UM SONETO "POR ACASO"
Abreviada a voz, repenso o gesto
E ressurge a palavra indesmentida
Exactamente aonde a mão estendida
Recolhe o claro fruto e aparta o resto.
Sorrio enquanto estendo o velho cesto
Na direcção da coisa pressentida
E vislumbro, entre folhas, bem escondida,
A forma de um soneto franco, honesto.
Assim contemplo, colho e guardo acasos,
Esperando cada um de olhos já rasos,
Cumpridos sem temor, sem loucas pressas
E, garanto, esse acaso então parece
Estar pronto a responder-me à estranha prece
Sem ter feito, sequer, quaisquer promessas…
Maria João Brito de Sousa – 04.10.2012 – 16.06h
Hááááá´Poeta
ResponderEliminarIsto sim é chamado
Versejar no mais bonito de inspirar...
uau...
um belo e feliz fim de semana
Olá, Anjo! Obrigada!
EliminarNão estou muito bem mas vou aí!
Eliminarboas melhoras e um bom soninho
repousador...
Obrigada, Anjo Mas continuo a sentir-me menos bem... nem consegui dormir porque as cãibras eram tão fortes que só preguei olho nos intervalozinhos entre uma e outra. O Kico também esteve muito atrapalhado... enfim... mal consigo alinhar duas palavras com sentido...
EliminarFeliz dia da Implantação da República!
Eliminarque tudo vá bem
e um sincero desejo de Bom Fim de Semana...
àaaaa e à bicharada também...
Isto já vai parecendo um "museu de antiguidades", Anjo... eles estão mais velhos do que Matusalém e eu que ainda não estou tão velha quanto eles, quase não me posso mexer... só vale porque todos nós vamos conseguindo ser felizes no meio disto tudo... nem sei como, mas parece-me que sim. O Kico anda mais morto do que vivo, há imenso tempo, mas eu sei bem que é um cãozito feliz... lá tem os seus ataques cardíacos e, nesses momentos, não fica lá muito contente mas, assim que melhora, é como se não fosse nada com ele!
EliminarSomos uma "malta" muito curiosa, eu e eles...
Tarde de sol, embora a manhã tenha estado bem cinzenta, por aqui...
aqui tá enevoado e mais pra chover...
Eliminar... e eu acho que devia ter ficado caladinha... o cinzento está a voltar...
Eliminar
Eliminara mim dava-me jeito
pois sempre poupava uns euritos para lavar
o carrucho...
feliz noite
Eheheheh... não tenho carrucho - só um daqueles de duas rodinhas, de ir ao supermercado... - mas compreendo-te muito bem Olha que, por aqui, está o céu coberto de plúmbeas nuvens, mas não chove... bem, ainda há umas frestazinhas por onde vêm espreitar os derradeiros raios de sol do dia de hoje, mas não se pode dizer que seja uma tarde meiguinha... é mais uma daquelas tardes que prometem uma noite menos suave, pelos vistos... tenho de ir apanhar os edredãos que deixei pendurados da janela da marquise. Tenho de o fazer constantemente por causa dos pêlos do Sigmund e do Garfield...
Eliminaro meu tá velhinho como eu ( é de 95)
Eliminarmas ainda dá 180... e ao preço da gasolina...fiuuu
enfim
uma festinha a essa malta toda
e pra ti
feliz noite
Vê lá como eu estou lenta em termos de associação de ideias... convenci-me, assim de repente, que estavas a falar de um cão... tive de ler várias vezes para perceber que era do teu carro, rsrsrsrs
EliminarE estou a cair de sono, a esta hora, imagina... sem chá porque desta vez não há mesmo hipótese de ser de algum chá dos que fazem dormir...
Um bom dia MJ
Eliminartá radioso o solinho...
Bom dia, Anjo! Radiosíssimo!
Eliminar“Economia da bolha”
ResponderEliminarA economia nacional
E a nacional economia
Diferem no essencial
No global já se previa
Empobrecimento geral
P’ra que reste uma fatia
Que alimente o capital
E tu de barriga vazia
És a estrela cadente
Desta crise mundial
Que da bolha resultou
Diagnóstico contundente
É uma bolha colossal
E a economia arrasou.
