AS JANGADAS DOS POETAS

AS JANGADAS DOS POETAS
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Meia dúzia de tábuas bem pregadas,
um pano velho em jeitos de improviso
e temos a Jangada das jangadas
pronta a reinventar um paraíso
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Num mar de ondas – quem sabe? - ionizadas
um pouco – ou muito... - além do que é preciso,
São frágeis, quase sempre inacabadas,
nem visam lucro, só dão prejuízo.
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Assim vejo as jangadas dos poetas,
assim recrio a minha e traço as metas
de tão frágil conjunto de artefactos
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E enquanto for poeta e construtora,
também serei, de mim, dona e senhora,
e, dos mais, servidora. Sem contratos.
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Maria João Brito de Sousa – 20.09.2018 – 11.35h
Bom e feliz fim de Semana
ResponderEliminare é assim
sem fim, seja que pensamento…
Beijinhos de aqui
Bom dia, bom dia, Anjo!
EliminarQue tenhas um excelente fim-de-semana a aproveitar estes últimos calores de Setembro.
Por aqui brilha o Sol e eu que sou pobrezinha e muito pragmática, regozijo-me por não estar a engordar os bolsos da EDP
Beijinhos
Jangada dos poetas. Gostei.
ResponderEliminarAbraço e bom fim-de-semana
:) Obrigada, Elvira.
EliminarUm abraço e que tenha, também, um excelente fim-de-semana.