SONETO À MINHA LOUCA, LOUCA INSPIRAÇÃO...
(Em decassílabo heróico)
Venho tarde e más horas porque venho
de um momento lunar que desconheces
no despontar da teia em que te teces
há mais do que a noção que tens de antanho
Se firo, qual maleita ou corpo estranho
e me alheio do tanto que padeces,
é por puro desdém das gastas preces
que te confesso já, nego e desdenho!
Matéria, anti-matéria… o que me importa
se, ao ser razão de ti, me quedo absorta
pr` assombrar-te depois, sem mais razão,
E, sempre que me julgues quase morta,
te invadir, derrubando a frágil porta
que usaste pr`a fechar-me o coração?
Maria João Brito de Sousa – 18.12.2012 – 02.47h
NOTA – Soneto reformulado a 20.06.2015
IMAGEM - "Mulher em Molho de Luar", Maria João Brito de Sousa - 1999
ResponderEliminare viva a loucura da inspiração
tal um amor desamor
sempre em completa desunião...
brinco e viva a loucura da inspiração
Já viste a que horas ela me chegou, Anjo??? Mas... viva a inspiração, mesmo quando chega tarde e más horas!!!
EliminarFeliz tarde para ti e muito obrigada
um belo dia
Eliminare boa ligação também
O sinal está fracote, mas... até agora está a aguentar-se bem... os "rodinhas baixas" estão melhores do que eu, eheheh... tadinhos...
EliminarFeliz dia Por aqui, voltou o friozinho...
Feliz dia por aí também
Eliminar... muito feliz, por aí
Eliminar“O papão”
ResponderEliminarEstá aqui a tal papeleta
Que comprova a inacção
Ninguém me comprometa
A troika é que é o papão
Papa todo um estado
E ainda rói o seus ossos
O governo do outro lado
Fica assim sem remorsos
É governo pau mandado
O pau já não vai e vem
Está sempre a dar nas costas
Deste povo tão fustigado
Que já não sabe o que tem
E tem no governo umas bostas.
Prof Eta
Porcaria de ligação!!! Já perdi um sonetilho por causa dela... só me lembro do terceto final...
EliminarFaça-se isto à moda antiga
Negando aquele que falou
Só pr`agradar ao poder!
Mas fiquei desinspirada de todo com esta maluqueira da net, Poeta... respondo-lhe amanhã, está bem?
Abraço grande!
Hoje de manhão não houve chá, fui mais cedo para dar sangue, esteve o IPS a fazer colheitas lá na fábrica.
EliminarFez muito bem, Poeta! Eu bem gostava de poder dar mas os anticorpos A.N.A. estão sempre muito alterados e não posso dar...
EliminarAbraço grande!
Regina está na ponte.
ResponderEliminarVou já, Poeta! A ligação está outra vez doidinha de todo...
EliminarSoneto louco mesmo. |Loucura de genialidade.
ResponderEliminarParabéns caríssima
e que Deus de dê um bom natal e venturoso ano novo!
Adílio Belmonte
Belém-Pará-Brasil
Feliz Natal também para si, poeta irmão do Brasil!
EliminarMuito, muito obrigada pelas suas palavras!
Um grande abraço!
No próximo ano no irei a Portugal. Talvez editar um livrinho aí . E conhecer essa genial poetisa que aqui nos emociona com seus sonetos.
ResponderEliminarAdílio Belmonte,
Belém-Pará - Brasil
Terei muito gosto em conhecê-lo, Adílio!
EliminarOutro abraço e os meus votos de um Feliz Natal!
“Pulsações”
ResponderEliminarHoras não escolhem horas
Dias não escolhem dias
Não há tempo p’ra demoras
Mas há tempo para fobias
Corre à sua velocidade
Sem encolher nem esticar
O tempo sem plasticidade
Dura apenas o que durar
Vai comprimindo a vida
Vai esmagando o viver
Bomba mais o coração
Pois na actual corrida
Não há tempo a perder
Aumenta-se a rotação.
