ROL DE VERSOS

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ROL DE VERSOS


 


Do mal que me governa ou desgoverna,


Do bem que eu faça ou deixe de fazer,


De Platão, quando engendra uma caverna,


Dos muitos que à caverna irão descer,


 


De uns tantos que a subiram sem lanterna,


Do Sol que nasce a cada amanhecer,


Da Lua quando prenha ou da taberna


Onde homem e mulher a vão beber,


 


Dos dias em que a noite é quase eterna,


Dos vivos que desistem de a viver,


Dos soldados de chumbo sem caserna,


 


Do chumbo que os atinge e  faz morrer


E, deste rol de temas, a fraterna


Partilha dos poemas que eu escrever.


 


 


Maria João Brito de Sousa – 24.06.2018 – 18.09h

Comentários

  1. E viva esta maneira de assim ser

    Beijinhos de aqui
    e um belo dia de cuidados com o Sol

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    Respostas
    1. Bom dia , Anjo. Obrigada!

      Estou mesmo de saída para o hospital e, dentro da ambulância, não apanho sol...

      Beijinhos!

      Eliminar

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