DO SONETO II

DO SONETO II
Vai desde o Dó maior ao Si menor,
Este sonetozinho que componho
Das fragrâncias de abrunho e de medronho
Que entendo que me pedem prás compor
Em pequeninas pétalas de flor,
Nas vasilhas de barro em que me sonho,
No tempo – do qual pouco já disponho -,
No espaço, vá o espaço aonde for.
Não finge. Nada inventa. Nunca mente.
Irrompe, com a força da semente,
Do chão de pedras de onde ousou brotar
E, quando irrompe, emerge tão contente
Que se apressa a dizer tudo o que sente
Sobre tudo o que alguém saiba escutar.
Maria João Brito de Sousa – 11.05.2018 – 15.15h
E que bela Flor assim retratada
ResponderEliminara cada palavra..
Boa e feliz noite
bom fim de Semana
e Beijinhos de aqui
Boa e serena noite para ti, Anjo.
EliminarObrigada e um beijinho