NEM VIVA, NEM MORTA...

Não jogo, não jogo, não jogo nem morta!
Retiro-me absorta, não brinco com fogo!
Se quase me afogo na maré mais torta,
A Barca suporta tudo o que lhe rogo,
Porque, logo, logo, me salva e conforta,
Abrindo-me a porta, vencendo outro jogo,
Nunca o que me arrogo... esse pouco importa,
Nem viva, nem morta, lhe aceito o regougo!
Ó Barca cativa das minhas algemas,
Guarda-me, não temas as penas que eu viva
Se a sorte me priva de embalar poemas
Mantém-te passiva nas tardes amenas,
Sonha com fonemas na noite furtiva,
Mas sê sempre altiva; não cedas, nem tremas!
Maria João Brito de Sousa – 14.11.2017 – 17.05h
NOTA - Soneto em verso hendecassilábico, rima encadeada e acentuação tónica na quinta sílaba métrica.
De excelência
ResponderEliminare só quem sabe...
Um bom e feliz dia
Beijinhos
Obrigada, Anjo!
EliminarHoje tive duas consultas e... nem tudo correu sobre rodas, foi um dia para esquecer...
Beijinhos e que tenhas uma serena noite!
Secas é o que é
Eliminarque este mar de Rosas
será mais incompetente
ou maior que a propaganda vigente
Boa e feliz noite
beijinhos
Bom dia para ti, Anjo!
EliminarA seca vai longa, o IPMA não prevê senão pequenas precipitações a partir do dia 22 e em breve estaremos todos sem água, mas... a minha maratona de ontem teve a ver com uma dessincronização espacio-temporal ente mim e o vizinho amigo que ficou de me levar às consultas...
Que tenhas um excelente resto de semana!