UM SONETO POR GAZA
(Decassílabo heróico)
Por cada pequenino assassinado,
Por cada ferida aberta ou cada grito
De um povo dia a dia dizimado,
Encurralado, exposto, exangue, aflito,
Por cada obus de fogo ali lançado
Por loucos prepotentes de olho fito
Na criança inocente e sem pecado
Gerada pela carne e não no mito,
Para que o genocida pare enfim
De chacinar sem dó, de destruir
O abrigo improvisado em cada casa,
Um soneto, mais um, vindo de mim,
Para quem, dentre vós, consiga ouvir
Cada grito de horror que ecoa em Gaza.
Maria João Brito de Sousa - 28.07.2014 - 12.13h
comovente.
ResponderEliminargrato por esta grata emoção...
beijo
(não resisti e coloquei no FB. peço desculpa pela ousadia)
Fico até muito grata, Heretico!
EliminarForte abraço!!!
Heretico, li e reli O RUMOR DA LÍNGUA, mas estou pontualmente impedida de comentar por uma série de pequenos obstáculos que surgiram na sequência da instalação do office no Windows 8... penso que isto não fará muito sentido, mas não o consigo explicar melhor... voltarei ao Relógio de Pêndulo assim que tiver conseguido superar estes novos obstáculos informáticos.
EliminarForte abraço!
"Venceremos"
ResponderEliminarJá evolui a economia
Em direcção ao buraco
Há muito que não se via
Este país feito num caco
Está de alma e coração
Também de espírito santo
Esta é a nossa evolução
Far-se-ão caras de espanto
Pois lá no fundo estar
Só pode ser bestial
É o espírito ganhador
Que se está a preparar
P’ra revelar o potencial
Deste país vencedor.
Prof Eta
Venceremos, não duvido,
EliminarPois será certa, a vitória,
Quando o povo, reunido,
Ele próprio, fizer História!
M. João
Vai só assim porque nem sei se a ligação se vai aguentar, Poeta...
Jogada do chá.
ResponderEliminarVou ver o Chá e, a seguir, tenho mesmo de desligar, Poeta... sei que tenho um sonetilho para tentar responder, mas as coisas, por aqui, estão muito complicadas e a pen está-me a comer Megas a uma velocidade...
EliminarChá pisado.
ResponderEliminarCoitado do Chá, Poeta...
Eliminar"Morta a guerra"
ResponderEliminarMatei a guerra afinal
Não morre mais soldado
Sei que não sou original
Pois já o fez o Solnado
Desta vez é para valer
Crianças não esventrarão
Seu sangue não vai correr
Será delas outra missão
Nascer, crescer e viver
Plantar a semente da paz
Cuidar dela com amor
Na lápide iremos escrever
Maldita guerra aqui jaz
E com ela tempos de horror.
Lembrei-me duma verdade
EliminarQue jamais contradirei;
Mais nos vale a liberdade
Do que o luxo em contra-lei
E, das lutas, também sei
Serem justas, se outro invade
Direitos que eu conquistei
Trabalhando com vontade...
Pessoal ou colectiva,
Uma luta é sempre justa
E estará, pr`a sempre, viva
Se aquilo que mais nos custa
For ver quem connosco priva
Num temor que nos assusta...
M. João
Aí vai, com o abraço de sempre e muitíssimo "coxo" porque eu estou cheia de pressa - malvada pen... - e pressionada por todos os lados no que toca à minha pobre vidita...
Chá verdadeiro.
ResponderEliminarQue dia, Poeta... e nada ficou explicado!
EliminarVou ao Chá!
Espero que em breve obtenha as explicações devidas.
EliminarNada, Poeta! Até agora, é como se um "fantasma" tivesse feito desaparecer o meu contrato de reinserção social
EliminarMuitas vidas para o além,
ResponderEliminarpobres da faixa de Gaza,
e o povo em Jerusalém
sem poder sair de casa.
Adílio Belmonte,
Belém-Pará-Brasil
Horror que a tudo arrasa,
Eliminarna guerra de satanás,
naquela Faixa de Gaza,
onde só há almas más.
Almas, e corpos também,
EliminarHora a hora vitimadas
Pela ganância de quem
Impõe condições erradas...
O meu fraterno abraço, amigo Adílio!
Sem poder sair das casas
EliminarQue pouco os abrigarão
Pois os mísseis têm asas
Que a todas derrubarão...
Outro fraterno abraço!
"Bem tratados"
ResponderEliminarNúcleo de supervisão
Buraco não detectou
Foi enorme o trambolhão
Mas ninguém se magoou
Estudada à exaustão
Solução não tardou
O estado deu a mão
E ninguém se afundou
Retomada a navegação
Normalidade regressou
Aos mares desta nação
A que sempre navegou
Estando o vento de feição
Ou quando o povo pagou.
"Mais... acordados!"
EliminarPaga o povo, é sempre assim!
