SONETO DE AMOR À LÍNGUA PORTUGUESA
(Em decassílabo heróico)
Sussurra-me, esta voz que me acompanha
E aqui se assume inteira e colectiva,
Um gesto que em palavras se desenha
Pr`a cumprir-se em canção; sonora e viva!
Então, como se a voz me fora estranha,
Dona de autonomia e quase altiva,
Flui por mim toda até que em mim se entranha
Pr`a me deixar, depois, de si cativa…
Mil palavras me nascem no momento
Em que faço da voz discernimento
E amor à língua-mãe que me norteia
Porque ela me ultrapassa em “sentimento”
E consegue dar voz ao que nem tento
Se acato o que outra língua em mim cerceia.
Maria João Brito de Sousa -17.04.2013-18.32h
ResponderEliminarE viva o Poeta que assim sabe poetar...
espero que tudo vá bem contigo...uma bela noite
Obrigada, Anjo!
EliminarEstou sem tempo... ando a tentar fazer uma compilação "decente" de algumas obras do meu avô...
Feliz fim de tarde para ti!
“Mercado eleitoral”
ResponderEliminarPara as portas franquear
Entalou-se o Martin Moniz
Agora está-se a entalar
O povo deste país
Um povo em duodécimos
Apanhado na enxurrada
Sopram ventos péssimos
Pela porta franqueada
Mas este é o bom caminho
Abram as portas e janelas
Melhores ventos soprarão
Distribuem beijos e carinho
Em mercados, ruas e vielas
Nas vésperas da eleição.
Prof Eta
"Reinvente-se Abril!"
EliminarTalvez a Festa de Abril
Acenda, nos corações,
Essa revolta febril
Que engendra as revoluções...
Talvez muitos, muitos mil
Vejam, nos cravos, arpões
E se evadam do redil
De alheias condenações...
Se o voto é uma conquista,
Ao voto não faltarei!
Nada faz com que eu desista
Desde que a razão me assista
Porque os passos que já dei
Serão meus, enquanto exista!
Maria João Brito de Sousa
Com um grande, grande abraço, Poeta! Que relembremos, na Festa de Abril, o mesmo espírito que nos uniu em Abril de 1974!
Ponte mudou de vida.
ResponderEliminarTambém eu, Poeta, também eu... faz muito tempo e, sabe Deus com que dificuldade... mas ainda bem!
EliminarO chá irrompeu.
ResponderEliminarAinda bem! Estamos no tempo das grandes "erupções"...
EliminarSó desejar um bom dia feliz
ResponderEliminarBom e feliz dia também para ti, Anjo!
Eliminar“Equação”
ResponderEliminarGeométrica a ignorância
Com quantos lados não sei
Não há porém relevância
É um dado que ignorarei
Existe dúvida pendente
Muita certeza que brota
Duvida o inteligente
Está seguro o idiota
Para evoluir é preciso
Antes de mais duvidar
Reconstruir a equação
Ignorar com um sorriso
Certezas prontas a usar
E às dúvidas não dizer não.
"Resolvendo esta Equação"
EliminarEquacionar duvidando
E acrescentando elementos
Ao que vou solucionando,
Sem vãos descontentamentos
E a saber que a ignorância,
Tenha os "lados" que tiver,
É dona de tal ganância
Que se compara ao "poder",
Assim vivo estes meus dias
- sem angústias mas com faltas... -
Pois, outras filosofias,
Só me trazem melodias
De notas que são mais altas
Mas dão grandes disfonias...
Com o meu maior abraço e os votos de um excelente fim de semana, Poeta!
Amy na ponte.
ResponderEliminarLá vou, Poeta!
EliminarUma grande e ssossegada noite muito feliz pra ti
ResponderEliminarE um muito feliz dia de Sábado para ti, Anjo!
EliminarDescanso agora porque lá para a noite
Eliminarvou pás tunas
feliz dia pra ti também
Bom descanso e que tenhas uma noite alegre e produtiva!