Prof Eta
O mio babbino na ponte.
ResponderEliminarPoeta, estou com outro episódio de hiper-hiper-hipertensão. Vou ver o Mio Bambino mas penso que não vou conseguir poetar nada...
Eliminar“Estrela maior”
ResponderEliminarAgora és a estrela maior
Deste nosso firmamento
Antes nada o faria supor
Foi grande o sofrimento
Agora descansas em paz
Não s’escolhe o momento
Também não se volta atrás
Nessa hora do julgamento
Nunca desistimos de ti
Continuarás no coração
Destes amigos de verdade
Que por ora ficam aqui
Mas um dia seguirão
Teu trilho na eternidade.
Que enigmático, Poeta!
EliminarAinda por cá vou estando
E enquanto a vida o prometa,
Continuarei poetando...
Sei que não estou muito bem
Mas farei por não partir
Porque a vida me convém
Enquanto eu souber sorrir...
Posso estar muito enganada
E morrer já de seguida,
Mas, isso, não quero nada!
Sei que tenho que fazer
E gosto demais da vida
Pr`a deixar de a querer viver...
Abraço grande, Poeta!
A ponte reza pela amiga que partiu.
ResponderEliminarVou ver, Poeta!
EliminarO chá está porreiro.
ResponderEliminarVou vê-lo, Poeta!
Eliminar“Cheiro a bosta”
ResponderEliminarO melhor povo do mundo
Tem bandeira ao contrário
Levou um golpe profundo
No seu já parco salário
Alimenta monstro imundo
O nosso público erário
Emana cheiro nauseabundo
Mas este povo temerário
Impedido de participar
Nesta última comemoração
Será eficaz na resposta
Aos que o estão a governar
Por esta inaudita exclusão
Eliminará este cheiro a bosta.
Prof Eta
Esse "primus inter pares"
EliminarEstá tão farto de calar
Que, se muito bem notares,
Está prestes a rebentar!
O monstro do capital
Com tentáculos macios
Consegue um feito irreal,
Põe-nos de bolsos vazios
Mas, virados do avesso,
Vamos-lhe mostrando o dente,
Já rosnamos, pois então!
Ele que pague o estranho preço
De ser sujo e prepotente!
Nós dir-lhe-emos que NÃO!!!
Abraço grande, Poeta! Estou praticamente sem rede...
Vivaldi na ponte.
ResponderEliminarVou já ouvir!
EliminarFADO DA NOSSA RÉ-PUBLICA
ResponderEliminarÉ um fado em dó maior
Fado sem a nota sol,
É um fado sem pudor
Em descendente bemol
É um fado sem farol
Um fado sem cantador
Fado lento, caracol
É um fado desamor
Era fado da Ré-publica,
Venderam-lhe a coisa pública
Ficou um fado só ré
Com a bandeira ao contrário
Este fado é um fadário
Inventado p´la ralé.
Eduardo
Poeta, já não lhe consigo responder hoje... estou a cair de sono desde as sete ou oito horas e o sinal da net está praticamente invisível... um abraço grande!
EliminarRES PUBLICA
EliminarO fado está, como nós,
Todo virado ao contrário...
Só tem nascente, que a foz
Morre à míngua de salário...
Sobram-lhe a alma e a voz
De um povo homogéneo e vário,
Que vem dos nossos avós
E é nosso maior erário
Se há que fazer marcha à ré,
Ponhamos a nossa fé
Na luz que vem do farol
Pois, se não, é tiro e queda!
E entre nós há quem não ceda
E queira um fado com sol!
Um grande abraço para si e Maria dos Anjos, amigo Eduardo! Obrigada por mais este sonetilho!
O chá em Portugal.
ResponderEliminarVou já, Poeta!
Eliminar“Revolução aparente”
ResponderEliminarCom o povo ausente
Democracia aqui jaz
Este estado é recente
Mas já não volta atrás
Que o povo atrapalha
Foi figurante somente
De toda esta tralha
A revolução aparente
Desta mentira forjada
Com cravos na lapela
Nas espingardas também
Verdade foi metralhada
E o povo viu a esparrela
A revolução já não vem.