Mesmo sendo maltratados
Vão cultivando o "jardim"
Dos ladrões mais abastados
E depois quando, no fim,
Virem estar sendo roubados,
Talvez admitam que sim,
Que também foram culpados,
Ou então... talvez se virem
Muito unidos, com certeza,
Contra aquel`s que os atingirem
Ao roubar-lhes pão da mesa
E, por fim, lhes exigirem
Mais justiça, à portuguesa...
Maria João
Ai, a pen! Abraço, Poeta!
A PASTA DO COMISSÁRIO MOEDAS
ResponderEliminarNum país em decadência,
Numa economia em queda
Onde prima a incompetência,
Serve uma qualquer moeda
Como moeda de troca
P´ra um lugar do comissário
Nessa esfarrapada Europa.
Pensar de modo contrário,
Adoptar outros critérios,
Seria ideia nefasta,
Pois sabe-se, à partida,
Qual será a sua pasta…
Não há mesmo outra saída:
A pasta dos cemitérios.
Eduardo
"Tudo novo"
ResponderEliminarHaverá muitos milhões
Dizem para o banco novo
Ficam livres os ladrões
Quem fica preso é o povo
Haverá um buracão
Dizem para o banco mau
Que sofre de intoxicação
Por ter snifado o cacau
O fundo de resolução
Abonará todo o capital
A que obriga a solução
Dizem sem apoio estatal
Ainda muitos se queimarão
No verão quente em Portugal.
Prof Eta
"Novo, mas cheio de bolor..."
EliminarMais parece o estado novo
Quando, mudando-lhe o nome,
Vão "comendo" o que é do povo
E o povo... que morra à fome!
Se a verdade é como um ovo,
Se não há ninguém que a dome,
Mais tarde ou mais cedo, eu sovo
Todo aquele que hoje assim come!
Neste Verão quente - mas pouco! -
Em que a chuva lacrimeja,
Vai ficando tudo louco
E tudo o que eu sinta ou veja
Me parece ficar oco
Por muito cheio que esteja...
Maria João
Cá vai, sempre "a correr" porque, agora, já me/nos vai saindo caro cada minuto online...
Abraço grande, Poeta!!!
Chá milhões.
ResponderEliminarUm chá capitalista? Vou ver isso, Poeta!
Eliminar"Passa a bola"
ResponderEliminarCoitada da Dona Inércia
Com dois bancos ao dispôr
Depois de tanta peripécia
Mais do que poderia supôr
Deve tomar a decisão
Em qual deles irá ficar
Ou apresentar a demissão
E ir para casa descansar
Do Ronaldo o que dizer
A quem sabe a bola passa
Se se trata d' investimento
Mau ou bom deve escolher
Ou então que se desfaça
Desta parte do orçamento.
Prof Eta
Penality!!!!
EliminarDona Inércia, reconheço,
Deve estar tão dividida
Que, por conta do "tropeço",
Muda e... dá uma corrida...
E Ronaldo, acostumado
Como bom futebolista
A percorrer o " relvado"
E a dar muita entrevista...
Ambos ficam de que lado?
À Inércia, conheci-a,
Ao Ronaldo, nunca o vi
A não ser quando filmado,
Quando no campo corria
E eu espreitava daqui...
M. João
Ai, vai horrível, Poeta... ando mesmo a precisar de "férias poéticas", eheheh...abraço grande!
Nova crença do chá.
ResponderEliminarSó agora chego, Poeta... fui fazer uns pagamentos que estavam no limite. Vou ver o Chá!
EliminarChá PSI.
ResponderEliminarOra bem! Vou já vê-lo!
Eliminar"Virtualmente"
ResponderEliminarO dinhero é virtuali
Nesta enorme cansera
Mas o buraco é reali
Mesmo qu'a gente nã quera
E o cagaço é fatali
Levando à bandalhera
Do momento actuali,
Explico doutra maneira
Tudo vale para ter
Apenas mais um milhão
Nem que seja virtualmente
O que está a acontecer
Faz parte duma situação
Com a realidade ausente.
EliminarOra bem!
Ah, cumpadri, ê cá nã sê
Se o dinhêro existe ou não...
Só sê que el`pouco se vê
E nã nos pára na mão!
O que pensa vomecê
Que nos traz nesta aflição?
Nã sê dizer-lhe porquê,
Mas é grande a ralação...
Se essa coisa virtuali
Não nos dá nem pr`ó começo,
Podem levá-la daqui
Porque as migas têm preço...
Cada qual sabe de si,
Mas isso é só retrocesso!
Maria João
Abraço grande, Poeta! Ando para aqui "às aranhas" com o SO novo... nem lhe digo nada! E descobri, por acaso, que andei estes anos todos "atrelada" a um software pirata sem saber que o era... ó que sorte a minha!
Chá auditou.
ResponderEliminarE eu, hoje, acabei por ter de sair, mal estive em casa... mas vou já ver essa auditoria!