Rode o tempo o que rodar,
EliminarNem as noites nem os dias
Se esquecem de nos lembrar
De tantas "desarmonias"...
Dure o tempo o que quiser
Que há-de haver quem lhe resista
E deite o tempo a perder
Por mais que esse tempo insista...
É tudo questão de teima
E de não ceder jamais
Às imposições erradas...
Nem tudo o qu`arde nos queima
Embora, em tempos que tais,
Haja umas teimas... trocadas...
Abraço grande, Poeta!
Lembrei-me que não cheguei a escrever o sonetilho de ontem... mas também estou muito desinspirada, hoje... fica para amanhã.
Guitarras na ponte.
ResponderEliminarVou ouvi-las!
EliminarChá do fim.
ResponderEliminarEh lá... está muito categórico, o senhor Chá! Vou vê-lo, Poeta!
EliminarTanta e bela poesia para um Natal Feliz!! Que assim seja, cheio de Amor ,Esperança, e Vida! Um beijo.
ResponderEliminarOlá, Peter!
EliminarObrigada e um Feliz Natal!
Um bacino
“Nova era”
ResponderEliminarChega a Roma Alarico
Apenas para saquear
Aqui é que eu não fico
Idade média vai começar
Mas Constantinopla caiu
Idade moderna começa
Só que o povo Maia previu
Não ficaremos sempre nessa
Nosso tempo está a acabar
Pela crise será asfixiado
Nova era prestes a começar
É esse futuro anunciado
Sabia esse povo milenar
Qu´o mundo não fica parado.
Pois eu acordei cedinho
EliminarPr`a ver o mundo acabar
Mas perdi o "teatrinho",
Nada vi... nem a sonhar...
Mas, parada é que não fica
Esta bola giratória
O que, tão só, significa
Que há que ter em conta a História
Os humanos sempre foram
Louquinhos por previsões,
Por destinos e por Karmas
Mas quantas vezes demoram
Nas velhas contradições
De querer paz através de armas...
Saiu muito disparatado e sem inspiração nenhuma, Poeta...estou muitíssimo cansada porque tive de ir aos CTT. A Isa levou-me lá, mas ela aproveita sempre para ir ao supermercado e eu, hoje, estava especialmente sem força física...
Fim na ponte.
ResponderEliminarOntem estava tão ensonada que fiquei a correr o risco de que o mundo acabasse sem eu ter ido à Ponte
EliminarMas vou agora, Poeta!
O chá errou.
ResponderEliminarTodos erramos, de vez em quando... errar é humano e o senhor Chá também o é... vou até lá!
Eliminar“Ano novo”
ResponderEliminarGoverno a conta gotas
Vai vendendo Portugal
Com as meias sola rotas
Chegaremos até ao Natal
Que dizer do ano novo
E dum orçamento genial
Veremos como este povo
Chegará até ao carnaval
No verão com a canícula
Os termómetros subirão
Torrando-nos a paciência
Será uma altura profícua
P’ra desatar ao estaladão
Em estado d’emergência.
Chegaram à ponte miseráveis.
ResponderEliminar... e eu vou vê-los, Poeta!
EliminarBIG BANG
ResponderEliminarO Mundo não acabou,
Começou a acabar…
Novo sistema estelar
Big bang o ocasionou.
Estrelas que originou,
De grandeza similar,
No mundo que começou,
P´ra todos hão-de brilhar.
Falsas estrelas, agora,
A partir deste momento,
Terminaram sua hora.
Estrelas do Mundo Novo,
Neste novo firmamento
Brilham todas p´ro seu Povo.
Eduardo
O mundo está a acabar
EliminarDesde o dia em que nasceu...
Cada sistema estelar
Tem um tempo muito seu
Para, depois, se mudar,
Como sempre aconteceu,
Noutra coisa a navegar
Pelas lonjuras do céu...
