GLOSANDO A POETISA MARIA ROSA REDONDO II
PALAVRAS DE RANCOR
Tuas palavras ditas com rancor
que meus ouvidos escutaram tristemente
demonstram bem, a ilusão daquele amor
que em tempos, eu pensei ... em ti presente!
Tanta ânsia por te querer com tal fervor
não percebi que tu mentias inclemente
então eu fui vivendo ao sabor
duma paixão que me vencia cegamente.
Por essas peripécias que inventaste
um filme que tão bem representaste
por ti o que hoje sinto, já nem sei .
deste ao meu viver, tanta amargura,
senti-me quase á beira da loucura
numa pessoa diferente, me tornei .
28/08/2012
Rosa Redondo
PALAVRAS, PALAVRAS, PALAVRAS...
"Tuas palavras ditas com rancor"
Não tiveram, em mim, qualquer efeito;
Cresci, não quero ter amo ou senhor,
Nem quero mais ninguém sobre o meu leito!
"Tanta ânsia por te querer com tal fervor"
E tanto sonho inútil no meu peito,
No tempo em que quis crer que o teu amor
Seria, dentre os mais, mais que perfeito...
"Por essas peripécias que inventaste",
Nem por um só segundo me magoaste;
Mais forte me tornaste... e combativa,
(Pois) "Deste ao meu viver tanta amargura",
Que só longe de ti soube haver cura
Pr`a quem se veja assim, muda e cativa...
Maria João Brito de Sousa - 26.09.2016 -13.14h
Tela de Paula Rego "A Dança das Avestruzes"
Chá refém.
ResponderEliminarJá tinha saudades de um bom Chá, Poeta!
EliminarTinha arrefecido, vamos ver se consegue levantar fervura.
EliminarEstava óptimo, Poeta!
EliminarAgora tomo um Paracetamol e... acordo com a mesma "carraspana", amanhã de manhã, porque ela não está nada "mansa" e a temperatura está a subir... bom, mas se não for parar outra vez ao hospital já me dou por muito feliz...
Abraço grande!
Menos chá.
ResponderEliminar... menos? Vou ver, Poeta!
Eliminar“Transacções”
ResponderEliminarVivemos na imposição
Destas dívidas soberanas
Pois não tendo solução
Põem países de pantanas
E o povo na escravidão
Sob o jugo de uns sacanas
Ao serviço da corrupção
Usando as mentes insanas
Que duma forma decidida
Ainda além da compreensão
Sugam riqueza pelo prazer
De poder transformar a vida
Noutro bem de transacção
Fazendo a vida morrer.
Prof Eta
País Pobre "à la carte"
EliminarAssim se vai confirmando
A tendência imp`rialista
Do "forte" que vai "minando"
Até que um "fraco" desista...
De países vou falando,
Pois mesmo que algum resista,
O mais forte, em dominando,
Persiste nessa conquista,
E, ao "fraco"vai-o "sugando"...
No entanto é "legalista"
Este acto de ir despojando
País que esteja na lista;
- "Bem passado, em lume brando!"
(Clama o "bom" capitalista...)
Maria João
Cá vai, Poeta! Ainda o vi ontem à noite, mas já estava quase, quase a dormir, nem me atrevi a tentar responder-lhe porque a soma da gripe com o sono dá sempre um resultado muito disparatado... e continuo rouca, rouca, com períodos de afonia total...
Abraço grande!