AO DEMAGOGO

AO DEMAGOGO
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Dedico este soneto ao demagogo,
exímio enganador de multidões
que faz malabarismos com questões
e de pronto transforma um nada em fogo
*
Que, ao encontrar ouvidos, pega logo
e passa a ser lesivo pra milhões
pois irá propagar-se às gerações
que se inflamem nas chamas do seu jogo.
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Palavras, só palavras... que lhe importam
os límpidos conceitos que transportam,
se não puderem ser compreendidas?
*
Contudo, teimo ainda em dedicá-las
ao demagogo que intentar calá-las
com verborreias falsas, corrompidas.
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Maria João Brito de Sousa – 24.09.2018 -16.15h
Assenta que nem uma luva
ResponderEliminarao Monhé da Geringonça Hé hé hé
Boa e feliz tarde de aqui dos Calhaus
Beijinhos
Assenta perfeitamente a toda uma "classe" de gente que faz da demagogia um modo de vida, mundo afora, Anjo...
EliminarSempre os houve, mas estão a ficar cada vez mais "subtis" e "requintados", os demagogos deste inefável mundo novo.
Boa e feliz tarde também para ti. Bjinhos
E cada vez há mais. São uma praga!
ResponderEliminarUm abraço e uma boa semana
São uma verdadeira praga, sim, Elvira.
EliminarBoa semana e um forte abraço!