Eliminar
Eliminarmeio arrombado mas correu tudo bem...um belo dia MJ
Imagino, Anjo! Irei até aí assim que puder!
EliminarFeliz Domingo para ti!
Um belo e radioso grande dia
EliminarDia de hospital, Anjo... só há pouco cheguei...
EliminarFeliz quase-noite para ti
Há que cuidar essa saude
EliminarPois... que remédio, Anjo! Garanto-te que não vou ao hospital por gostar de o visitar... detesto ter de lá ir, mas não me adianta nada não gostar... isto está mesmo mauzito...
Eliminar
Eliminarum bonito dia pra ti, e coragem também
Bonito dia também para ti, Anjo! Estou muito "derreada", hoje... mas é só sono e cansaço. O ânimo está inteirinho!
EliminarChá no mundo.
ResponderEliminarSi, Poeta, o Chá é muito cosmopolita! Vou vê-lo!
Eliminar“Trabalho liberta”
ResponderEliminarTu que és força produz
Pago-te ao fim do mês
Já que o dinheiro seduz
Produz mil e dou-te dez
Não questiones o sistema
Qu’é do princípio das eras
Recebias em sal-gema
E eras atirado às feras
Foi grande a evolução
Dá largas à criatividade
Realiza-te pela profissão
Que o trabalho liberta
Liberta-te da necessidade
De teres uma mente aberta.
Prof Eta
"O trabalho - não a sua exploração! - está na nossa natureza"
EliminarEu penso que a produção
Faz-nos bem, é necessária
E contém toda a razão
Que move uma "classe operária"
E sei que sou "produtora"
De versos de qualidade,
Também eles força motora*
Dos frutos da liberdade
Mas não creio em submissão
Do trabalho ao capital
Que reduz o produtor
À injusta condição
De uma"coisa" que é legal
Só porque produz valor...
Maria João Brito de Sousa
*em vez de motriz...
Cá vai, Poeta, com o meu abraço e os votos de um feliz Domingo!
Ponte com gente.
ResponderEliminarVou até lá!
EliminarChá pensou.
ResponderEliminarTambém eu
Eliminar“A outra face”
ResponderEliminarAo mal opõe-se o bem
Numa infinita batalha
Ao mal oferece desdém
E logo o bem se espalha
Como sinal d’esperança
Num futuro da humanidade
Agora pleno de confiança
Onde o bem por necessidade
Passe a ser mais desejado
Em vez de chicote um carinho
Que o mal assim desdenhado
Se sinta no mundo sózinho
E seja finalmente forçado
A escolher outro caminho.
"A FACE DAS FACES"
EliminarSão sempre essas duas faces
Que costumo transportar
Para o conceito das classes
Que se estão a confrontar
E, se é verdade que o sonho
Tem por base a realidade,
Só por ele me predisponho
E ouso ir além da vontade
Pois acreditando, agora,
Que a chama, a tremeluzir,
Pareça querer ir-se embora
Sei que brilhará na hora
Em que o povo conseguir
Pôr "os maus" d`aqui pr`a fora!
Maria João Brito de Sousa
Segue com o meu abraço grande, Poeta!
Esta semana estarei muito pouco presente na net. Não estou em condições de festejar - ou lutar por... - Abril, nas ruas. Terei várias consultas hospitalares e a situação que me reduz a esta exasperante lentidão, tem progredido muito. Virei sempre que puder!
Espero que melhore logo
Eliminarpara não ficarmos sem ler teus sonetos.
Oumou vem à ponte.
ResponderEliminar... e eu vou até lá!
EliminarChá livre.
ResponderEliminarVou até lá! Quero ver essa liberdade!
EliminarLindo soneto e linda pintura
ResponderEliminar“Voarei”
ResponderEliminarEu ouço e espero
Eu sinto e canto
Eu amo e quero
Assim me levanto
Sem desespero
Assim me agiganto
Num olhar sincero
Sem que haja lamento
Sinto a bonança
Aguardo o momento
Nada me pode vergar
Não morre a esperança
Nas asas do teu vento
Eu quero voar.