Eliminar“País zero”
ResponderEliminarNão tem bem em seu nome
Mas já lhe sobeja o mal
DDT o seu cognome
O dono de Portugal
Em vergonha tansformado
Poderoso é certamente
Faz parte do nosso fado
Esta malta que nos mente
Portugal não é país
Nem sequer é principado
Está mais perto de ser nada
Ou se corta pela raíz
Ou o destino gizado
É uma pátria arruinada.
Prof Eta
"Contagem progressiva e crescente"
EliminarSe Portugal nada tem,
Se é escravo do capital,
Muito o vai devendo a quem
Tudo fez pr`ó deixar mal!
Podia ter ido além
Desta ignomínia total
Que não engana ninguém
E a tantos faz tanto mal,
Por isso, agora, levanta
O teu punho, bem direito,
Rumo ao "amanhã que canta",
Vê de onde veio o defeito
E põe, na voz, força tanta
Que o país fique a teu jeito!
M. João
Vai atrasado, mas com o abraço do costume, Poeta!
Chá olha.
ResponderEliminarVou vê-lo, Poeta!
EliminarChá dentro.
ResponderEliminarPeço desculpa, Poeta, mas tenho andado a procurar e tentar salvar ficheiros do antigo computador que está moribundo de todo.... e o trabalho vai ter de continuar, hoje, embora eu praticamente não veja nada no ecrã sobressalente... mas vou ver o Chá, claro está!
Eliminar“Feiticeiros”
ResponderEliminarMas que grande solução
Genial por assim dizer
Milagre da separação
Permite ao banco renascer
Se tornada universal
A mesma irá permitir
Expurgar todo o mal
P'ra só o bem existir
Mas que linda utopia
Traz o sistema financeiro
Para a luz do nosso dia
Mas eu quero ver primeiro
Esse passe de magia
E falar com o feiticeiro.
Prof Eta
... nem o de Oz pode fazer
EliminarTão grande feitiçaria
E o que vai acontecer
Não se prende com magia!
Mais parece pandemia
Que só faz empobrecer,
Nos vai sugando energia
E, depois, nos faz morrer...
Com "feitiços" de tal monta,
Se a justiça não for feita,
Andam ricaços à conta
De um povo que tudo aceita...
Até a suprema afronta
Do que lhe rouba a colheita!
M. João
Aqui vai, muito apressado porque estou novamente "movida a pen recarregável"...
Chá faz.
ResponderEliminar... e eu, Poeta, já nem sei o que fazer no sentido de reaver o meu RSI É que foi mesmo suspenso, segundo me disse outra técnica de Porto Salvo, onde assinei o contrato de reinserção e para onde envio as baixas médicas mensais...
EliminarMas vou ver o que faz o Chá!
“A nossa menina”
ResponderEliminarA Bimby está labuzada
Creio que de chocolate
É cozinheira prendada
Os elogios são à parte
Também faz bom bacalhau
Boas ameijoas de caril
Nunca comi nada mau
Tudo o que faz é baril
É um bom investimento
Mesmo o mais apreciado
Presente na nossa rotina
Aprecio cada momento
A degustar o cozinhado
Que nos serve esta menina.
Eheheheheh...
EliminarNão uso, não vi, não quero,
Mas penso que dê jeitinho
Se doseado o tempero
E, acompanhando, um bom vinho...
Não me sinto em desespero,
Basta-me este fogãozinho
Que faz tudo o que del`espero
Apesar de estar velhinho...
Se fosse às compras por mim,
Pensaria duas vezes,
Talvez dissesse que sim,
Mas meus únicos "fregueses"
Comem tudo, até ao fim,
E, a ração, dura uns bons meses...
M. João
Vai com o abraço do costume, Poeta!
Chá bom, chá mau.
ResponderEliminarEstou menos bem, com uma dor de cabeça monumental, mas sempre quero ver esse chá... o velho modelo americano do "good cop, bad cop" anda na moda...
Eliminar“Reino da asneira”
ResponderEliminarBanco bom está lixado
Diz a autoridade financeira
Que comanda o mercado
Não pensem que é brincadeira
E o povo está saturado
Desta enorme bandalheira
Melhor é ser emigrado
Que viver nesta estrumeira
Um país abandonado
Agora sem eira nem beira
Ou será requalificado
Ou não haverá quem o queira
Para sempre será recordado
Como o reino da asneira.
Prof Eta
Asneira, mesmo!
EliminarNeste jogo de milhões,
Estou confusa quanto baste!
Já basta de confusões,
Já nos sobra de desgaste!
Não sou mulher de ilusões,
Mas penso que este contraste
Entre quem mal tem tostões
E o milionário que é "traste",
Não passa sem deixar rasto
Num povo já "depenado"
Que não tem nem pr`a seu gasto
E, cada vez mais roubado,
Não fica sereno e casto
A ver "o caldo entornado"...
M. João
Vai muito horrível,Poeta, mas a ligação partilhada falhou e estou com a pen mesmo no fim... abraço!
Chá integro.
ResponderEliminarVou vê-lo, Poeta!
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