De que há-de vir estou segura!
EliminarCom ou sem flores, far-se-á
Opondo-se à ditadura
Com a voz que a razão dá!
Democracia aparente
Pode, em verdade, gerar
A revolução urgente
Que há-de fazer-nos mudar...
Se nos não basta a verdade,
Tarde ou cedo há-de sentir-se,
Bem dura, a realidade
Que nos não dá outra opção
Se não essa, a de insurgir-se
Nosso humano coração!
Abraço grande, Poeta!
A Grace, amazing, chegou à ponte.
ResponderEliminarA ligação está tão "empenada" quanto eu própria, mas vou tentar ver e ouvir, Poeta!
EliminarO chá cavou.
ResponderEliminarVou ver, Poeta!
Eliminar“Resto zero”
ResponderEliminarEste povo pá
Vê o abismo pá
Com o governo pá
Da austeridade pá
É bom aluno pá
E até é porreiro pá
Este Portugal pá
Mas p’ra cavar pá
Não sejas piegas pá
Que a troika pá
Veio p’ra sacar pá
Saca o que há pá
E o que não há pá
Nada nos sobrará.
Prof Eta
É pá, o povo, abismado,
EliminarNem sabe como é possível
Tanto furo mal tapado
Por tanta falta de nível!
É pá, não venhas dizer-me
Que esta insolúvel loucura
Está aqui está a prender-me
Nas prisões da ditadura?!?!
Quero que a troika se lixe,
Que embarque e se vá embora,
Que deixe este povo em paz!
Diz-me, pá; não era fixe
Pô-la já daqui pr`a fora?
É que falta... ela não faz!
Abraço grande, Poeta! Vai muito "à letra", mas eu nem estava à espera de conseguir responder...
Elis na ponte.
ResponderEliminarVou vê-la... e ouvi-la! Mas sinto-me pessimamente...
EliminarChá morre de fome.
ResponderEliminarÉ quase natural... nos tempos que correm... vou já, Poeta!
Eliminar“A fita”
ResponderEliminarDestruindo realidades
Que nos querem mostrar
Nesta feira de vaidades
Verdades por realizar
Sociedade ficcionada
Com efeitos especiais
A verdade deturpada
Por mentiras originais
A passos largos caminha
Para um filme de terror
E já nada a pode parar
Que grande sorte a minha
Sou amigo do realizador
Meio caminho p’ra me safar.
Quanta infindável mentira,
EliminarQuanto gesto de impudor
Este poder nos atira,
Cada vez mais e pior!
Que absurda especulação
Destas abstractas finanças
Que estrebucham - sempre em vão... -
Em macabras, falsas danças!
Chega! Basta! Ontem foi tarde
E hoje mais tarde será!
Só na luta organizada,
Não desdenhando esse alarde,
Esta "dança" acabará!
Não vos sei dizer mais nada...
Boa noite, Poeta! Abraço grande!
Mudança na ponte.
ResponderEliminarDepois de ter visto o que já se fez com a palavra "mudança", até me arrepiei, Poeta... ou talvez seja da febre...
Eliminar“Nódoas”
ResponderEliminarRelvas comprou um coelho
Mas não era p’ra estufar
Era um irmão mais velho
Que o haveria d’ajudar
Deu-lhe verba colossal
Dos fundos europeus
Para o programa foral
E disse-lhe és cá dos meus
Coelho muito agradecido
Mais tarde iria retribuir
Com um lugar merecido
Donde não poderia sair
Nódoa no melhor tecido
Sabemos pode sempre cair.
Prof Eta
Eu nunca fui de de insultar
EliminarPessoas, singularmente...
Sou bem mais de criticar
De forma mais abrangente,
Mas a verdade é que são
Pessoas incompetentes
Que olham noutra direcção
As carências mais urgentes...
Podem as nódoas cair,
Mas... tantas ao mesmo tempo
Não é muito habitual
E elas podem nem sair
Com benzina... eu só lamento
Que haja tanta nódoa igual...
