UM VOO DE PARDAL * Eu, que tanto o pratico, sei tão mal As razões de voar do próprio engenho… Sinto que é muito meu, mas sei-o estranho E chego a acreditá-lo original Por vezes, volitando, é um pardal Que por mim passa a ver quando o detenho, Sabendo que eu, sem asas, não desdenho Um timorato adejo ocasional… E logo as mãos me adejam no teclado Por causa de um pardal me ter tentado, Por obra de tão parca tentação Que é caso pra dizer que ter voado Tem sempre uma razão, sempre um culpado E as culpas nunca são da própria mão… Maria João Brito de Sousa – 05.09.2012 – 20.10h Imagem de pardoca, retirada da net, via Google
Parabéns ao Albertino
ResponderEliminare à Poeta também
no bom de ser e ir mais além...
Bom e feliz fim de Semana
e beijinhos de aqui
Obrigada pelo que cabe ao meu soneto, Anjo!
EliminarFiquei muito surpreendida e feliz - apesar dos apertos do colete... - por descobrir este vídeo que o Albertino Galvão editou e disse magnificamente.
Beijinhos e um resto de tarde feliz
“Deprimente”
ResponderEliminarEu mudo constantemente
Mas a mente em meu redor
Tornou-se porca e diferente
Não quer mudar p'ra melhor
Após negociação insistente
Nunca conseguiria supor
Que eu continuaria na frente
E ela a remoer de rancor
Mas que diabo de mente
Logo havia de me calhar
Isto é uma grande chatice
O caso está deprimente
Preciso de a modificar
Ou ainda caio na velhice.
A MENTE DESCONTÍNUA
EliminarNa velhice, eu já caí,
Mas foi só fisicamente...
Não, nunca vá por aí,
Entenda essa sua mente,
Porque eu já me decidi
E fiquei muito contente
Com tudo o que descobri
Nela, descontinuamente...
Posso até estar num colete,
Mas não faço nenhum frete
Enquanto puder pensar
E achar, na flexibilidade,
O que na realidade
Pode esta mente alcançar .
Maria João
Bom dia, Poeta! Cá vai com o abraço de sempre
Boa e feliz noite MJ
ResponderEliminarque o S. Cristiano 7, fez milagres
Xoxo de aqui
Ok, Anjo, acredito que o garoto seja mesmo bom
EliminarSerena e feliz noite para ti!