"X" & CHeers

"X" & "CH"eers
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Chávena, chusma, xícara, xará.
Chácara, chumbo, chuva, chapim, chão
Chamego, chip e chapa de chapão,
Chico, chicória, chamamento, chá.
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Charroco, chifre, chama de Xanga(i),
Xilofone de xisto, chimarrão.
Choco, Chiado, chave de chavão,
Xamã, chamuça, churro e Chá-chá-chá.
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Chaimite, xinga, chanca, xi, champô
Charco, chinfrim, xifóide, charriot,
Chanfradura, chapéu, chula, chacota
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Champanhe , chimpanzé, chanata, xô,
Chanfana, chispe, charme. Chocalhou?
Chucro, chorrilho, chance, (En)Xame? (en)Xota!
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Maria João Brito de Sousa -28.07.2018 – 11.49h
“Zé Povinho”
ResponderEliminarZé Povinho na literatura
Sua atitude não é mole
Zé Povinho tem coisa dura
Enquanto defende a prole
Zé Povinho ainda perdura
Sem que rótulo se lhe cole
Zé Povinho na amargura
Qualquer treta não engole
Zé Povinho é coisa nossa
Nunca disposto a mendigar
Zé Povinho ainda faz mossa
Quando o querem enganar
Zé Povinho nunca faz troça
Mesmo se o tentam destroçar.
TUDO ISTO É REVOLUÇÃO
Eliminar"Mesmo se o tentam destroçar",
Zé Povinho encontra forma
De em luta se revoltar,
Inda que não seja a norma...
Norma é comer e calar,
Mas depressa se transforma
Quando, de tanto apanhar,
Todo o caldo se lhe entorna...
Tudo tem os seus limites,
Diz o povo... e tem razão!
Tem cuidado, nunca irrites
Quem te monda e serve o pão
Pois pode ser que te frites...
(Tudo isto é revolução)
Maria João
Boa tarde, Poeta! Cá vai com o abraço de sempre.
Hoje não me lembro de nenhuma
ResponderEliminardentro do padrão
mas que o Visómetro tá quase a 100%
foi obra de Cirurgião...
Boa e feliz tarde de Sol
Boa, Anjo
EliminarOs meus "cataratrómetros" devem estar a crescer, porque cada vez vejo menos... enfim, se me dizem que devo esperar que cresçam ainda mais, eu espero. Muito pitosga, mas espero.
Vejo o sol da minha marquise, sim, apesar de ele estar escondido atrás das torres. Mas estou com a luz desligada, o que já é muito bom.
Felz tarde para ti!
"Tecelão"
ResponderEliminar"Pois pode ser que te frites..."
Nas tramas deste tear
Vê por favor não me irrites
Que não me quero irritar
Ainda destroças os limites
Muito além do lado lunar
Vê por favor não me agites
Que não me quero agitar
Este tecido é sensato
Tem raios de integridade
Assim afiança o tecelão
Quem o veste é pacato
Mas se perde a dignidade
Pode tomar de assalto a razão.
Prof Eta
RAZÃO
Eliminar"Tomar de assalto a razão"
Fá-lo agora, dia a dia,
Toda a comunicação,
Pela mão da burguesia,
Nunca o fez o Tecelão
E sei que nunca o faria
Que é do povo e povo é são,
Não cai nessa cantoria...
Como disse, é bem sensato,
Nunca entra em desacato
Contra as razões da razão,
Nem derruba a dignidade,
Que essa, ao lado da vontade,
Sempre o teve por irmão.
Maria João
Bom dia, Poeta! Cá vai, como sempre ao correr das teclas, surgido, sem pensar duas vezes, da leitura do seu sonetilho.
Abraço grande!