"voando... baixinho..."
EliminarEu não sei se voo, ou não...
Sei que "sinto" e logo "sou"
Nas asas da dimensão
A que o sentir me levou
E, "levantada do chão",
Quanto pássaro passou
Rumo à mesma imensidão
Que esse sentir m`apontou?
Se fores um dos meus irmãos,
Se em poemas te encontrares,
Se esse for o teu caminho
Vem fazer, dos versos vãos,
Colheita de mil pomares,
Trigo e uva, pão com vinho...
Maria João
Aqui vai, com o meu abraço para todos vós, Poeta! Cheguei há pouco do hospital...
À noite na ponte.
ResponderEliminarTerá de ser à tardinha, Poeta... vou lá agora!
EliminarChá da vida.
ResponderEliminarOra cá está um chá que me é muito grato! Vou vê-lo, Poeta!
Eliminar
ResponderEliminarVieste do Hospital, e então? Como estás?
Gostei muito deste soneto heróico , embora que heroica seja a tua vida em primeiro lugar, sem soneto....
Ligeirinha! Como estás tu, amiga?
EliminarVou ter de fazer várias extracções dentárias e aproveitei para fazer os "planos da pólvora" - para minimizar os riscos infligidos pelo facto de ter de cessar a anticoagulação... - com o meu médico de lá... vai ser exactamente conforme eu tinha previsto; paro 5 dias antes, inicio a Enoxaparina injectável e paro, também essa, um pouco antes das 24 horas antes de cada extracção... vai ser um bico-de-obra, só te digo... vou mesmo precisar de um pedacjnho desse heroísmo que me atribuis, eheheheh...
Vou aí, minha querida!
Eliminarforça querida amiga! Poeta heróica em decassílabo
dental!
Vai tudo correr bem , senão....vou aí!
Beijinhos e vai dizendo.....coisas boas.....
dorme bem!
ADOREI, essa, do decassílabo dental!!!! Já me fizeste rir - e bem! - logo ao abrir da caixa do correio...
EliminarEstou de volta e derreada de todo... vou buscar o relatório médico na próxima quinta feira mas não dormi quase nada... tive cãibras fortíssimas desde um pouco antes das quatro da madrugada. Não pude pregar olho a partir daí... estou mesmo a dormir em pé...mas está tudo a preparar-se bem para as ditas extracções... se a tensão não me pregar nenhuma partida - ontem à noite, pregou... - devo iniciá-las no dia 30!
Beijo grande!
“O tal Sebastião”
ResponderEliminarReanimar a economia
Com start up Portugal
Parecem andar em fobia
Até consertam o social
Que destruíram um dia
Logo após o carnaval
Como há muito se antevia
Neste país fenomenal
De fenómenos produtor
Que no Guiness registados
São bem mais dum milhão
Para o disparate há fulgor
E ao abismo condenados
Esperamos o tal Sebastião.
Prof Eta
"Outros caminhos..."
EliminarSe dum prossegue o caminho,
Doutro as virtudes copia
E enquanto nisso porfia
Vai entoando baixinho
Cantigas ébrias - sem vinho...-,
Tão repletas de harmonia
Que irão fazer companhia
A alguém que esteja sozinho...
Assim se cumpre, repito,
Sem outro anseio, outro fito
Que, mais lento ou mais azinho,
Venha a torná-lo num mito
Que possa vir a ser escrito
Garantindo um espoliozinho...
Maria João
Cá vai, Poeta... saiu-me um tanto metafórico... talvez em excesso... mas segue! Abraço grande!
Despedida ne ponte.
ResponderEliminarVou já à despedida na Ponte, Poeta!
EliminarChá sem Abril.
ResponderEliminarPobre, pobre Chá! Vou vê-lo...