Aqui vai, Poeta, nos píncaros da minha hipertensão que voltou a fazer subir os números do esfigmomanómetro... um abraço grande!
Quarteto bem velho na ponte.
ResponderEliminarBem velhinho, Poeta... como os meus velhinhos aqui de casa... tenho estado com o coração apertadinho por causa do Sigmund que passou o dia inteirinho no armário do corredor e não quer comer nada de nada... mas vou à Ponte!
EliminarÉ a economia chá.
ResponderEliminarSerá, Poeta! Vou vê-la.
Eliminar“Luz de esperança”
ResponderEliminarA liberdade caminha
E esperança a seu lado
Assim já se adivinha
Qual será o resultado
Da liberdade que avança
Sem ver o povo castrado
Por uma má governança
Todos unidos num fado
Erguem o país solidário
Que olha os filhos seus
P’la bitola da igualdade
Do deputado ao operário
A nenhum diz adeus
Pois pratica a liberdade.
Juntas irão caminhar
EliminarAté que os tempos se cansem...
Todos iguais, par a par,
Faremos com qu`eles avancem!
Nas privações decorrentes
Deste sistema azougado,
Muitos cairão doentes
E outros ficarão de lado
Hão-de vir tempos mais duros
Antes da longa bonança
Que o seu poema descreve...
Pagaremos longos juros
Mas teremos, sempre, esperança
Do homem que nada deve...
Abraço grande, Poeta!
A ponte embala-nos.
ResponderEliminarE eu bem preciso de "embalo", Poeta... vou já!
EliminarO chá e o azar.
ResponderEliminarO azar é a parte mazinha dos acasos, penso eu. Pode não ser só isso, mas também é isso... mas é melhor eu não me adiantar muito nestes pensamentos - ou tentativas disso - porque, hoje, estou com uma gripe em cima das limitações do costume e só não estou a chorar porque... enfim...
EliminarO Sigmund não come mesmo nada. Estou com uma dorzinha, cá por dentro, que só eu sei...
Vou ao Chá.
As promessas já não se fazem...
ResponderEliminarextinguiram-se.
Bjinho GRANDE
eheheheh... beijinho, Golimix!
Eliminar“Medida grossa”
ResponderEliminarEsta malta engravatada
Com o título de doutor
Não é por ser endinheirada
Que desempenha melhor
Ter a experiência devida
Para o cargo de consultor
Sem experiência de vida
Torna o cargo num horror
Entra mosca ou sai asneira
A cada discurso inflamado
Em favor da causa perdida
Numa fluente verborreia
Mas é este povo azarado
Que suporta cada medida.
Prof Eta
Eheheheh...
EliminarHá, pr`aí, senhores doutores
Nada, nada, inteligentes
Que pensam ser os melhores
Mas têm pequenas mentes,
Por outro lado, é sabido
Que há génios desperdiçados
C`o progresso desmentido
Por mil trabalhos... forçados
Gente que nem teve infância,
Sem acesso a qualquer estudo,
Sem uns anos pr`a brincar...
Gente de grande importância
Que entrega um apelo mudo
Nas mãos de quem lhes pagar...
Aqui vai, Poeta, com o meu abraço!
Serrat na ponte.
ResponderEliminarVou já, já!
EliminarO chá caiu em desgraça.
ResponderEliminarOra essa?! Que mal fez o pobre do Chá?
Eliminar“Nobel da amargura”
ResponderEliminarCrianças com fome
Triste esta realidade
Aqui onde se come
Podes crer é verdade
Neste lugar em paz
Onde a guerra existe
Não se voltará atrás?
Será que a paz resiste?
Aqui nesta terra ardida
Onde o fogo se extinguiu
Resta-te a parte da vida
Que o fogo não consumiu
E a felicidade conseguida
Como a esperança, ruiu.
Poeta, terei de lhe dar a mesma resposta que dei ao seu pai... não estou mesmo nada bem.
EliminarAbraço grande!
