TOLERÂNCIA ZERO

TOLERÂNCIA ZERO
Mas onde e quando ouvi a mesma história?
Ouvi-a de Treblinka e de outros mais
Onde os filhos morriam sem os pais,
Sem um nome, sem tempo e sem memória
Em nome de uma abjecta, absurda glória
Por causa de um punhado de ideais
(que o foram, muito embora o não creiais...)
Engendrados de forma aleatória.
Quão perversa se torna a raça humana
Se se dizima e a si se desengana
Quando se extrema em sonho... ou pesadelo?
Como prever ou como prevenir
Toda a desgraça que estará por vir
Se se repete ainda este modelo?
Maria João Brito de Sousa – 21.06.2018 – 15.05h
Imagem retirada da Net, via Google
“Linha da vida”
ResponderEliminarEu estou em todo o lado
E tod’o lado está em mim
Não me sinto obrigado
Desde de que me sinta assim
Vou estando acordado
A isso obriga o frenesim
O quadro vai sendo pintado
Em tons de turquesa e carmim
Na tela onde finalmente
Vai ficando representado
Este constante vai vem
Não importa quanta gente
Nem sé gente ou se é gado
Desde que se trate com desdém.
Prof Eta
Quanto a mim, estou enlatada
EliminarSem poder daqui sair,
Que a linha me foi quebrada...
Só não quebra o meu sentir
Porque, mesmo enclausurada,
Tenho esp`rança de fugir
E ao ponto em que a sei cortada,
Colo-o... se o conseguir.
Já me vai longa, essa linha,
Que me quebrou pela espinha...
Mas, torcer, nunca torci!
"De antes quebrar que torcer";
Disse-o antes de saber
Que quebrava por aqui...
Maria João
Bom dia, Poeta! Cá vai o que, de repente, me ocorreu sobre a linha da vida. Abraço grande!
Infelizmente é assim...
ResponderEliminarGrande e feliz fim de Semana
Beijinhos
Infelizmente, sim, Anjo...
EliminarO meu fim-de-semana vai ser igualzinho aos últimos seis, ou sete; enlatada dentro desta carapaça de ferro...espero que o teu seja bem melhor
Beijinhos