Esta nossa relação
Com o Cosmos conhecido
Já tem longa duração;
Prestamos muita atenção
A tudo o que está escondido...
Nossa humana condição!
Maria João
Muito obrigada por mais este belíssimo sonetilho, amigo Eduardo!
Tenciono ainda enviar-lhe um mail, mas deixo já, aqui, os meus votos de Boas Festas!
Chá colorido.
ResponderEliminarTambém eu, eheheh... estou cá com umas bochechas rosadas da febre... mas vou lá!
Eliminar“Anúncio”
ResponderEliminarChega o natal de novo
Vejo a estrela brilhar
No coração dum povo
Que sem muito p’ra dar
Oferece a outra face
Do seu parco quinhão
Como se não bastasse
Há quem lhe jogue a mão
Assim quis o destino
Neste jogo desleal
Nasceria um menino
Nesse dia de natal
E neste sítio terreno
Está anunciado o final.
Um final está pressuposto
EliminarPr`a cada forma de vida;
Cada orgânico composto
Vem pr`a morrer de seguida...
Não foi antes, nem depois,
Só faz parte dum processo...
Terminam terras e sóis
Pr`a que possa haver progresso...
Nada é estático ou eterno
E, em constante mutação,
Está toda a espécie vivente
Pois, seja antigo ou moderno,
Tem de haver procriação
Através de uma semente...
Abraço grande, Poeta!
2 minutos na ponte.
ResponderEliminarVou lá, Poeta!
EliminarChá nacional.
ResponderEliminarVou vê-lo, Poeta!
Eliminar“Mundo de rugas”
ResponderEliminarEsperança e harmonia
Não vejo no horizonte
Era aquilo que eu queria
Beber água dessa fonte
Mas o pior está p’ra vir
Vai varrer o universo
E há-de nos conduzir
A um destino perverso
Não vejo uma liderança
Só vejo homens banais
Parecendo sanguessugas
Assim não há esperança
Vejo no mundo uns sinais
Na minha cara umas rugas.
Nesta azáfama total,
EliminarSem dar conta, o tempo foge...
E passa um novo Natal
Pelo dia que é o de hoje...
Tanta coisa tenho feito,
Em termos de poesia,
Que, às vezes, sai-me imperfeito,
Muito mais do que o queria...
Mas não se deixe iludir
Porque a esperança, essa, não morre
Em termos universais
Eu, vejo-a sempre a sorrir
E quase sempre me ocorre
Que nunca será demais!
Pronto... pedindo desculpa pelo atraso provocado pela minha distracção de ontem... aqui vai, mal amanhadito, mas com uma métrica razoavelmente correcta, o meu sonetilho-resposta e os meus votos de uma feliz tarde de Natal!
Natal na ponte.
ResponderEliminarO chá não sabe.
ResponderEliminarAh!!! Tenho estado num corre-corre e deixei o Chá a arrefecer... mas vou tomá-lo agora. É o meu chá da Consoada
EliminarOutro natal na ponte.
ResponderEliminarVou vê-lo, Poeta!
EliminarChá tem esperança.
ResponderEliminarBom dia de Natal, Poeta
EliminarO Chá e eu temos esperança... já somos dois!
“Portugal sem mundo”
ResponderEliminarNovos mundos ao mundo
Deu este teu país natal
Com passado tão fecundo
Só podia ser Portugal
Com presente tão imundo
Só poderia dar-se mal
Um futuro moribundo
Parece-me tão natural
Se o cheiro nauseabundo
Que emana da governação
Não sofrer desinfecção
Só limpeza bem a fundo
Realizada num segundo
Poderá salvar a nação.
Prof Eta
Credo!!! Está a faltar um sonetilho-resposta que publiquei aqui, não há muito tempo... e até o fui levar ao Blog-not e ao Prémios Prosa Poética... ora esta!?