CAÇADOR AVISADO E PACIENTE
ResponderEliminarNão nos espantes a caça
Deixa-a ficar bem na mira
Que se iluda com a negaça
E, depois, já se lhe atira.
Finge que ela te inspira
Mostra, até, que achas graça
E faça ela o que faça
Contem, paciente, a ira.
Deixa-a fingir seu talento,
Aprecia, diz que gostas
E quando chegar o momento
Assume a tua postura,
Atira-lhe pelas costas
E pendura-a à cintura
Eduardo
Muito obrigada, amigo Eduardo, por mais este sonetilho cheio de sentido metafórico.
EliminarNão estou mesmo em condições de lhe responder. Estou, ainda, exausta e nada bem. Os meus amiguinhos também estão em muito mau estado e a minha "inspiração" est´completamente desaparecida.
Abrço grande para si e Maria dos Anjos.
Poema na ponte.
ResponderEliminarVou ver o Poema na Ponte, mas hoje já não lhe consigo responder a mais nada, Poeta... cheguei só agora e estou completamente exausta...
EliminarQuerida :D como estás? Já percebi que não estás famosa , nem o Kiko. Tens tomado os teus remedios? Na 4ª feira vou para a 4ª infiltração ao joelho D , mas já estou bem melhor....Beijinhos querida amiga!
ResponderEliminarTenho tomado os remédios, sim, minha querida Ligeirinha, mas um tanto ou quanto à toa, no caso do anti-coagulante, porque não me fizeram controlo do INR no centro de saúde e, no hospital, foi como já te contei no contra-sensual; mudaram o dia da consulta sem me avisarem e disseram que enviariam, de seguida, uma convocatória que ainda nem sequer chegou. Já lá vai um mês ou mais... mais! Um mês e três dias.
EliminarO Kico nem sei como ainda está por cá e o Sigmund também está bastante doente. Pelo menos fico feliz por tu estares melhor! As infiltrações costumam dar óptimos resultados!
Beijo grande para ti!
Chá morre de riso.
ResponderEliminarEheheheh... sempre quero ver isso!
Eliminar“Orçamento p’ra tosse”
ResponderEliminarPago tudo o que devo
Com o sangue do povo
Isso porque não m’atrevo
A defendê-lo de novo
Fui eleito p’ra pagar
E acalmar os credores
Para isso há que sangrar
Este povo de devedores
Vive acima da sua posse
Mas vai ter que vergar
Não há outra solução
É um orçamento p’ra tosse
Vai ter que se irá habituar
A mais esta constipação.
Prof Eta
Pr`a qu é que eu me fui lembrar
EliminarDe mudar a fechadura,
De comer todos os dias,
De ir ao mercado comprar
Cereais, fruta madura
E outras tantas "mordomias"???
Que raio de "rica vida"
Levei eu, sem dar por ela,
Sem ter um carro, sequer,
E a sentir-me preterida
Por outra gente "amarela"
Que mal sabia escrever?
Poeta, não estou a conseguir continuar... confesso que estou a ver o Prós & Contras e, ao mesmo tempo, a tentar equilibrar a minha tensão arterial que voltou a subir muito... para além de estar a tentar ver como estão as coisas em S. Bento...
Abraço!
SALVOU-SE A ECONOMIA
ResponderEliminarPasmai ó gentes de bem,
Cala-te ó mundo cruel,
Com os pastéis de Belém
Ganhou o Álvaro o Nobel!
Que eles sabiam bem
Vinha escrito no papel
Mas pensar-se que a alguém
Dessem prémio tão notável!...
E ao Álvaro, coitado,
Ó gentes, quem o diria
Sempre tão triste e calado…
Tinha que chegar a hora
E o Nobel da Economia
Celebrizá-lo agora!
Eduardo
Devo ser gente de bem
EliminarPois sei que fiquei pasmada
Ao saber que o Nobel vem
Para esta Europa esmagada!
Pobre sorte o Nobel tem
E a Europa, essa, coitada,
Ficará, como convém,
Muito mais bem maquilhada...
Venham nobéis, muitos mais,
Para os nossos governantes
(mesmo sendo canibais...)
