NATAIS DOS TEMPOS IDOS...

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Montei o meu presépio em tempos idos,


Em tempos idos ergui meu pinheiro,


Pois tudo tem seu tempo. Os diferidos


Sempre serão sequelas do primeiro,





Desses originais que estão perdidos;


Nenhum tem o sabor do verdadeiro,


Nunca o mesmo alvoroço dos sentidos


Se faz sentir depois, no corpo inteiro...





Não é hábito meu falar de mim,


Ou, falando de mim, fazê-lo assim,


Como se eu fora o centro deste mundo,





Mas... se digo a verdade, o que fazer?


Chegue, ou não, ao Natal que puder ter,


Nenhum será igual aos do Dafundo...(*)








Maria João Brito de Sousa – 01.12.2017 – 11.21h








(*) Cruz-Quebrada, Dafundo – Antiga Freguesia do Concelho de Oeiras, extinta pela reorganização administrativa de 2012/2013, sendo o seu território integrado na União de Freguesias de Algés, Linda-a-Velha e Cruz-Quebrada/Dafundo.


 

Comentários

  1. Boa Semana MJ

    e como os tempos mudaram...

    Beijinhos

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    Respostas
    1. Sim,Anjo, como mudaram os tempos...

      Que tenhas, também, uma feliz semana

      Beijinhos

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    2. Deixo o desejo de uma feliz noite
      aconchegada
      que por aqui faz um destes barbeiros
      brrrrrrrrrrrrrr de geada esbranquiçada...

      Beijinhos

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    3. Noite feliz, Anjo. Também por aqui está muito frio...

      Beijinhos

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  2. Deixo o desejo de um feliz dia

    Beijinhos

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  3. Cara amiga,

    O Natal é uma festa tão sacra e santa que nos volta ao ontem, vivifico-nos hoje é nos leva ao amanhã!
    Que Deus te ilumine com paz, saúde e amor!

    Adílio Belmonte,
    Belém-Pará-Brasil




    NATAL DE CRIANÇA

    Minha recordação desde criança
    É da sublime festa de Natal,
    Onde o amor é saudade e esperança
    Que me traz emoção monumental.

    Via no Papai Noel todo o amor,
    Luz, paz e gratidão; todos os sonhos
    De crianças, de adultos, sem temor
    Nem mesmo pesadelos enfadonhos.

    De todos os encantos dessa vida,
    Busco na noite rara de Natal
    Toda a emoção singela de seus hinos.

    Senhora mãe de Cristo, a escolhida
    Por Deus num sacrifício fatal,
    Dai-nos as bênçãos sem toques de sinos!

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    Respostas
    1. Caro poeta amigo Adílio Belmonte, mais uma vez lhe agradeço o soneto com que brindou este meu espaço poético.

      Estando numa fase menos boa da minha já fraca saúde, não o glosarei, mas envio-lhe o meu fraterno abraço, bem como os meus votos de um muito FELIZ NATAL.

      Maria João

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  4. Bom e feliz fim de Semana

    Beijinhos de aqui

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