Eliminar“Abril sem Abril”
ResponderEliminarAbril sem Abril à porta
Trinta e nove anos volvidos
Ao povo já não importa
Este país de desvalidos
Filhos estão de partida
Vão por esse mundo fora
Buscam esperança perdida
A que o desalento devora
Não esperem o seu regresso
Tarde ou nunca voltarão
Pois a nobre pátria ruiu
E assim de Abril me despeço
Abril sem Abril é que não
Este Abril ninguém previu.
Abril, sempre!
EliminarAs mesmas razões levaram
A que Abril nascesse um dia
Das mãos daqueles que o criaram
Contra um poder que o não queria
E eu pretendo acreditar
Até que a morte se imponha
À vontade de o cantar
Sem sentir qualquer vergonha
Vão-me as ruas já distando,
A cada dia que passa,
Cada vez um pouco mais
E eu ainda acreditando
Que, de novo, Abril se faça...
Espero - e sinto! - os seus sinais!
Maria João
Com o meu abraço e os votos de um feliz e participativo 25 de Abril, Poeta!
Novo dia na ponte.
ResponderEliminarVou vê-lo, Poeta!
EliminarO chá luta.
ResponderEliminarVou ver essa luta!
Eliminar“Talvez... rezando”
ResponderEliminarPortugal está despido
Da esperança conquistada
Caso houvesse povo unido
Aí poderia ser renovada
Mas nós sentimos a dor
Desta morte anunciada
Quem dispõe é o credor
A união não vale nada
Despidos continuaremos
Que os feitos valorosos
Estão com baixa cotação
Talvez um dia gritemos
Aos ocupantes odiosos
Tirem as patas da nação.
Prof Eta
"Talvez... agindo!"
EliminarTalvez eu lhe não saiba responder,
Talvez os argumentos vão faltando
Talvez, estando cansados de o saber,
Julguemos que o melhor é ir rezando...
Percebamos, porém, que é necessária
Uma atitude firme em mãos certeiras
Ou será escravizada a classe operária
E, ao burguês, só lhe resta usar "viseiras"...
É grande esta tarefa, é gigantesca,
E é necessariamente colectiva,
Porque se impõe a cada o cidadão,
De pôr termo à charada mais grotesca,
Sinistra, disfarçada e progressiva
Que jamais tomou conta da nação...
Maria João Brito de Sousa
Saiu-me em soneto decassilábico... está cheio de pequenas imperfeições - desafinações... - mas estou mesmo sem forças e sem tempo, Poeta... vai mesmo assim! Abraço grande!
Balada na ponte.
ResponderEliminarLá vou, Poeta!
EliminarESTE JARDIM
ResponderEliminarFui ver este jardim
A beira - mar plantado…
Já não cheirava a jasmim
E os cravos tinham murchado.
Não vi lábios de carmim
Mas desespero marcado
Em cada rosto sulcado
Pela ausência do cetim.
Nos canteiros pequeninos
Açucenas de esperança
E os voos peregrinos
De algumas andorinhas,
Poucos risos de criança
E muitas ervas daninhas.
Eduardo
NO MEU JARDIM
EliminarNo jardim em que cresci,
Cresciam já, extemporâneos,
Cravos, que nunca esqueci,
Malquereres, rosas, gerânios
E as papoilas, que escolhi
Por serem gritos espontâneos
Das ervas que, por ali,
Brindavam meus conterrâneos...
Dentre as flores, que eu não colhia,
Brotou a flor "madrugada
Que precede um novo dia"
E que consigo trazia,
Por cada flor libertada,
Mais um sonho... era Utopia?
Maria João 26.04.2013
Obrigada, amigo Eduardo! Está fraquinho, o meu sonetilho-resposta... por mais que eu tente, este agravamento - e as complicações dentárias que vão levar muito tempo a remediar... - tornou o meu tempo ainda mais reduzido... e estou numa fase muito pouco criativa.
Um grande abraço para si e Maria dos Anjos!
há vive.
ResponderEliminarChá...
EliminarTambém eu, Poeta! Pouco, mas ainda vivo, eheheheh... vou vê-lo!