EliminarSó a limpeza e a queda
EliminarDo governo em desgoverno
Fará com que o povo aceda
A consenso mais fraterno
Porém, só organizado,
Só consciente e já maduro
Pode exercer seu mandado
Pr`a tapar tão grande "furo"
Urgente, é desinfectar
E acabar com "compadrios"
Em todo e qualquer lugar
Possa o país condenar
"Primos", "padrinhos" e "tios"
Que nos tentam comandar...
Peço desculpa mas não consegui responder ontem à noite... aqui vai, agora, mal "amanhadito", mas vai com o meu abraço[:D
Império português na ponte.
ResponderEliminarImpério??? Vou ver isso...
Eliminar“Whisky velho”
ResponderEliminarPara ouvir um coelho
Numa noite de natal
Só perdido o trambelho
Ou estando a passar mal
Prefiro um whisky velho
Ao som dum bom metal
Não te escuto o conselho
Pois já sei que é letal
Vou viver na ignorância
Do teu saber peregrino
Nesta linda noite escura
Sem tiques d’arrogância
Vou adorar outro menino
Enquanto este natal dura.
Eu liguei o aparelho
EliminarSó pr`ó poder desligar
Mas não vi nenhum coelho
Que ali estivesse a falar...
O televisor está velho
Mas pode sintonizar
E eu segui mal o conselho
E acabei por me enganar...
De propósito o liguei
E fiquei, sentada, à espera
Do discurso do costume
De nada ver me espantei
Ou, então, fugiu-me a "fera"
E fui pôr a ceia ao lume...
Vai mesmo daqui, do Prémios Prosa Poética, em primeira mão, com o meu abraço!
O chá não se compara.
ResponderEliminarTambém a minha ligação... não se compara a nada que jeito tenha... crashou-me a meio da Ponte e tive de reiniciar tudo... mas com muitas dificuldades... vou ao Chá e, depois, retorno à Ponte...
Eliminarlindo o que escreves...embora ausente,
ResponderEliminarestou presente
e a mim, não fechas as portas
de teu coração...!
Ano Feliz,
Até 2013!
M. Luísa
Não, nunca te fecho as portas do coração, amiga!
EliminarAbraço grande, grande!
“Brinde à equidade”
ResponderEliminarSão tempos de equidade
Os que vamos alcançar
Está é a única verdade
Que digo p’ra enganar
Qu’as outras são mentira
Em que podem acreditar
Que o engano não retira
Este efeito de sacrificar
Sacrifício é a oportunidade
Que tenho p’ra distribuir
A todos de forma igual
Digo isto sem vaidade
Pois sei que vou conseguir
Sacrificar Portugal.
Prof Eta
Poeta, venho só apresentar as minhas desculpas... desde o início da tarde de ontem que estou com mais febre e uma dor de cabeça que mal me deixou dormir... ainda estive, ontem bem tarde, no Facebook onde fui levar umas sextilhas brincalhonas à amiga Leonor, mas já não consegui fazer mais nada. Ainda não consegui que esta indesejável dor de cabeça fosse "chatear" outra... lembrei-me agora que bem podia ir ter com uns altos dignitários que todos conhecemos ... mas ela é que não se decide a ir...
Eliminarnão consigo responder-lhe e tenho as caixas de correio a abarrotar... espero consegui-lo mais logo!
Abraço grande!
Não me diga! Transcreveu
EliminarA mensagem de Natal
Com que Passos preencheu
Um pedaço de mural!!!
Será que estou enganada?
Mas, não! Penso que não estou!
Comovente! E que engraçada
Que ela, em verso, aqui, ficou!
Eu nada vi... só agora,
Através do seu poema,
Reparei no conteúdo...
Um português até chora,
Minimiza o seu problema
E até se esquece de tudo!!!
Ai, Poeta, eheheh... continuo com dores de cabeça mas ainda não tenho "dores de sentido de humor"...
