MEMÓRIAS DE INFÂNCIA

(Soneto em verso hendecassilábico e rima encadeada)
Castelos na praia... quem lhes reconhece
Aval que se aprece em direitos de autor,
Se feitos de amor e do espanto da prece
Quase me acontece sabê-los de cor?
São quase um pendor... quando um desfalece
Logo outro se of`rece e lhe iguala o esplendor
De fruto, ou de flor, que ninguém desvanece
E assim permanece, seja como for!
Memórias de infância, de infância remota,
Quem não as anota num canto qualquer
Que o corpo escolher, quando as não derrota?
Ressurgem-me em frota, mesmo sem eu qu`rer,
Tomando o poder, mudando-me a rota...
Ah, fazem batota... mas deixo-as viver!
Maria João Brito de Sousa – 08.11.2017 – 11.32h
As belas praias lá tão longe
ResponderEliminarno tempo e na distancia
mas sempre presentes
tal uma infância...
Boa e feliz noite deixo o desejo
e beijinhos de aqui
Boa noite, Anjo!
EliminarEstão longe no tempo, mas não tão longe na distância; quando era mais nova, ia para a praia a pé, não são muito mais de dois kms...
Beijinhos e que tenhas uma noite descansada!
Mas felizes
Eliminarque eu até pensava no momento
em Moçambique onde passei
e por lá me ficou um tanto do Coração...
Boa e feliz noite Menina
beijinhos
Não sabia, Anjo... mas acredito que sim, que possamos deixar um pedacinho do nosso coração pelas terras por que nos deixámos cativar.
EliminarFeliz e serena noite!
Beijinhos!