Que os produtos portugueses,
Já não sendo o que eram dantes,
Merecem ter "prémio"... às vezes...
Obrigada por mais este sonetilho, amigo Eduardo!
Segue a resposta "manquita" de quem está com febre e a tentar estar com atenção a quatro coisas em simultâneo... claro que não estou a ter bons resultados... em nenhum dos campos.
Abraço para si e Maria dos Anjos!
Saudades na ponte.
ResponderEliminarVou ver, Poeta!
EliminarOh poeta estou farta de te ligar e não atendes..... fiz pela Uzo, não era?
EliminarBeijos
Não, Ligeirinha! O da UZO está tão velhote que se desliga sozinho... nem sabia onde estava esse telelé... tem de ser o TMN...
EliminarEstás bem? Eu vou ao Ligeirinha!
O chá parlamentar.
ResponderEliminarUm cházinho madrugador, eheheh... vou já!
Eliminar“Caminho da eternidade”
ResponderEliminarAo viver a eternidade
Com a eterna saudade
Conserva a felicidade
Tal qual na mocidade
Expande os horizontes
Muito além do banal
Bebe a água das fontes
Alimenta o espiritual
Que será tua passagem
Para a vivência eterna
Onde os justos repousam
Desfruta toda a viagem
Numa harmonia interna
Que só os deuses ousam.
Se, em vida, somos eternos,
EliminarJá nestes tempos modernos
Se criaram mil infernos
Para ardermos, para ardermos...
Fui além dos horizontes
Procurar, com mil cuidados,
Serras, valados e montes,
Casarões pré-fabricados,
Casas, ocas, ruas largas
E alguns becos sem saída
Onde nem gatos moravam...
Deixo o peso dessas cargas
Quando deixar esta vida
Que mil estranhos condenavam!
Vai muito cheio de simbolismos, Poeta, mas foi o que me saiu e eu, com cólicas, não me posso dar ao luxo de ficar à espera de outro mais "directo", mais imediatamente perceptível.
Abraço grande!
Cabral voltou à ponte.
ResponderEliminarVou recebê-lo, Poeta!
EliminarEstou sem som no Rádio Horizontes, hoje... espero que seja só hoje...
MITIGAR E MASTIGAR
ResponderEliminarO governante Gaspar
Que palra devagarinho
Enganou-se no caminho
E, agora, vai mitigar
Era melhor consolar
O roedor coelhinho
Que, na toca, escondidinho
Só pensa em mastigar.
Um mitiga, outro mastiga
Ambos à sua maneira,
O Zé, não vai na cantiga
E já viu que tais farsantes
Estão em fim de carreira...
Não podem ser governantes.
Eduardo
Se eles apenas mastigassem
EliminarO que lhes fosse devido
E, juntos, não se curvassem
Perante as ordens do "bandido"
E, logo a seguir, pensassem
Que o povo não está vencido,
Nem deixa que o amordacem
Pr`a deixar de fazer "ruído"...
Se eles, do tanto que se aponta,
Soubessem justificar
Ou pudessem dar-nos conta...
Se eles ousassem, tão-somente,
Pesar e qualificar
O que vão fazendo à gente...
Aqui vai, meu amigo Eduardo, com o meu agradecido abraço!
Um chazinho paralelo.
ResponderEliminarVou já, Poeta!
EliminarIsto, por aqui, consegue piorar mesmo quando eu imagino, com a melhor e mais sensata das intenções, que piorar é impossível... o Kico esforça-se por respirar para além do que é razoável acreditar... e não morre, não sei como. Ao longo da minha vida já vi morrer dezenas de gatos e, pelo menos, seis ou sete cães... talvez mais. Nenhum atingiu vivo o estado em que ele está, a disritmia cardíaca, a dispneia de tiragem... tudo, tudo nele está a funcionar pessimamente... e mantém-se vivo! Até comeu, meio engasgado para conseguir coordenar a ingestão de alimentos com aquele ofegar que é a sua respiração, mas comeu... nunca vi nada assim!
Bem, vamos ao Chá, com esta ligação meia maluca...