Abraço grande!
Uma Maria na ponte.
ResponderEliminarÀ Ponte, vou! Pode ser que a dor de cabeça se deixe embalar pela música e adormeça...
EliminarUM POEMA POR MINUTO
ResponderEliminar(em contraponto aos três sonetilhos que o Pedro me enviou, em três minutos)
Um poema por minuto!
Mereces ir p´ro Guinness,
Mas todos leio e escuto
E não me causam stress
«Mundo de rugas» merece
«Whisky velho» e charuto
«Portugal sem mundo» tece
Um destino mais enxuto.
Mas não canses a cabeça
Não há volta p´ra lhe dar
E aconteça o que aconteça
Este país alugado
Terá que se empenhar
E, depois, ser leiloado.
Eduardo
"Vade retro" esse leilão
EliminarMais reformas e manobras
Que, no seu conjunto, são
Bem piores que algumas cobras!
Estando sem inspiração,
Procuro, em todas as dobras,
Estas rimas que aqui vão
Retardadas, como sobras...
O Poeta, aqui, floresce
Cada vez mais inspirado
Porque, em cada estrofe, cresce!
Eu já vou é decrescendo...
Mas... Portugal leiloado?!
Não creio! Nem mesmo vendo!!!
M. João
Aqui vai, meu amigo Eduardo! Não menti... a minha dor de cabeça ainda por cá anda e a inspiração teve de ser "desencantada" em cada dobrazinha do meu ser... sem brilhantes resultados, como vê, mas garantindo-me o consolo de lhe dar uma resposta, por muito fraquinha que seja.
O Poeta está mesmo muito produtivo!
Eu é que estou com a produtividade a meia-haste...
Mas sei que tenho, por aí, um soneto meio esboçado... se tiver tempo, depois de tratar dos animais, dou-lhe uma revisão e tento publicá-lo... mas tudo isto fica no âmbito das "improbabilidades"... estou mesmo muito, muito fracota, fisicamente...
O meu abraço para si e Maria dos Anjos! Se nos não "virmos" antes da passagem de ano, envio os meus votos de muita saúde, coragem e determinação! Penso que são as coisas mais sensatas para desejar ,face ao que nos espera...
Chá sem resposta.
ResponderEliminarTambém eu... andamos muito parecidos, eu e o Chá...
Eliminarespero que, no caso dele, não seja uma dor de cabeça!
“Incompreensão”
ResponderEliminarPassos incompreendido
Pela mensagem de natal
Chegou a ser ofendido
Quereriam fazer-lhe mal?
Pois s’ele foi legitimado
Pelo nosso voto afinal
Não o queremos maltratado
Se é primeiro de Portugal!
Talvez fique na história
Do final da democracia
E que final tão sinistro
Não por qualquer vitória
Mas por ter sido um dia
O último primeiro ministro.
Prof Eta
Poeta, eu mal acredito
EliminarQue alguém fizesse ameaças
A um homem tão "bonito"
Por só ter feito "trapaças"...
Foram, decerto, "negaças"
Que não tinham nenhum fito
Quando, ao saírem das massas,
Cometeram tal "delito"...
Vira-se, aqui, o feitiço
Contra o próprio feiticeiro,
Pr`a que se cumpra o ditado
Português - e bem castiço... -
Mostrando que um povo ordeiro
Também fica "chateado"...
E eu perdi, num "apagão" da ligação, um sonetilho bem mais engraçado do que este! Mas cá vai, com o meu abraço!
Maria não sai da ponte.
ResponderEliminarEu é que já não consegui lá ir no horário habitual... uma amiga publicou, no Face, umas "Gaguíadas" que me puseram a rir até adormecer... mas a rir à gargalhada! Até chorei a rir...
EliminarMas vou agora à Ponte
Chá foi encontrado.
ResponderEliminarOra ainda bem!
Eliminar