Poeta! Tenho a caixa tão cheia que só agora descubro o Chá... vou espreitá-lo... vou ver se o vejo Além do Horizonte!

      Eliminar
  20. “Memórias”

    Memória do futuro
    Que será glorioso
    Nascerá prematuro
    Do presente mafioso

    Se o passado foi duro
    Por vezes andrajoso
    Tudo será obscuro
    Com carga de odioso

    Apenas nas memórias
    Ou estórias de ficção
    Feitos como nunca se viu

    E outras tantas glórias
    Às memórias renderão
    Aquilo que não existiu.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Temos outras mil memórias
      De passados bem recentes
      Que nos vêm contar "estórias"
      Sobre a História dos ausentes,

      Temos derrotas e glórias
      Ao longo de muitas frentes,
      Temos heróis, temos escórias
      E caminhadas urgentes...

      Temos tanto e já tão frágil
      Nos parece este futuro
      Que só lutando alcançamos...

      Mais alto - ou talvez mais ágil... -
      Há-de erguer-se o que é mais puro
      E "é na luta que lá vamos!"


      Abraço grande, Poeta!




      Eliminar
  21. “Europa final”

    Esta Europa vigente
    Está na contagem final
    O declínio é evidente
    A música é bestial

    Um metal bem puxado
    Com cordas a vibrar
    Ouve-se por todo lado
    Põe a malta a pular

    E de cabeça marada
    Com notas emocionantes
    Pela banda bem afinada

    Nada ficará como dantes
    Depois desta rocalhada
    Uma Europa de pedantes.

    Prof Eta

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Essa Europa reduzida
      Não é justa com certeza
      Pois não tem respeito à vida
      Nem lhe traduz a riqueza!

      Não respeita os cidadãos
      Nem lhes dá justiça alguma...
      Só alguns terão nas mãos
      Quanta riqueza se assuma!

      Quanta música surgir,
      Será, decerto, bem-vinda
      Se cantada de vontade

      E jamais por impedir
      Todo o desejo que ainda
      Possa haver, de liberdade!



      Abraço grande, Poeta!



      Eliminar

Enviar um comentário