A ARCA DE FERRO

(Soneto em verso hendecassilábico e rima encadeada)
Fecharam-me um dia numa arca de espantos;
Roubaram-me, uns tantos, fortuna, alegria,
Quanto eu possuía de força e de encantos
Deixando-me os mantos com que me cobria,
Quando eu mal sabia da dor, dos quebrantos,
Dos sábios, dos santos, do frio que faria...
Alguma energia, contida entre prantos,
Me ergueu desses cantos que eu desconhecia
E, aos poucos, fui vendo que essa arca de ferro
Era um simples erro e... de erros, entendo!
Lá fui aprendendo com erro após erro...
Nessa arca me encerro mas, dela nascendo,
Ouve-se, em crescendo, um protesto, um berro
E os dentes que cerro, rangendo, rangendo...
Maria João Brito de Sousa – 17.11.2017 – 13.20h
Deixo o desejo de uma feliz noite
ResponderEliminare ao grito
penso que anda tudo aflito
neste País...
Beijinhos
Feliz noite também para ti, Anjo!
EliminarSe não anda tudo aflito, muitos andam... eu ando...
Bjinhos!
Eliminardá mais alegria hé hé hé
Beijinhos menina
prefiro o meu chazinho... serena noite para ti, Anjo.
EliminarPor aqui
Eliminare há já uns bons anos
bebia-se o Chá, com Schnaps
um dedinho, como elas diziam...
Tive de ir ao Google ver o que era o Schnaps, não fazia a menor ideia...
EliminarParece ser uma bebida branca... nem pensar! Só chazinho
Bom dia!
EliminarUm bom e feliz dia de Sol
Eliminare Beijinhos de aqui
que eu tou meio enjoado
As tuas melhoras, Anjo. Que tenhas um Domingo descansado.
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