Eliminar“Triste inquietude”
ResponderEliminarA inteligência esgotou-se
No mundo em desagregação
Não que a inteligência fosse
Algo em vias de extinção
Deixou de fazer sentido
Usá-la na interpretação
Do discurso desvalido
Proferido sem direcção
Para este verbo sem verbo
Basta cérebro sem cérebro
De inteligência esgotada
Ficamos presos ao nada
E a nossa triste inquietude
Não permite que se mude.
Uma Inquietude muito pessoal...
EliminarTem razão... a minha está
Pontualmente cansadita
E de pouco servirá
Pensar qu`hoje se "espevita"...
Mas tem a ver c`o meu "estado"
Que esta falta de saúde
Gera um verso "martelado"
Que desafina amiúde...
Mal acabe esta odisseia
Das cirurgias dentárias
E descanse por uns dias
Farei versos "de mão cheia",
Sobre as matérias mais várias,
Sem tantas desarmonias...
Maria João
Abraço grande, Poeta! Vai muito pessoal, mas foi o que me saiu...
Sonho na ponte.
ResponderEliminarLá vou...
EliminarChá em sintonia.
ResponderEliminarVou "sintonizar-me", Poeta!
Eliminar“Arte de marear”
ResponderEliminarNesta barca aparelhada
Que cedo se fez ao mar
A malta está encharcada
De tantas ondas sulcar
O comandante impotente
Não mantem a trajectória
A marujada descontente
Dará novo rumo à história
Mais tarde será relatada
Para constituir memória
De marinheiros vindouros
A malta viu-se enrascada
Mas alcançou a vitória
Navegando em sumidouros.
Prof Eta
Enfrentam-se os sumidouros...
EliminarLembro tempos clandestinos,
Quem sabe... talvez vindouros
Destes penares peregrinos
Em que os únicos tesouros
Dos pobres e pequeninos
São como a força dos touros
Que atingem seus assassinos...
Não sei como, nem sei quando,
Mas sei que "marearemos"
Nestes rumos de igualdade
E, muito embora não estando,
Sei muito bem que o faremos,
Sei muito bem que é verdade!
Maria João
Cá vai, Poeta... um tanto ou quanto apressado, mas vai. É natural que lhe não possa responder a alguns sonetilhos, nos próximos tempos... as coisas estão a complicar-se, em termos de saúde.
Abraço grande!
Castelo na ponte.
ResponderEliminarVou visitá-lo, Poeta!
EliminarChá ama.
ResponderEliminarVou até lá, ver esse Chá!
Eliminar“À mais alta poetisa”
ResponderEliminarSerá que faço história
Ao poetar assim consigo
Constitui uma memória
Maior que o meu umbigo
Pois imenso em pequenez
Não tem sequer comparação
Com um estado de altivez
Que é inato à Maria João
Inato por ser espontâneo
Por brotar de sabedoria
Em palavras sem descrição
Em glória é momentâneo
Este pedaço da minha vida
Que agradeço do coração.
Ao mais persistente dos Poetas
EliminarPoeta, eu sei lá qu`história
Estes poemas vão dar...
Uns, que fiquem pr`a memória
Para depois de eu "passar",
Não nasceram para a glória
De algum primeiro lugar
E, se pensam na vitória,
São ingénuos no pensar...
Disse uma amiga, contudo,
Que são "pedradas no charco"
Da estagnada corrupção...
Eu já com nada me iludo
Pois navego um estranho barco
Do qual nem sou capitão...
Maria João Brito de Sousa
Obrigada, Poeta! Ainda me saiu uma resposta... amanhã é dia de iniciar as extracções dentárias que, em mim, são muito complicadas pela anticoagulação e pela hipertensão que tende a não se deixar controlar... para além do extremo depauperamento físico dos últimos tempos... mas terá de ser! E são muitas...
Abraço grande!
Mercedes na ponte sempre.
ResponderEliminarVou vê-la... e ouvi-la!
EliminarChá tem amor próprio.
ResponderEliminarE faz ele muito bem! Vou vê-lo!
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