FRUTOS DA TERRA E DO MAR

FRUTOS DA TERRA E DO MAR
(Soneto Alexandrino)
Num verso me quis dar, versos fui semeando,
Como se ao verso amando, eu mais pudesse amar,
Ou se isto de criar fosse como ir podando,
Sem saber até quando, hastes de algum pomar
Que vai frutificando onde, em verso, brotar
Pronto pr` amadurar, o que eu estava buscando...
Se o sonhei, foi sonhando outra forma de estar
Que acabei por murchar. E o verso... medrando.
Quando em sal, marinando, esse fruto é do mar.
Que me importa o lugar se lá chego nadando
E só mesmo salgando eu o sei preservar,
Ou talvez devorar, a mim me preservando?
Qual de nós vai sobrando a nós dois, se eu pensar;
Eu, ou ele a medrar? Ele, ou eu... definhando?
Maria João Brito de Sousa – 09.07.1018 -20.04h
Já nem ou pouco fumeiro há
ResponderEliminaros costumes abolidos
é no que dá por cá
" Quem sabe de onde vem as Hortaliças ? "
a Turma em uníssimo :
" Do Supermercado Srª Professora." Hé hé hé
Beijinhos e um feliz dia MJ
Ai, Anjo
EliminarTu não me digas que os meninos daí também já não sabem de onde vêm as frutas e as hortaliças!?
Estás a brincar, não estás?
Feliz dia para ti que, por aqui, o céu nasceu cinzento que nem chumbo
Beijinhos