"STACCATO"

“STACCATO”
*
Silva a serpente, salta o saltarico,
Saracoteia, samba, soma e segue!
Sento-me. Sábia sou se o sacrifico?
Severa sinto sonhadora sede.
*
Sétimo selo. Sétimo salpico.
Somo silícios sobre a seca sebe,
Sinto-me suja se solidifico,
Sobrevivo ao suplício, se sucede...
*
Sintaxe sabe a sexo sem suor
Somado à sordidez de se supor
Solfejo, sopro, sola de sapato.
*
Súbito, o saldo soa sofredor;
Sublime, o socorrista sapador
Supera a situação. Stop. E Staccato!
*
Maria João Brito de Sousa -22.07.2018 – 19.22h
sssss, lindo!!!
ResponderEliminarObrigada, Fashion. Beijinho!
EliminarVamos acreditar que o Sol vai voltar
ResponderEliminare nos fazer sonhar
num momento mais por encontrar...
Boa e feliz tarde de aqui
e beijinhos
Estou muito mais preocupada com os outros do que comigo mesma, em relação às ausências de sol. Anjo. A mim, dentro deste colete de aço, até me vai dando algum jeito que não esteja muito calor. Esta temperatura está boa para mim. Aquilo que eu não suporto fisicamente é o frio.
EliminarAgora, como só posso tomar banho com o auxílio das funcionárias do Centro e quanto menos suar, melhor...
Feliz tarde para ti
Háááááááááá´
Eliminarpalmadinhas fofinhas and so on Hé hé hé
há que alegrar..
Boa e feliz noite
Boa e descansada noite para ti, Anjo!
EliminarBeijinhos!
“Quem tem um’algibeira”
ResponderEliminarSempre pronta a seduzir”
Mostra do alto da barreira
O que poderás conseguir
Mas não faças asneira
Para o oiro te seguir
Pois de outra maneira
Vais ter que nos ouvir
Não é voz da consciência
Pois consciência não terás
Mas o oiro que murmura
Permite a interferência
Deste que é satanás
E esta lixeira perdura.
"E esta lixeira perdura",
EliminarMas o lixo não é meu,
Que eu não caio na loucura
De sujar mar, Terra e céu,
Antes me esbanjo em ternura
E renego esse labéu,
Muito embora sendo dura
Pra quem crimes cometeu.
Que estou sujinha confesso,
Pois mal me posso mexer;
Estou virada do avesso,
Sem nada poder fazer
Senão esquecer o processo,
Ganhar asas e... escrever!
Maria João
Bom dia, Poeta! Sujinha, sim, mas só por fora, que a vértebra partida e esmagada continua a não me permitir que tome duche sem o auxílio de terceiros.
Abraço grande!
Extraordinário este soneto de apologia ao "S" e ao "Staccato"...a genialidade poética em ação o verdadeiro "savoir faire" da militância poética...Parabéns mais uma vez.
ResponderEliminarBeijinho de amizade .
Muito grata pelas suas palavras, poeta amigo.
EliminarA pouca mobilidade física e o uso constante do colete de Jewet têm-me sido extremamente difíceis de suportar, mas mostraram-se-me muito generosas em termos de produção poética.
Outro beijinho de amizade.